Palavra do leitor
29 de setembro de 2026- Visualizações: 28
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Os dois livros de Deus: você já leu?
"Uma igreja livre para instituições, governos e indivíduos livres."
Textos de Colossenses 1.15-17 e João 1.13
Os textos mencionados acima testificam de ser Jesus Cristo, o Logos Preexistente e Criativo, antes de tudo e de todos e como o originador de tudo e de todos. O quanto essas afirmações asseveram, sem nenhuma margem de dúvida, de a redenção não ser restrita a somente uns ou destinado a somente pessoas atingidas pela alienação ou pelo pecado, porque se estende e desdobra a todo o cosmos, o oikos, os espaços e, enfim, a tudo. Destarte, a redenção personificada e perpetrada por Jesus Cristo cooptou uma restauração e reconciliação orgânica de todos os eventos, tanto no céu quanto na terra, tanto no temporal quanto no eterno, no material quanto no imaterial para ser firmado e consubstanciado a criação de um novo tempo e de novas realidades. Atentemos para essas abordagens e por permanecerem como o verniz de uma dialética eloquente, mormente sem nenhum conteúdo apto a nos edificar. Presumidamente, vai além de uma elucubração intelectual, de argumentações apoteóticas de ordem teológica, de oratórias suasórias, porque essa redenção se lança para todas as esferas e dimensões (humana, cósmica, espacial, temporal e até eterna), como o ato pleno, incontestável e atencioso do Deus Criador de tudo e de todos, por cada um de nós, por moldar nossas vidas com o movimento do amor que nos envolve e eleva. Nesse arranjo expositivo, debruço-me, novamente, em Abram Kuyper, a qual nos contempla com duas primorosas metáforas sobre os dois livros e ouso dizer – os dois livros do Deus Ser Humano Jesus Cristo, conforme pode ser atestado e observado na Confissão Belga (Artigo 2), em que se enfoca natureza, as coisas criadas, como o segundo livro ao lado do primeiro, nada mais e nada menos, do que as Escrituras Sagradas, num conjuminar entre Deuteronomio 29.29 e 1 Pedro 3.15. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, ambos os livros são o desvelar do Deus Ser Humano Jesus Cristo, como caminhos pelos quais podemos aprender, apreender, compreender e conhecer o Criador de tudo e de todos, além dos seus apanágios ou atributos. Decerto, esboça-se mais uma metáfora, com o escopo de cotejar ou de comparar as Escrituras como se fossem uma lente, como se fossem óculos que focalizam e visualizam o mundo natural, o cosmos, o oikos, a natureza e nos concedem meios para decodificar ou decifrar os apanágios divinos desvelados ali. Sumamente, a natureza, o cosmos, o universo, o oikos são partes ou esferas precípuas ou fundamentais do que o Deus Criador de tudo e de todos desvelou a cada um de nós e corrobora ou confirma o movimento do amor desse Deus por cada um de nós e que quer elevar a nossa alma e todo o nosso ser ao êxtase ou ao esplendor da gratidão. Ao se vincular com os dois livros de Deus, por meio da inspiração do Espírito Santo, cumprimos a ordenança de conhecer e compreender a esse Deus, mediante o contato de suas obras ou feitos.
Textos de Colossenses 1.15-17 e João 1.13
Os textos mencionados acima testificam de ser Jesus Cristo, o Logos Preexistente e Criativo, antes de tudo e de todos e como o originador de tudo e de todos. O quanto essas afirmações asseveram, sem nenhuma margem de dúvida, de a redenção não ser restrita a somente uns ou destinado a somente pessoas atingidas pela alienação ou pelo pecado, porque se estende e desdobra a todo o cosmos, o oikos, os espaços e, enfim, a tudo. Destarte, a redenção personificada e perpetrada por Jesus Cristo cooptou uma restauração e reconciliação orgânica de todos os eventos, tanto no céu quanto na terra, tanto no temporal quanto no eterno, no material quanto no imaterial para ser firmado e consubstanciado a criação de um novo tempo e de novas realidades. Atentemos para essas abordagens e por permanecerem como o verniz de uma dialética eloquente, mormente sem nenhum conteúdo apto a nos edificar. Presumidamente, vai além de uma elucubração intelectual, de argumentações apoteóticas de ordem teológica, de oratórias suasórias, porque essa redenção se lança para todas as esferas e dimensões (humana, cósmica, espacial, temporal e até eterna), como o ato pleno, incontestável e atencioso do Deus Criador de tudo e de todos, por cada um de nós, por moldar nossas vidas com o movimento do amor que nos envolve e eleva. Nesse arranjo expositivo, debruço-me, novamente, em Abram Kuyper, a qual nos contempla com duas primorosas metáforas sobre os dois livros e ouso dizer – os dois livros do Deus Ser Humano Jesus Cristo, conforme pode ser atestado e observado na Confissão Belga (Artigo 2), em que se enfoca natureza, as coisas criadas, como o segundo livro ao lado do primeiro, nada mais e nada menos, do que as Escrituras Sagradas, num conjuminar entre Deuteronomio 29.29 e 1 Pedro 3.15. Sempre se torna de bom alvitre mencionar, ambos os livros são o desvelar do Deus Ser Humano Jesus Cristo, como caminhos pelos quais podemos aprender, apreender, compreender e conhecer o Criador de tudo e de todos, além dos seus apanágios ou atributos. Decerto, esboça-se mais uma metáfora, com o escopo de cotejar ou de comparar as Escrituras como se fossem uma lente, como se fossem óculos que focalizam e visualizam o mundo natural, o cosmos, o oikos, a natureza e nos concedem meios para decodificar ou decifrar os apanágios divinos desvelados ali. Sumamente, a natureza, o cosmos, o universo, o oikos são partes ou esferas precípuas ou fundamentais do que o Deus Criador de tudo e de todos desvelou a cada um de nós e corrobora ou confirma o movimento do amor desse Deus por cada um de nós e que quer elevar a nossa alma e todo o nosso ser ao êxtase ou ao esplendor da gratidão. Ao se vincular com os dois livros de Deus, por meio da inspiração do Espírito Santo, cumprimos a ordenança de conhecer e compreender a esse Deus, mediante o contato de suas obras ou feitos.
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