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Palavra do leitor

Alinhamento desalinhado

"E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo" (At 2.19).

Segundo a revista Galileu, a recente conjunção entre Júpiter e Saturno, assinalou o momento em que os dois maiores planetas do Sistema alinharam-se. O fenômeno, conhecido como "Estrela de Belém" ou "Grande Conjunção", marcou a maior aproximação visível entre os astros desde a Idade Média.

Curiosa e paralelamente pelo prisma mitológico, Saturno era um dos Titãs que fora expulso do céu por Zeus. É também designação grega de Cronos o tempo, de onde deriva "cronologia". Entre outros atributos, segundo o mito, é também "deus da renovação periódica e da libertação". Isso abrange, o aspecto, político, tecnológico, cultural e espiritual, Mesmo considerando este aspecto convém lembrar que alguns "mitos" se tornaram realidade, por exemplo o mito do andrógino que, significa "masculino e feminino".

Segundo Aristófanes, os humanos seriam descendentes de uma raça fantástica de seres duplos com duas cabeças e oito membros. pertencentes a três sexos distintos: masculino, feminino e andrógino. Após uma rebelião contra os deuses, receberam severo castigo: Cada um foi dividido ao meio, e convertido num par de indivíduos de quatro membros e uma cabeça, na forma como hoje se conhece os humanos.

Destarte, diz Aristófanes, os que eram partes de indivíduos andróginos são os homens e mulheres, heterossexuais. Os que eram machos compreendem à homossexualidade masculina, e os que eram fêmeas pertencem à homoafetividade feminina. Deste mito deriva-se a busca pela "cara metade" para livrar-se da metade da cara e voltar àquela configuração.

Destarte as variações da sexualidade conhecidas na atualidade tem grande conotação com o referido mito. Por esta razão, o alinhamento de Júpiter e Saturno de igual forma com base nos mitos, aponta para uma simbologia curiosa, pois, Saturno que foi expulso do céu volta "alinhar-se" com Júpiter que o havia deposto. Que analogia com o querubim expulso do Céu (Ez 28.14-18)!

Segundo a palavra de Deus, nos últimos dias haveriam grandes sinais no céu e na Terra. O alinhamento no contexto escatológico serve como pano de fundo e sinal, daquilo que o "Saturno" dos dias atuais está arquitetando, pois, este "deus" que exerce o poder mundial, anuncia a "renovação" denominada "grande reset global". Segundo a Bíblia ele "proferirá palavras contra o Eterno, destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em [mudar os tempos e a lei] (Dn 7.25). Que semelhança com o deus do mito!?

A falsa divindade tentou alinhar-se com o Eterno dizendo: "Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo" (Is 14.14). Segundo Gustavo Rojas astrofísico, evento deste gênero, como aconteceu recentemente é muito raro, e no caso do arqui-inimigo de Deus; foi único.

Em analogia, os poderes do mundo regidos por seu espírito, agem como se fossem absolutos. Decidem arbitrariamente, ao toque da "música" demo-prática, sobre o destino da humanidade, inclusive quem deve viver, ou morrer. O gado está marcado, e todos observados e analisados por lente cibernética seletiva e criteriosa, para levantar o perfil que fará parte dos distintos "currais" da invernada global.

Para o mundo pode ser apenas fenômeno natural, e espetáculo astrológico, entretanto pelo prisma espiritual, pode ser um alerta da "Estrela" de Belém, relativo à sua volta evitando que o cristão seja apanhado de surpresa, em Sua segunda vinda.

Portanto, em sentido alegórico, prepara-se o alinhamento [equiparação] presunçoso dos poderes como se fossem divinos. A palavra de Deus enfatiza que o inimigo "se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo [parecer] Deus" (2 Ts 2.4). E o mesmo farão seus sequazes.

Entre os grandes sinais em cima no céu e embaixo na Terra de que falou Jesus, concorrem os prodígios da mentira que são do maligno, o qual, "faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens" (Ap 13.13). Entretanto, o alinhamento maligno, estará fora do prumo e da linha no contexto do governo, do Eterno. Ele fará "...aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais embaixo na terra, sangue, fogo e vapor de fumo" (At 2.19).

No contexto, resta questionar: o fenômeno foi meramente astrológico? O coronavírus não deve ser tomado como sinal? Jesus falou dos dois gêneros de sinais como prenúncio do fim! Destarte, se o evento astrológico marcou a [maior aproximação] entre os astros, desde a Idade Média; no sentido espiritual assinala o [maior afastamento - apostasia] entre o homem e Deus, desde a fundação da igreja.

Saturno, assinala também o tempo cronológico, em que a "libertação" acontece às avessas; libertina. Libertam-se do compromisso, da verdade, da responsabilidade, do respeito, da fé, do amor ao próximo e do temor de Deus. É de fato um alinhamento desalinhado.
Caxias Do Sul - RS
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