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26 de julho de 2007- Visualizações: 3997
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Florestas poderão gerar 8,5 mil empregos diretos
(Envolverde) As concessões de florestas federais poderão gerar 8,5 mil empregos diretos nesse primeiro ano, previu nesta quarta-feira (25) o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Tasso Rezende de Azevedo, ao final da 8ª reunião da Comissão de Gestão de Florestas Públicas, iniciada na terça, para discutir o Plano de Outorga Florestal 2007/2008.
Azevedo presidiu a reunião, em substituição a Maria Cecília Wey de Brito, da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Do encontro participaram também representantes dos ministérios do Planejamento, da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, da Defesa, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e da sociedade civil, por meio de associações estaduais e municipais.
O Plano de Outorga prevê que um milhão de hectares de florestas públicas podem ser liberados para uso da iniciativa privada nos próximos dois anos. A área só poderá ser utilizada se forem mantidas as técnicas de manejo sustentável para a extração de madeira, ou seja, retirada com impactos ambientais mínimos.
Na reunião também foi apresentado o primeiro cadastro de florestas públicas federais, que revela que dos 193 milhões de hectares incluídos, apenas 7% das florestas públicas serão destinadas para uso por empresas privadas. O levantamento do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) aponta que 121 milhões de hectares são destinados para a exploração comunitária, ou seja, os recursos só poderão ser usados por comunidades tradicionais.
De acordo com o cadastro, 55 milhões de hectares das glebas federais estão em unidades de conservação ambiental e não podem ser explorados.
Fonte: www.envolverde.ig.com.br
Azevedo presidiu a reunião, em substituição a Maria Cecília Wey de Brito, da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Do encontro participaram também representantes dos ministérios do Planejamento, da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, da Defesa, do Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, e da sociedade civil, por meio de associações estaduais e municipais.
O Plano de Outorga prevê que um milhão de hectares de florestas públicas podem ser liberados para uso da iniciativa privada nos próximos dois anos. A área só poderá ser utilizada se forem mantidas as técnicas de manejo sustentável para a extração de madeira, ou seja, retirada com impactos ambientais mínimos.
Na reunião também foi apresentado o primeiro cadastro de florestas públicas federais, que revela que dos 193 milhões de hectares incluídos, apenas 7% das florestas públicas serão destinadas para uso por empresas privadas. O levantamento do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) aponta que 121 milhões de hectares são destinados para a exploração comunitária, ou seja, os recursos só poderão ser usados por comunidades tradicionais.
De acordo com o cadastro, 55 milhões de hectares das glebas federais estão em unidades de conservação ambiental e não podem ser explorados.
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