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19 de maio de 2020- Visualizações: 3250
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Número de usuários e de visitas a sites pornográficos cresce com o coronavírus
Por Ariane Gomes
Plataformas que disponibilizam vídeos ou serviços pornográficos têm experimentado expressivo crescimento de audiência e venda desde o início da quarentena imposta em razão do coronavírus. Segundo os produtores desse tipo de entretenimento, isso se explica pelo aumento da quantidade de horas vagas que as pessoas estão tendo, além de ser visto como uma maneira de ajudá-las a ficarem em casa.
Para aumentar o número de assinaturas e de usuários, as plataformas digitais liberam o acesso a vídeos exclusivos e, algumas delas, anunciam que os ganhos obtidos serão revertidos em ajuda contra os prejuízos causados pela pandemia. Algumas empresas, porém, defendem a não colocação de conteúdo gratuito no ar, por reconhecerem que a gratuidade poderia atrair o interesse de crianças e adolescentes.
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Regularmente, um em cada dez visitantes de sites de vídeos pornográficos tem menos de 10 anos de idade e 26% dos adolescentes de 13 a 17 anos admitem ver pornografia pelo menos uma vez por semana. Com o crescimento da procura e da divulgação das ofertas dos sites de pornografia, é possível que, mesmo com algum discurso contrário, crianças e adolescentes sejam vítimas deles, o que seria um grande problema.
• Ariane Gomes atua como coordenadora de produção de Ultimato e gestora de conteúdo do Portal Ultimato.
Leia mais:
» Raio X do sexo estragado
Plataformas que disponibilizam vídeos ou serviços pornográficos têm experimentado expressivo crescimento de audiência e venda desde o início da quarentena imposta em razão do coronavírus. Segundo os produtores desse tipo de entretenimento, isso se explica pelo aumento da quantidade de horas vagas que as pessoas estão tendo, além de ser visto como uma maneira de ajudá-las a ficarem em casa.Para aumentar o número de assinaturas e de usuários, as plataformas digitais liberam o acesso a vídeos exclusivos e, algumas delas, anunciam que os ganhos obtidos serão revertidos em ajuda contra os prejuízos causados pela pandemia. Algumas empresas, porém, defendem a não colocação de conteúdo gratuito no ar, por reconhecerem que a gratuidade poderia atrair o interesse de crianças e adolescentes.
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