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Notícias — Intrigantes

Quando a indignação se torna insuportável

Reportando-se à destruição de Sodoma e Gomorra, o apóstolo Pedro acrescenta uma informação sobre Ló que enriquece muito a história. Ele diz que todos os dias o sobrinho de Abraão “ficava muito agoniado ao ver e ouvir as coisas que aquela gente [os seus contemporâneos] fazia” (2 Pe 2.8, NTLH). 

Hoje em dia, há milhares de pessoas que se sentem igualmente torturadas em seu espírito com o que vêem e ouvem ao redor de si e na televisão. Embora alguns o consigam, não é fácil se acostumar com toda sorte de hipocrisia, corrupção, injustiça, mentira, impunidade e, sobretudo, com os crimes de morte que se sucedem tranqüilamente. Alguns chegam ao extremo de cometer suicídio. Foi o que quase aconteceu na periferia de Joinville, SC, em março de 2007. Ao presenciar a reconstituição do crime cometido por um homem de 22 anos que estuprou e estrangulou uma menina de 1 ano e meio, a agente de trânsito Evelise Holz Colin da Silva, 39, mãe de três filhos, tirou a arma do coldre de um policial que estava ao seu lado e disparou contra o próprio peito. A jovem senhora não morreu, mas o seu gesto mostra que a capacidade de suportar a crueldade humana é limitada (veja Dois meses de violência: uma pavorosa cronologia). 

Se Ló se afligia diariamente e ficava deprimido com o que acontecia ao seu redor, quanto mais Jesus Cristo! Certa vez, o Senhor desabafou: “Gente sem fé! Até quando ficarei com vocês? Até quando terei de agüentá-los?” (Mc 9.19, NTLH). É por isso que os cristãos costumam orar: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22.20). 


O ator Paulo Autran é ateu de fato?

O festejado ator de teatro Paulo Paquet Autran estaria ficando cada vez mais ateu? Há dezessete anos, pouco depois de completar 67, em entrevista a uma revista portuguesa, Autran declarou: “Não tenho religião, não acredito em Deus. Mas como toda a gente, nas horas de aflição, agarro-me a ele, falo com ele, embora não acredite nele” (Expresso, 21/10/1989, p. 98). Agora, aos 84, o ator disse à revista Época: “Quando eu era criança, acho que eu fingia acreditar em Deus. Acreditava em Deus e em Papai Noel. Hoje, adulto, acredito em Deus como acreditava no Papai Noel” (15/01/2007, p. 27). 

Para contrabalançar o testemunho daquele que ganhou o título de melhor ator no Festival de Brasília por seu desempenho na peça O País dos Tenentes, é oportuno citar outros testemunhos em sentido contrário. O físico brasileiro Marcelo Gleiser escreveu que “a ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas” e, “se é essa a sua guerra, então ela já perdeu” (Caderno “Mais!”, Folha de São Paulo, 26/11/06, p. 9). O biólogo americano Francis Collins, que publicou em 2006 o livro The Language of God (A Linguagem de Deus) para fazer frente aos livros dos cientistas Daniel Dennett, Richard Dawkins e Sam Harris que atacaram a religião sem nenhum propósito, explicou a Veja que “a busca de Deus sempre esteve presente na história e foi necessária para o progresso”. Para Collins, diretor do Projeto Genoma, “o ateísmo é a mais irracional das escolhas” (Veja, 24/01/07, p. 14). 

Talvez Paulo Autran esteja fazendo o papel de um ator e zombador, sem o ser na vida real, principalmente “nas horas de aflição”. 


A “loucura de Seward” e o Alaska

Talvez a transação mais esquisita da história tenha sido realizada há 140 anos. No dia 30 de março de 1867, os Estados Unidos compraram do Império Russo uma área de 1,5 milhão de quilômetros quadrados (do mesmo tamanho do Estado do Amazonas) por 7,2 milhões de dólares. Para muitos americanos era um mau negócio porque a metade da área ficava acima do Círculo Polar Ártico e a quantidade de terras desoladas, cobertas de neve e gelo, era enorme. A transação chegou a ser chamada de “a loucura de Seward” (nome do secretário de Estado americano que fechou o negócio). Só mais tarde, descobriu-se que as águas costeiras daquela região eram piscosas, que grande extensão de suas terras poderiam ser aproveitadas para a agricultura e que o subsolo era rico em metais preciosos. Ainda mais, sob o ponto de vista político, o negócio não poderia ter sido pior para o outorgante vendedor, que perdeu para sempre a oportunidade de estender até a América a área que alguns anos depois ocuparia na Europa e na Ásia, então como a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). O grande pedaço de terra vendido pelos russos aos americanos desde aquela época chama-se Alaska (“terra grande”). É o 49º Estado norte-americano e representa quase um quinto do território de todo o resto do país. Uma península a oeste e uma cidade ao sul do Alaska perpetuam o nome de Seward, o homem que não incorreu na prática de um crime muito comum — a depreciação ou desvalorização de coisas de valor real e duradouro, embora nem sempre visíveis aos olhos sedentos de gozos imediatos e efêmeros. Foi a propósito dessa dificuldade de enxergar o que realmente vale a pena que Jesus fez a sua mais solene pergunta: “O que adianta alguém ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida verdadeira? Pois não há nada que poderá pagar para ter de volta essa vida” (Mt 16.26, NTLH).

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