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Seções — Cartas

Cartas

Depressão, ansiedade, tentação, culpa. Deus está de braços abertos para o aflito
A leitura da edição 347 desta maravilhosa revista foi terapêutica. É sempre reconfortante ser lembrada de que todas as coisas que me afligem são humanas e que em Deus posso encontrar resposta, seja em caso de ansiedade, culpa, depressão ou tentação. Destaco deste imenso banquete o texto Porei nas mãos do Senhor os pequenos intervalos da perfeita paz! (“De hoje em diante”, março/abril de 2014). O redator foi inspirado pelo Espírito Santo para em tão poucas linhas falar tanto ao coração.
Célia Paradela, Rio de Janeiro, RJ

Estamos sofrendo perseguição religiosa
Sou missionário atuando entre indígenas neste país. Desde que começamos o trabalho, sofremos perseguição por entidades governamentais e ONGs que não gostam da presença missionária. Há vários anos temos presenciado a ação de transformação do evangelho na vida dos nossos irmãos indígenas. Porém também temos presenciado a devastação resultante do assistencialismo por parte das entidades citadas, que tem gerado entre indígenas dependência e perda da identidade cultural e linguística. Desejamos mais liberdade para atuar entre esses povos, pois há muito a fazermos para mudar a atual realidade das tribos minoritárias no Brasil. E o mais interessante é que elas também querem mudanças para viverem uma vida com Deus.
Gilson R. Silva, Barra do Corda, MA

Como assinante, devo recomendar que Ultimato tenha mais cuidado. Além de continuar abrigando em seu quadro de colunistas uma política de oposição ao governo (ex-aliada), na Entrevista (março/abril de 2014) atribui ao “governo federal” ações de perseguição religiosa. O correto seria usar a expressão “representantes do governo”, como está no preâmbulo.
Darcon Sousa, Campina Grande, PB
-- Entendemos que, ao se ler toda a entrevista, torna-se claro que, quando a expressão “governo” é usada, ela pode ser explicada por outras ocorrências nas quais o entrevistado se refere a “posições dentro do governo”. Ou seja, é evidente que o entrevistado critica setores do governo, mais explicitamente a Funai.

Uma questão de simpatia
Comecei a leitura da edição de março/abril de 2014 com a “Carta ao leitor”. Consultei várias traduções da Bíblia e em nenhuma delas encontrei a versão usada pelo autor “Ó meu Deus, olha para nós com simpatia”. Podemos admitir, por hipótese, que a simpatia divina está implícita nos versos anteriores. Embora haja muito boa vontade do articulista nessa exegese, não seria honesto admitir tal interpretação.
Natanael M. Silva, Matão, SP
-- Não se trata de exegese. O autor citou literalmente 2 Crônicas 6.40 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da Sociedade Bíblica do Brasil. Percebe-se que o leitor integra aquele abençoado grupo de bereanos que diariamente ouvia Paulo e examinava as Escrituras “para ver se elas davam mesmo apoio ao que ele dizia” (At 17.11, AM).

Amonitas e não amalequitas
Na página 6 da edição 347 (Pastorais), há um pequeno engano. Não era a coroa do deus dos amalequitas, mas sim do rei dos amonitas (2Sm 12.30; 1Cr 20.2).
Francisco Leonardo Schalkwijk, Holanda

Silêncio é pecado
Há anos recebo Ultimato em meu endereço. Creio que a distinção procede por força de eu ter deixado o sacerdócio católico para contrair o sacramento do matrimônio. Testemunho tratar-se de revista séria, com forte embasamento bíblico e teológico, com excelentes articulistas, na sua maioria, de fundo missionário e ecumênico. Entretanto, qual não foi meu espanto ao receber a edição de março/abril de 2014 e constatar o pecado do silêncio no tocante à época negra da história do Brasil, quando a tortura, morte e desaparecimentos tornou-se política de Estado, sem manifestação alguma de repúdio das igrejas cristãs, a não ser de alguns de seus membros (o cardeal Arns, os bispos Helder, Casaldáliga, Clemente Isnard, Adriano Hipólito e o pastor presbiteriano James Wright). Exatamente naqueles meses, toda a imprensa falada e escrita tratou do tema com seriedade, enquanto Ultimato silenciou. Vale ressaltar que as igrejas cristãs perderam ótima oportunidade de pedir perdão pelo seu silêncio e covardia na época do arbítrio. Manifesto-me aqui com autoridade, pois meu nome consta do relato da época por meio da obra “Brasil: Nunca Mais”.
Gerson da Conceição, Rio de Janeiro, RJ
-- O portal Ultimato publicou o artigo A sociedade civil apoiou o golpe de 1964?, do teólogo Derval Dasilio. O texto tem gerado uma boa discussão no site (Veja "Comentários na web" logo abaixo). Além deste, o blog Dignidade! também publicou pelo menos três posts sobre o tema.

