Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Palavra do leitor

Aferição de infelicidade!

Há um "Índice de Infelicidade", criado por Arthur Okun, na década de 1970: é a soma das taxas de inflação e de desemprego; é mais um índice para esse nosso Brasil das siglas, das letrinhas, que se soma a outros de aferição da situação econômica, da inflação, do desemprego, das taxas de remuneração de investimentos etc.

Cito, em seguida, alguns índices, entre muitos nessa sopa de letrinhas, que, diariamente, temos que digerir para entender um pouco a situação reinante:

IGP – Índice geral de preços; IGPM – Índice geral de preços do mercado; IPA – Índice geral de preços no atacado; INCC – Índice nacional do custo de construções; INPC – Índice nacional de preços no consumidor; IPCA – Índice nacional de preços no consumidor amplo; CDI – Taxa de Certificado dos depósitos interbancários; TR – Taxa de referência, constituída pelas trinta maiores instituições financeiras, e por aí vai.

No meu entendimento, não se pode medir satisfação, felicidade, alegria e seus antônimos pela Estatística, pela Matemática ou por qualquer outra Ciência; sentimentos independem de cultura, de raça, de pobreza ou riqueza.

Já afirmei, em artigos anteriores, que a paz que o mundo nos dá [e paz compreende, também, felicidade, alegria, satisfação] é uma paz incompleta, é uma paz ilusória, é uma paz não verdadeira, por isso é uma paz passageira.

Costumo dizer que a paz não é apenas ausência de guerras, não é apenas ausência de fome, não é apenas ausência de sede; ela só é completa, ela só é verdadeira, ela só é eterna quando o doador é o Senhor Jesus Cristo; Ele disse:

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14.27).

O Senhor Jesus nos tranquilizou, antes de fazer essa afirmação, dizendo: "Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também" (João 14.1-3).

Para quem não crê que os convertidos ao Senhor Jesus serão arrebatados da terra, antes da Tribulação, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens (1 Tessalonicenses 4.13-18), esses versículos, de João 14.1-3, são a garantia de que o que o Pai nos deu isso ocorrerá, pois Ele não engana, não dissimula, não mente; o que Ele prometeu será cumprido literalmente.

Por que, então, a infelicidade de tantos? Se não somos ricos, mas pobres, remediados ou miseráveis, também não fomos enganados sobre isso, sabemos que é normal que as dificuldades ocorram; o Senhor Jesus não escondeu isso de nós quando afirmou: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (João 16.33).

A nossa felicidade está em nossa paz de que "se estamos em Cristo somos novas criaturas, as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo" (1 Coríntios 15.7); a nossa paz, a nossa alegria, a nossa felicidade não estão firmadas em valores humanos, em valores materiais, em índices estatísticos, em índices de aferição de valores terrenos, estes secundários para quem recebeu o Senhor Jesus no coração.

Se somos felizes, como de fato somos, essa felicidade está, também, na certeza de que temos a vida eterna no Senhor Jesus Cristo, que se DEU por nós, cabendo a qualquer ser humano recebê-lo, no coração, como seu único e suficiente Salvador e Senhor para ser recebido na família de Deus, como filho de Deus em caráter eterno (João 1.12).

Os privilegiados, que não sofrem por desemprego e nem por inflação [índice de infelicidade], nem sempre têm a paz verdadeira, nem sempre têm a real felicidade; quantos deles têm dado fim às suas próprias vidas com uma "overdose de drogas", com o suicídio; não vou citar nomes por uma questão de respeito e ética.

O cristão efetivo [não nominal] não se entrega, não desamina, não amaldiçoa o seu Deus, não reclama, não murmura nos maus momentos (1 Coríntios 10.10), pois tem a sua vida firmada na expectativa, na esperança, na convicção, na fé de que o Senhor Jesus está nele [e com ele], ou seja, O Senhor Jesus está no controle de sua vida.

Para concluir, transcrevo trecho da Palavra de Deus, segundo o Apóstolo Paulo, em carta aos cristãos de Filipos:

"Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4.4-7).

Na condição de cristãos, filhos de Deus, temos um "Índice de Felicidade" [e esta é a que importa] que tem, apenas, 3 dígitos: F, E, A:

"Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor, estes três; porém o maior destes é o Amor" (1 Coríntios 13.13).

Glória a Deus!
São Paulo - SP
Textos publicados: 810 [ver]

Os artigos e comentários publicados na seção Palavra do Leitor são de única e exclusiva responsabilidade
dos seus autores e não representam a opinião da Editora ULTIMATO.

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.