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Notícias — Nacionais

Congregacionais comemoram em Petrópolis, “onde tudo começou”, os 150 anos da primeira Escola Dominical

No culto de ação de graças realizado no estádio do Serrano, em Petrópolis, RJ, no dia 20 de agosto, a União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (UIECB) comemorou solenemente os 150 anos de pregação do evangelho em terra brasileira.

Foi no dia 19 de agosto de 1855 que o primeiro casal de missionários evangélicos deu início à primeira Escola Dominical realizada no país, na propriedade do britânico Alexandre Fry, chamada Gernhein (lar muito amado), em Petrópolis, onde morava o embaixador americano. A aula versou sobre o profeta Jonas e foi dada por Sarah Kalley, uma inglesa de 30 anos, pianista, pintora, poetisa e poliglota, casada com o médico e pastor escocês Robert Reid Kalley, 16 anos mais velho. Participaram da aula apenas cinco crianças, filhas do dono e do inquilino da casa. Naquele ano, Petrópolis possuía 937 prédios particulares e uma população de 5.239 habitantes, sendo mais da metade de nacionalidade alemã. A Escola Dominical havia sido criada 75 anos antes, na cidade de Glaucester, na Inglaterra, em 1780, por iniciativa do jornalista Robert Raikes.

Dessa modesta reunião de 150 anos atrás nasceu a Igreja Congregacional, a primeira denominação a se instalar no Brasil com objetivos missionários e evangelísticos. Antes dos congregacionais já havia congregações luteranas e anglicanas, que abrigavam imigrantes europeus.

O casal Robert e Sarah desembarcou no Rio de Janeiro no dia 10 de maio de 1855, um ano depois da promulgação do dogma da Imaculada Conceição de Maria, e se transferiu para a cidade serrana de Petrópolis dois meses depois. Uma das razões dessa transferência foi a febre amarela.

Chegaram depois de Kalley: os presbiterianos (1859), os metodistas (1867), os batistas (1882) e os episcopais (1889). Nascido no mesmo ano (1809) e na mesma região (Escócia) em que nasceu Charles Darwin, o famoso naturalista que trabalhou na teoria da evolução, Robert Kalley formou-se em medicina e cirurgia na Universidade de Glasgow e foi ateu até a idade de 26 anos, quando se converteu, em 1835. Darwin teve uma experiência inversa: nasceu e cresceu num ambiente evangélico e depois tornou-se cético.

(Robert Reid Kalley — médico, missionário e profeta é a mais recente biografia de Kalley, escrita por Douglas Nassif Cardoso. dncardoso@ig.com.br)


Autoridade em bioética ensina que o embrião não deve pagar pelos erros dos outros

Em entrevista a Ultimato, o doutor em bioquímica Calum MacKellar, diretor de pesquisa do Conselho Escocês de Bioética Humana e ex-membro do Conselho Europeu de Bioética, afirmou que ciência e fé “não deveriam, de forma alguma, ser compartimentos distintos, porque a teologia cristã estuda o criador da ciência e o cientista seria muito limitado se estudasse apenas a ciência”. Para ele, “existem matrizes ou padrões em teologia e ciência que se assemelham, e que podem ajudar a desenvolver uma à outra”. MacKellar entende que as questões de aborto, eutanásia, células-tronco e outras da mesma importância e complexidade deveriam ser discutidas mutuamente por cientistas e teólogos, e “também por filósofos, juristas, profissionais da área de saúde física, mental e espiritual [...]. Apenas por meio de uma abordagem multidisciplinar é que se pode abordar a bioética da melhor maneira possível”.

Ao ser perguntado se seria favorável ao aborto no caso, por exemplo, de uma adolescente de 15 anos violentada e grávida do próprio tio, MacKellar respondeu: “Minha opinião é que deveríamos separar o que aconteceu do procedimento de criação da pessoa que foi então concebida. A maneira de concepção desse embrião humano foi anti-ética e reflete circunstâncias tristes e difíceis que deveriam ser condenadas. Entretanto, o embrião não deve pagar pelos erros dos outros, pois é inocente. Ele é amado como pessoa por Deus tanto quanto qualquer outra pessoa neste mundo, e penso que seria antiético matá-lo”.

Residente em Edimburgo, na Escócia, e filho de missionários que trabalharam por 30 anos com a Arab World Ministries, Calum MacKellar é presbítero da Igreja Presbiteriana da Escócia e vê com bons olhos a ida de missionários brasileiros para o seu país: “Se a Escócia foi um dos berços do presbiterianismo e da atividade missionária presbiteriana no passado, a mesa virou agora. A Escócia nem pode mais ser considerada um país cristão, e precisamos de todo apoio genuinamente cristão que pudermos ter para reverter a onda de ruptura da sociedade e voltar o povo escocês novamente para Deus. Nosso país tem alguns dos piores problemas sociais de toda a Europa.”

MacKellar concedeu esta entrevista no Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG, na segunda quinzena de julho, durante a Semana de Reflexão Missiológica, na qual ofereceu seminários sobre ética.

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