Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Seções — Cartas

Cartas

De onde você vem, para onde vai?
O tema de capa da edição de setembro/outubro foi muito bom. Eu nunca imaginei Agar como uma refugiada e o modo como a autora escreveu trouxe luz sobre um problema tão atual e triste, como foi triste o trajeto no deserto da pobre Agar.
Léa B. de Andrade, Leopoldina, MG

A edição de setembro/outubro conseguiu trazer o drama atual de milhões de pessoas que enfrentam o deslocamento forçado. Indo além, fez uma reflexão bíblica teológica do amor incondicional de Deus para com essas pessoas, olhando-as individual e pessoalmente, assim como fez com personagens bíblicos que estavam fugindo da terra natal. Há esperança para o refugiado -- o acolhimento e o amor de Deus por meio de pessoas como eu e você.
Debora Fahur, Araçariguama, SP

Como curar o mundo
Concordo com o pastor Ed René no artigo Como curar o mundo (setembro/outubro de 2017) que a Igreja de Cristo deva dar uma atenção especial aos que vivem em um estado de vulnerabilidade. Mas lamento que ele tenha defendido seu argumento a expensas de uma leitura equivocada da Willow Creek Community Church feita por uma reportagem mal intencionada da “Folha de São Paulo”, conjugada com sua então visão imatura do propósito da Igreja. Eu também estive na mesma conferência de líderes em 1997, e em anos seguintes até hoje, e percebi uma outra igreja, extremamente comprometida com o serviço ao próximo e cuja mensagem pregada do púlpito era e é absolutamente fiel ao evangelho de Cristo. Prova disso é a promoção da “The Justice Conference” da qual ele participou recentemente.
Alexandre Tempel, Cotia, SP

Mais uma vez o pastor Ed René traz uma linda reflexão, que nos faz pensar o papel que desempenhamos na missão integral. O texto O Deus que toma partido, na edição de maio/junho, sobre a tragédia de Mariana, já tinha me causado grande impacto. E com Como curar o mundo (setembro/outubro de 2017) não foi diferente. Parabéns a Ultimato por contar com autores desse nível em suas edições.
Daniela Felix, Itaguaí, RJ

Missão integral -- de mais ou de menos?
O conteúdo sobre missão integral está em excesso e de forma unilateral, visto que esta visão tem várias críticas em sua aplicação e teologia e a revista Ultimato demonstra favorecer a linha teológica da Teologia da Missão Integral.
Salatiel C. Bairros, Porto Alegre, RS

Entendo que é preciso mais matérias sobre missão integral na revista, devido à importância do assunto.
Fábio S. Faria, Goiânia, GO

Relevante ou irrelevante?
O “Especial” Brasil -- Um retrato em preto e branco (julho/agosto de 2017) é uma boa pesquisa para mostrar a realidade vergonhosa e cruel dos negros. Não se pode justificar esse comportamento social. Devemos lutar juntos pela valorização e dignidade dos brasileiros negros.
Antonia Leonora van der Meer, Carambeí, PR

É relevante levantar questões atuais em uma revista evangélica (Brasil -- Um retrato em preto e branco, julho/agosto de 2017), mas penso que se gastou muito espaço com um tema mais que batido pela mídia secular. O espaço deveria ser mais usado para assuntos referentes a temas bíblicos.
Carlos Augusto S. Brusth, São Gonçalo, RJ

Generalização que beira o preconceito
Não apreciei o artigo De pecados, política e preguiça, de Bráulia Ribeiro (julho/agosto de 2017). Há muitas generalizações que beiram o preconceito. Não entendo o povo brasileiro como preguiçoso, e usar a influência dos portugueses como justificativa é desconsiderar que a maior parte da população é negra, portanto está sob influência de outra cultura. Triste ver como as posições da autora estão sendo influenciadas pela cultura norte americana. Esse é meu modo de entender algumas posições que ela tem defendido em seus artigos.
Tânia de Medeiros Wutzki, Campinas, SP

Conteúdo que informa e forma
Estou degustando cada pastoral, devocional e artigos informativos de Ultimato de julho/agosto de 2017. Agradeço por ela fazer parte do nosso dia a dia com um bom conteúdo informativo e uma boa linha teológica que enriquece a nossa formação como discípulos do Mestre e da sua seara.
Gilson Ricardo da Silva, Ananindeua, PA

Ultimato para missionários
Sou húngara e trabalho como missionária no Brasil há mais de 24 anos. Atualmente sirvo ao Senhor com a Missão Paz em Santarém, PA, junto aos ribeirinhos da Amazônia, e recebo Ultimato por meio da missão. A matéria de capa é sempre edificante. Além de estudos profundos, a revista também traz uma variedade de assuntos interessantes, reportagens sobre missão mundial e visão global. Meu maior prazer é colecionar as cópias já lidas da revista e levar para os obreiros em nossas viagens. Muitas vezes falta material de treinamento ou simplesmente um novo assunto desperta interesse e Ultimato acaba sendo usada pelo Espírito Santo. Senti o desejo de agradecer em nome da Missão Paz pela bênção que a revista é, pelo presente que se multiplica, por ajudar de uma forma maravilhosa na educação e crescimento da igreja do reino de Deus.
Viktória Fulop, Santarém, PA

