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Seções — Carta ao leitor

Deus salve a América!

Para um protestante brasileiro da velha guarda, é um pouco difícil avaliar o comportamento de uma nação como os Estados Unidos. Há uma relação histórica e sentimental entre o Brasil e os Estados Unidos, já que quase todas

as denominações evangélicas brasileiras têm sua origem no bem-sucedido trabalho missionário americano a partir da segunda metade do século 19. Esses missionários nos trouxeram a Bíblia e a colocaram nas mãos do povo. Trabalharam em favor da liberdade religiosa plena e forçaram a Igreja Católica Romana a reconhecer e a respeitar a diversidade religiosa. Fundaram igrejas, escolas, seminários, universidades, clínicas, hospitais, jornais e editoras. Mudaram completamente o rumo de muitas famílias, oferecendo outros modelos de vida por meio da verdadeira conversão a Jesus Cristo. Muitos brasileiros deixaram a mentira, a ira, o ódio, a vingança, a roubalheira, a prostituição, o álcool, a malandragem, o analfabetismo e outros males mediante o temor do Senhor. Os primeiros convertidos passaram esse novo estilo de vida para seus filhos, netos, bisnetos e trinetos.

O mesmo fenômeno aconteceu também em muitos outros campos missionários nos três grandes continentes (América, África e Ásia). Como resultado bem secundário, a expansão missionária protestante dos americanos provocou uma relação de amizade e admiração pelos Estados Unidos.

Todavia, não devemos fechar os olhos para o que lá acontece de errado à luz do evangelho que eles nos pregaram, só porque somos filhos espirituais de seus missionários.

É por essa razão que a matéria de capa desta edição de Ultimato tenta analisar as implicações religiosas da tragédia americana que saiu do porão e veio à tona especialmente a partir do atentado terrorista de 11 de setembro. Não podemos amar apenas os americanos e odiar seus inimigos. Não podemos permitir que essa guerra seja entre a Bíblia e o Alcorão, isto é, entre judeus e cristãos, de um lado, e muçulmanos, de outro. Muito menos entre a luz e as trevas, ou entre Deus e Satã.

Poucos dias depois do ataque terrorista, a brasileira Elsie Gilbert recebeu em e-mail do presbítero Brad Cogdell, de uma igreja menonita na Filadélfia. Ele contava que sua esposa, Jody Kelly, trabalhava numa empresa de seguros cujo escritório central ficava num dos andares mais altos do World Trade Center. Embora trabalhasse na Filadélfia, Jody Kelly mantinha estreitas ligações com os colegas de Nova York. Eram cerca de 200 pessoas. Todas morreram naquela manhã trágica.

É preciso chorar com os que choram — inclusive com as famílias das cinco vítimas brasileiras — e olhar com humildade e sabedoria as muitas lições que podem e devem ser tiradas da tragédia não só americana, mas mundial.

Deus salve a América!

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