Lembre-se sempre de Jesus
São artigos como As muitas ênfases dadas a Jesus para que não o percamos de vista (janeiro/fevereiro de 2014) que me fazem continuar amando e respeitando tanto Ultimato. Assim como muitas comunidades cristãs, vocês são uma linha de resistência à avassaladora onda que tenta retirar o Jesus bíblico do centro, trocando-o por uma versão falsificada mais parecida com Mamom. Graças a Deus pela existência de vocês!
Ricardo P. Batista, Fortaleza, CE

Homens, super-heróis e semideuses
Parabéns ao autor do artigo Homens, super-heróis e semideuses (janeiro/fevereiro de 2014). Foi muito feliz em suas colocações. Hoje se fala muito sobre a visão e a realidade da mulher. Mas, infelizmente, o conceito de homem também está desmoronando. Por causa dos erros do passado, a cultura tem pressionado os homens a se identificarem nos extremos: no exagero distorcido da masculinidade ou na negação por completo da masculinidade. É preciso equilíbrio, como o autor pondera. Nenhum exemplo melhor para o homem cristão do que Jesus.
Falkner, Belo Horizonte, MG

Indulgências neopentecostais
O artigo Indulgências neopentecostais (janeiro/fevereiro de 2014) mostra uma situação lamentável. Acredito que esta coleção de líderes que desenvolvem tais ensinos e práticas está enquadrada no que Jesus disse em Mateus 7.15: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. Entristeço-me com o povo também, pois querem ver algo. Precisamos de um retorno à teologia reformada, pois o distanciamento da mesma causou tais distorções.
Ulisses

A maior emoção da vida
Quero demonstrar minha indignação com a notícia A maior emoção da vida¸ (janeiro/fevereiro de 2014). Como evangélico e, acima de tudo, cristão não posso aceitar a comparação feita no texto mencionado -- texto este de péssimo gosto por se tratar de uma revista cristã. Comparar emoções de mulheres que deram verdadeiros testemunhos de vida, que servem de referência para o mundo de hoje, a emoções de uma modelo, eu diria, de pouca expressão, que a revista destaca como grande personalidade da atualidade, é inadmissível. Sou leitor assíduo de Ultimato e a aprecio muito; entretanto, desculpem-me pelo desabafo, mas eu não poderia deixar de manifestar minha indignação sobre este fato.
Osvaldo L. V. Alves, Cachoeiro de Itapemirim, ES
-- O leitor teria toda razão, caso Ultimato estivesse nivelando a emoção da modelo Luisa Mell com as santas emoções de Sara, Rebeca, a mulher adúltera, a viúva de Naim e Maria Madalena. A intenção do texto foi mostrar a incrível diferença entre umas e outra. Daí as reticências no final da notícia.

De capa a contracapa
Estou convencido de que depois de ter encontrado o caminho da cruz, há dez anos, uma das grandes alegrias que tive na caminhada cristã foi encontrar Ultimato. Fazia tempo que eu não tinha a alegria de ler uma revista da capa à contracapa. Ultimato tem um diferencial, ela sai do senso comum, do ultraconservadorismo, dos modelos pragmáticos da pós-modernidade, e entra no plano da reflexão, da análise crítica, com perspectivas progressistas e emancipadoras, sem perder a dimensão ética do cristianismo e do imperativo de seguirmos o exemplo de Cristo. Cansado dos manuais pseudocristãos de autoajuda, recomendo a revista a todos os meus amigos, num convite a uma leitura agradável, inspiradora e de retomada dos princípios elementares da fé. Com grande alegria já sou assinante.
Diogo Sampaio, São Vicente, SP

Ponto final
Sou fã de Rubem Amorese. “Ponto final” é a primeira seção da revista que leio, antes mesmo da matéria de capa. Aprendo muito com o que é exposto e me identifico com as ideias do autor, que me levam a refletir nas diversas situações do cotidiano.
Tatiana Alves, Viçosa, MG

Paralelo 10
Durante alguns anos fui assinante de Ultimato, e por algumas dificuldades financeiras não pude renovar a assinatura. Fiquei muito triste, pois sempre aguardava com expectativa a revista, já que seu conteúdo é essencial e já que no interior do Nordeste somos privados de boa informação e leitura. Creio que Deus viu que eu precisava dessa leitura e, por sua graça, continuo a receber a revista gratuitamente por meio do Paralelo 10. Dou graças a Deus por essa bênção.
Francisco Marcos M. Silva, Xique-Xique, BA

Comentários na web
Razão, romantismo e fé| Ronaldo Lidório | Opinião | 24/03/2014
Profunda a exposição de Ronaldo Lidório no artigo Razão, romantismo e fé. O mundo e a sociedade de hoje carecem totalmente do amor de Jesus, o único que tem verdadeiramente a Palavra de esperança e de vida; não há possibilidade alguma de se ter paz, contentamento e esperança distante de Deus. Quando a pessoa recebe e aceita o convite de ir ter com Jesus Cristo, sua vida é transformada e nasce uma nova criatura.
Helio Pacheco

Mulher solteira | Antonia Leonora van der Meer | Opinião | 07/03/2014
Lindo o texto de Antonia Leonora van der Meer. Há muitas mulheres solteiras que deveriam ler esse texto e deixar Deus trabalhar na vida delas.
Aguila Lira

A sociedade civil apoiou o golpe de 1964? | Derval Dasilio | Opinião | 31/03/2014
É claro que nenhum cristão pode ser a favor de torturas e outros atos citados, mas do outro lado não havia santinhos, que inclusive estão hoje no poder com muitos escândalos. O Brasil precisa aprender com o passado, perdoar ambos os lados: torturadores e guerrilheiros. Unir o país contra a dominação da oligarquia financeira transnacional e deixar de ser colônia.
Renato

Historiadores e pesquisadores são enfáticos em afirmar que o golpe militar de 1964 não foi apenas militar, mas também civil. Os militares conseguiram apoio de empresários, grande parte da população, a imprensa da época e inclusive instituições religiosas. Há casos de pastores que denunciaram colegas de ministério e membros da própria igreja para os militares. As denominações que tiveram líderes que apoiaram a ditadura militar deveriam pedir perdão publicamente à nação brasileira por ter sido conivente com este lamentável episódio da história brasileira.
Phelipe Marques Reis, Parintins, AM

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