Opinião
06 de agosto de 2026- Visualizações: 39
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Paternidade
A aproximação e doação radical do próprio Filho atestam o amor paternal de Deus que nenhum outro revelou igual
Por Erlo Saul Aurich
“Ninguém viu o Pai, a não ser aquele que vem de Deus; somente ele viu ao Pai.” (João 6.46)
Quem um dia já não se sentiu sem pai nem mãe? Nosso sentimento de orfandade, por vezes, é atroz. Um deserto, um vazio, um senso de estar só no mundo. Porém alguém veio do Pai, revelando-nos um Deus que, diferente dos deuses de religiões castradoras, cruéis e sanguinárias, é amor e gera para amar. Seu Filho mostrou a essência deste Pai.
Portanto, não há mais o que temer. E o Pai, que tem prazer no Filho antes de este realizar qualquer obra de seu agrado, como foi observado no batismo de Jesus, semelhantemente nos ama e nos quer. Sua aproximação e doação radical na encarnação e no sacrifício do próprio Filho atestam seu amor paternal que nenhum outro revelou igual.
Você já sentiu, viveu ou vive isto? Ele o convida para seus braços de aconchego. Venha agora, mesmo desconfiando. Viverá o surpreendente e não mais será como era.
Senhor Deus e Pai, como é bom poder chamá-lo de meu Pai do céu. Mesmo tendo recebido o amor cuidadoso de um pai que me gerou, sustentou e educou, sei que nada se compara ao que o Senhor fez por mim e por todos nós na pessoa de teu único Filho. Obrigado por tão grande amor, que nos traz esperança em meio a um mundo tão mau e com profunda crise de orfandade. Querido Pai, que teu amor flua em minha vida no amar o próximo mais perto de mim. Em nome de teu Filho Jesus, meu Salvador e Senhor, amém.
Artigo publicado originalmente no devocionário Refeições Diárias – Celebrando a Reconciliação, Vários autores.
REVISTA ULTIMATO – PERDOA-NOS, COMO NÓS PERDOAMOS
A mais comprometedora petição ensinada por Jesus é essa: Deus pede de nós aquilo que pedimos a ele.
O tema do perdão se espalha por toda a Escritura e rege a relação do ser humano com Deus. É provavelmente o conceito que mais realiza conexões com temas da teologia. Sem a menção ao perdão não se discursa sobre o acesso a Deus, a obra da salvação, o objetivo da graça divina nem sobre Jesus encarnado, o amor de Deus, o resgate, a restauração, a missão da igreja etc.
Este é o assunto da matéria de capa da Ultimato 420. Clique aqui e saiba mais. Para assinar, clique aqui.
Saiba mais:
» Muitas Andorinhas Fazem Verão, Cilas Fiuza Gavioli
» Box John Stott “O Cristão Contemporâneo”
» O Pai desconhecido, por Elben César
» A mui santa missão de ser pai, por Luiz Fernando dos Santos
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“Ninguém viu o Pai, a não ser aquele que vem de Deus; somente ele viu ao Pai.” (João 6.46)Quem um dia já não se sentiu sem pai nem mãe? Nosso sentimento de orfandade, por vezes, é atroz. Um deserto, um vazio, um senso de estar só no mundo. Porém alguém veio do Pai, revelando-nos um Deus que, diferente dos deuses de religiões castradoras, cruéis e sanguinárias, é amor e gera para amar. Seu Filho mostrou a essência deste Pai.
Portanto, não há mais o que temer. E o Pai, que tem prazer no Filho antes de este realizar qualquer obra de seu agrado, como foi observado no batismo de Jesus, semelhantemente nos ama e nos quer. Sua aproximação e doação radical na encarnação e no sacrifício do próprio Filho atestam seu amor paternal que nenhum outro revelou igual.
Você já sentiu, viveu ou vive isto? Ele o convida para seus braços de aconchego. Venha agora, mesmo desconfiando. Viverá o surpreendente e não mais será como era.
Senhor Deus e Pai, como é bom poder chamá-lo de meu Pai do céu. Mesmo tendo recebido o amor cuidadoso de um pai que me gerou, sustentou e educou, sei que nada se compara ao que o Senhor fez por mim e por todos nós na pessoa de teu único Filho. Obrigado por tão grande amor, que nos traz esperança em meio a um mundo tão mau e com profunda crise de orfandade. Querido Pai, que teu amor flua em minha vida no amar o próximo mais perto de mim. Em nome de teu Filho Jesus, meu Salvador e Senhor, amém.
Artigo publicado originalmente no devocionário Refeições Diárias – Celebrando a Reconciliação, Vários autores.
REVISTA ULTIMATO – PERDOA-NOS, COMO NÓS PERDOAMOSA mais comprometedora petição ensinada por Jesus é essa: Deus pede de nós aquilo que pedimos a ele.
O tema do perdão se espalha por toda a Escritura e rege a relação do ser humano com Deus. É provavelmente o conceito que mais realiza conexões com temas da teologia. Sem a menção ao perdão não se discursa sobre o acesso a Deus, a obra da salvação, o objetivo da graça divina nem sobre Jesus encarnado, o amor de Deus, o resgate, a restauração, a missão da igreja etc.
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Saiba mais:
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