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Vítimas da violência

Fábio tinha 7 anos quando seu pai pulou do 17º andar de um edifício e se matou. Quase em seguida, sua mãe morreu com problemas cardíacos. Pouco depois, grupos de extermínio de Diadema, São Paulo, assassinaram dois de seus irmãos. O que tinha apenas 9 anos recebeu 21 tiros. Com a idade de 16 anos, Fábio já estava no Rio de Janeiro e escapou por pouco da chacina da Candelária, ocorrida em 23 de julho de 1993, quando mais de 40 menores foram mortos. O último cheiro de morte que lhe diz respeito foi o assassinato de Sandro do Nascimento, outro sobrevivente da Candelária, aquele que seqüestrou o ônibus da linha 174. Hoje, com 23 anos, Fábio da Silva mora em um quarto alugado, trabalha como camelô e dirige um conjunto que leva o nome de Candelária. A história de Fábio aparece nas páginas amarelas da revista Veja de 28 de junho de 2000 (p. 11).



O psicanalista suíço Paul Tournier, em seu livro Os fracos e os fortes (veja Notícias bibliográficas, na p. ) conta a história de uma menina que, por ter nascido antes do casamento de seus pais, foi confiada aos cuidados de estranhos, que a maltratavam. Quando eles se casaram, a menina foi para a companhia dos pais e levou algum tempo para se acostumar com eles. Pouco depois, os dois se divorciaram e a criança passou a ser criada por outro casal, que também se separou. Já adolescente, a mãe biológica tornou a levá-la para sua casa, onde vivia com um amante. Não demorou muito para que, enciumada, a mãe começasse a perseguir a filha, a quem o companheiro tratava com carinho. O pai verdadeiro nada podia fazer pela filha porque tornara-se um alcoólatra. A jovem gastou anos para se curar de todo esse pesadelo.



Certo homem da tribo de Levi se apaixonou por uma mulher da tribo de Judá. Foram viver juntos na região montanhosa de Efraim. Lá pelas tantas, se desentenderam e ela se mandou para a casa do pai, em Belém da Judéia. Depois de quatro meses de separação, o levita foi atrás dela e lhe falou ao coração. A mulher consentiu em voltar para a casa do marido. Na viagem de volta, o casal se hospedou em casa de um senhor idoso em Gibeá, cidade sem o temor do Senhor, perigosa. Ao escurecer, os homens de Gibeá tomaram a mulher do levita e abusaram dela toda a noite até pela manhã. Ao romper do dia, ela caiu morta à porta da casa onde haviam se hospedado. Revoltado, o marido dividiu o corpo da mulher em doze pedaços e mandou um pedaço para cada tribo de Israel, exigindo que se fizesse justiça. A tribo de Benjamim não quis punir os culpados. Então as outras tribos fizeram guerra contra aquela tribo, o que provocou a morte de 65 mil israelitas e o quase desaparecimento da tribo de Benjamim. O relato dessa violência sexual e suas seqüelas acha-se nos três últimos capítulos do livro de Juízes.

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