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Colunas — Caminhos da Missão

Missões globais hoje – parte 2

Por Bijoy Koshy

Como vimos no artigo da edição anterior, a missão de Jesus era tornar o Pai conhecido. Da mesma forma, nossa missão está focada em tornar Jesus conhecido. Assim como Deus usou cada área da vida dos profetas antigos para se revelar às nações do mundo, ele busca usar cada área de nossas vidas hoje para tornar Jesus conhecido das nações.

Mas quem é esse Jesus? Por muito tempo comunicamos o evangelho quase exclusivamente no conceito de Jesus como Salvador do mundo – é uma parte significativa do evangelho, mas não é a verdade completa. Em Lucas 2.11, o anjo disse aos pastores: “Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor”. A pessoa que nasceu é Cristo, o Senhor. Ele será aquele que salva. Na nossa sociedade multicultural e pluralista, que muitas vezes funciona de maneira sincrética, o evangelho é que Jesus Cristo é Senhor e ele vai nos salvar, redimir e restaurar no relacionamento com o Pai, segundo a sua imagem. Nossa apresentação clara do evangelho, de que Jesus nos chama ao reconhecimento dele como o Senhor e Rei desse mundo, nos afasta do conceito de salvação do tipo “supermercado”, onde pegamos as coisas que queremos e deixamos nas prateleiras as coisas que não nos agradam. Não é de admirar que o pacote do evangelho apenas como dádiva de salvação (sem condições) facilita o caminho para o evangelho da prosperidade e de um mundo livre de sofrimento e dor.

A verdade é que o evangelho trata-se do reinado de Jesus como Rei da criação e do chamado a nos submeter a ele, permitindo que o seu reinado governe nosso coração. É claro que isso só se torna possível pela obra redentora de Jesus na cruz. A narrativa de Jesus como Rei faz muito mais sentido para pessoas que têm uma cosmovisão baseada nos conceitos de honra e desonra. Jesus é Rei, somos chamados a ser leais a ele. Nossas vidas agora são vividas em obediência ao Rei, que mostrou seu grande amor por nós no calvário. Tudo trata da glória do Rei e do seu reino. Nossas vidas devem ser vividas de tal maneira que o Rei seja glorificado. Isso pode acontecer por meio das bênçãos que Deus derrama sobre nós, mas também por meio de uma atitude semelhante à de Jesus em tempos de enfermidades, tribulações, dor, perseguição, tristeza e mesmo de morte.

Portanto, a missão de Deus é revelar-se como Rei de toda a criação. Em Efésios 1.20-21, Paulo afirma que Jesus levantou-se da morte e está sentado à mão direita de Deus, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio ou qualquer outro nome que possa ser dado – não só na presente era, mas também na era por vir. E Deus colocou todas as coisas sob seus pés.

Quando Cristo se torna Senhor da nossa vida, é essa revelação do seu reino que ele leva às nações. Cada área da nossa vida deve ser submetida ao seu reino. Assim ele usa cada área da nossa vida para revelar quem ele é. Quando ele nos transforma segundo sua imagem e semelhança, o mundo começa a ver a face de Cristo em nós. Mas temos esse tesouro em vasos de barro para mostrar que esse poder, que a tudo excede, provém de Deus, e não de nós (2Co 4.6-7).

Isso é o evangelho. Jesus é Rei, seu reino é estabelecido. Pessoas de todas as nações, tribos e línguas são bem-vindas em seu reino, quando vêm com arrependimento e se submetem a ele como o Rei de suas vidas. Isso só pode ser alcançado recebendo a cruz em nossas vidas – de fato, até se dispondo a morrer – para que não sejamos nós que vivamos, mas ele em nós.

Quando refletimos na missão de Deus hoje, nos conscientizamos mais uma vez que Deus quer nos usar para que pessoas possam vê-lo em nossas vidas. Vamos buscar a graça de nos submeter novamente ao seu senhorio e à sua obra transformadora em nós, para que as nações possam conhecer que ele é o Senhor.

Traduzido por Antonia Leonora van der Meer.

Bijoy Koshy, indiano, é diretor internacional da missão Interserve.

Leia mais: 
» Missões globais hoje

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