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Evitar a promiscuidade na relação gay é bom, mas não é suficiente

Relações homossexuais não promíscuas não liberam a prática homossexual. Elas continuam fora da normalidade, levando-se em conta o que está prescrito nas Escrituras Sagradas. Enquanto os cristãos consideram a Bíblia como sua regra de fé e conduta, não há absolutamente como abrir uma brecha ao relacionamento sexual entre um homem e outro homem, entre uma mulher e outra mulher, mesmo que um seja fiel ao outro e que uma seja fiel à outra.

Não é necessário trazer à lembrança as muitas passagens bíblicas que condenam a prática homossexual. Basta consultar a primeira das Cartas Pastorais de Paulo. Logo no início, o apóstolo diz que “a lei é boa, se for usada como se deve”. E continua: “Devemos lembrar, é claro, que as leis são feitas não para pessoas corretas, mas para os marginais e os criminosos, os ateus e os que praticam o mal e para os que não respeitam a Deus nem a religião”. Em seguida, Paulo menciona alguns comportamentos que devem ser corrigidos por causa das tais leis. A lista não é pequena. Os que precisam de lei para se controlarem são os assassinos, os imorais, os homossexuais, os sequestradores, os mentirosos, os que dão falso testemunho e “os que fazem qualquer outra coisa que é contra o verdadeiro ensinamento”. Por último, o apóstolo diz que “esse ensinamento se encontra no evangelho que Deus me encarregou de anunciar, isto é, na boa notícia que vem do Deus bendito e glorioso” (1Tm 1.8-11, NTLH).

Não são só os parricidas, os matricidas, os demais assassinos e os sequestradores que precisam da força da lei para serem contidos, tanto em seu próprio benefício quanto em benefício geral. A lei é boa também para os mentirosos, os que dão falso testemunho e os homossexuais (algumas traduções preferem usar os sinônimos pederastas, sodomitas ou infames).

As Escrituras proíbem as relações sexuais promíscuas e, de igual modo, o relacionamento homossexual. A lei é o instrumento para prevenir desmandos. E a graça de Deus é o instrumento para fazer o que a lei não consegue fazer: dar ao pecador a possibilidade do perdão e da “metanoia” (conversão religiosa e moral). A conversão nada mais é do que a invasão da graça divina na vida humana, produzindo uma verdadeira ressurreição, não física, mas moral e espiritual.

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