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05 de junho de 2008- Visualizações: 4152
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O meio ambiente do Brazil ou o Brasil do meio ambiente
(ENVOLVERDE) No dia em que se comemora o meio ambiente, o Brasil tem muito a mostrar, mas ainda não sabe como incorporar o valor da sustentabilidade em seu projeto de País. Governo e sociedade estão em uma encruzilhada do processo civilizatório e os próximos dois anos são fundamentais para a definição do modelo de desenvolvimento.
O Brasil conseguiu superar várias de suas limitações e encontrar um caminho que o ajude a trilhar o século XXI como uma nação capaz de assumir sua posição de destaque em um mundo onde a globalização é mais uma forma de colonialismo do que de desenvolvimento sustentável. Durante os cinco séculos da história brasileira o país foi apenas um exportador de matérias primas e de recursos naturais baratos e sem valor agregado. Isto vem do pau-brasil, passa pela cana de açúcar, muda para o café, vira em direção aos minérios – ouro no início, depois ferro e chega finalmente à sofisticação do alumínio, onde além de exportar matéria prima, envia para o exterior uma imensa quantidade de energia elétrica incorporada ao produto. A pauta de exportação do Brasil é composta em sua maioria de produtos agrícolas, pecuários e minerais, com muito pouco em produtos industrializados e em serviços. Mas, ao mesmo tempo, o País tem uma indústria e um setor de serviços extremamente sofisticado e capaz de atender com qualidade o mercado interno.
Este momento, em que a política ambiental brasileira passa por uma delicada transição, com a saída de Marina Silva e a chegada de Carlos Minc, é, também, o momento de se entender o que significa para o Brasil ter uma pauta de exportação fortemente ancorada em recursos naturais e qual é a posição do País nesta onda de globalização. Muitos jornalistas e gente ligada à economia gostam de comparar o Brasil com a China, onde o crescimento econômico de quase 10% ao ano é baseado na superexploração de recursos naturais e em tecnologias que não seriam aprovadas por nenhum órgão ambiental da Europa, ou mesmo do Brasil. No entanto, a China tem uma pauta muito diferente da brasileira. Os desafios de distribuição de renda da China e Índia conseguem ser muito mais intrincados do que os do Brasil, além das diferenças políticas marcantes, principalmente em relação ao governo instalado em Pequim. O Partido Comunista governa dentro de um centralismo que o deixa livre para fazer o que bem entender e a sociedade local não têm muitas instâncias para reclamar. Leia mais.
Fonte: www.envolverde.ig.com.br
O Brasil conseguiu superar várias de suas limitações e encontrar um caminho que o ajude a trilhar o século XXI como uma nação capaz de assumir sua posição de destaque em um mundo onde a globalização é mais uma forma de colonialismo do que de desenvolvimento sustentável. Durante os cinco séculos da história brasileira o país foi apenas um exportador de matérias primas e de recursos naturais baratos e sem valor agregado. Isto vem do pau-brasil, passa pela cana de açúcar, muda para o café, vira em direção aos minérios – ouro no início, depois ferro e chega finalmente à sofisticação do alumínio, onde além de exportar matéria prima, envia para o exterior uma imensa quantidade de energia elétrica incorporada ao produto. A pauta de exportação do Brasil é composta em sua maioria de produtos agrícolas, pecuários e minerais, com muito pouco em produtos industrializados e em serviços. Mas, ao mesmo tempo, o País tem uma indústria e um setor de serviços extremamente sofisticado e capaz de atender com qualidade o mercado interno.
Este momento, em que a política ambiental brasileira passa por uma delicada transição, com a saída de Marina Silva e a chegada de Carlos Minc, é, também, o momento de se entender o que significa para o Brasil ter uma pauta de exportação fortemente ancorada em recursos naturais e qual é a posição do País nesta onda de globalização. Muitos jornalistas e gente ligada à economia gostam de comparar o Brasil com a China, onde o crescimento econômico de quase 10% ao ano é baseado na superexploração de recursos naturais e em tecnologias que não seriam aprovadas por nenhum órgão ambiental da Europa, ou mesmo do Brasil. No entanto, a China tem uma pauta muito diferente da brasileira. Os desafios de distribuição de renda da China e Índia conseguem ser muito mais intrincados do que os do Brasil, além das diferenças políticas marcantes, principalmente em relação ao governo instalado em Pequim. O Partido Comunista governa dentro de um centralismo que o deixa livre para fazer o que bem entender e a sociedade local não têm muitas instâncias para reclamar. Leia mais.
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