Ultimato no hospital
Além de ler diariamente Ultimato, transcrevo parte do conteúdo para a minha página no Facebook, citando as referências. Faço capelania em dois hospitais em Vitória, ES, usando parte dos artigos na leitura para enfermos.
José Almeida N. Sobrinho, Vitória, ES

Minha história com Ultimato
Católico, sou um leitor atípico da revista. O convite para participar -- por meio de pesquisa enviada aos assinantes -- me dá uma chance de opinar sobre inovações gráficas e de conteúdo que tenho observado em Ultimato. Os infográficos dos dois últimos números são muito interessantes. Aquele sobre os negros é, além disso, surpreendente e incomum numa publicação evangélica. Devo estar entre as primeiras pessoas que conheceram a revista. Em maio de 1968, quando uma equipe do Hospital das Clínicas da USP, sob o comando do cirurgião Euryclides de Jesus Zerbini, realizava o primeiro transplante de coração no Brasil, participei, como representante da Diocese de Sorocaba, de um encontro na Casa de Retiros da Penha, em São Paulo, com o objetivo de refletir sobre o fato de os meios de comunicação de massa tomarem conhecimento da estruturação do Departamento Regional da Opinião Pública da CNBB. Eu somava, na ocasião, uns dez anos de carreira em rádio e jornal, mas aquele foi o meu primeiro contato com os aspectos teóricos das ciências da comunicação, contato esse que teve importante impacto em minha vida profissional. Num intervalo das reuniões de estudo e debate, eu e os demais participantes recebemos, de uma senhora que visitou a casa, o número de lançamento de Ultimato. Reencontrei a publicação em diferentes momentos e, faz algum tempo, tornei-me assinante. É uma revista valiosa, sob o ponto de vista informativo e pelas diferentes opiniões de seus colunistas. Em “Novos acordes”, de Carlinhos Veiga, sempre encontro informações surpreendentes sob os experimentos de novas expressões musicais, que utilizam a viola caipira -- uma das minhas paixões. Meus cumprimentos à equipe.
Geraldo Bonadio, Sorocaba, SP

Cativados por Ultimato
Depois de conhecer Ultimato, viver sem ela é impossível!
Joelden Roberto Alves Rocha, Belém, PA

Ultimato tem o tipo de redação gostosa de ler. Você pode ser leigo no assunto, mesmo assim entenderá o que está sendo abordado. Foi essa simplicidade que me cativou.
Arijane-Adne S. Alves, Teresina, PI

O preço de Ultimato
Pelo conteúdo, pela beleza, qualidade da impressão e um português de invejar inúmeras revistas, acho barato o preço anual de Ultimato.
Célio Antonieto, Ubá, MG

Legado preservado
Ultimato é uma revista que recebo há muito tempo e, apesar disso, é moderna, atualizada, com assuntos relevantes para refletir. É importante que essa filosofia do seu criador, pastor Elben César, seja mantida na continuidade dessa preciosa literatura. Parabéns a toda a equipe.
Jorge Ribeiro, Niterói, RJ

Desde que comecei a cursar teologia eu tive contato com as publicações de Ultimato, mas no final do ano passado é que assinei a revista. A primeira edição que recebi foi logo após o anúncio de falecimento do pastor Elben César. Embora não o tenha conhecido pessoalmente, ao ler seus textos (publicados na edição de novembro/dezembro de 2016) pude lamentar profundamente o seu falecimento. Sem dúvida, o Brasil perdeu um grande homem de Deus, com uma capacidade extraordinária de comunicar as verdades do reino. Porém, ao mesmo tempo em que o falecimento me trouxe pesar, trouxe também certo regozijo, ao perceber que seu legado continuaria a cumprir o mesmo propósito. Sendo assim, agradeço a Deus pela vida deste homem (que mesmo sem me conhecer, abençoou e abençoa) e por aqueles que mantêm vivo o seu legado. Que Deus os abençoe!
Victor A. do Nascimento, Pedro Leopoldo, MG

HÁ 10 ANOS
Cada número de Ultimato é uma surpresa! Desde as cartas dos leitores aos artigos de todos os colaboradores, os textos nos levam a pensar. [Tenho por vocês] uma demorada mistura de amor cristão e gratidão.
Zaíra Paes Barreto, Niterói, RJ
Janeiro de 2007


CARTAS DA PRISÃO
Agradeço o envio de exemplares de Ultimato. A revista tem contribuído para ampliar meus conhecimentos. Desejo continuar a receber as edições até o momento que me for útil, ou seja, até a minha morte, quando for para a glória.
C. C. S., Tremembé, SP

Ao ler o artigo Sola gratia, do presbítero Rubem Amorese (maio/junho de 2017), que fala sobre a parábola do credor incompassivo, fui despertado pelo maravilhoso poder do perdão. O homem natural ou mesmo aquele que está há anos em uma religião, mas sem ter a experiência do novo nascimento, jamais saberá perdoar. A mensagem impactou o meu coração. Eu precisava dela.
D. P. Q., Lucélia, SP

PORTAL ULTIMATO
Excelente o artigo Por que o missionário precisa estudar “linguagem cultural”? (Blog Paralelo 10, 21/8/2017). Eu gostaria que houvesse a versão dele em espanhol para compartilhá-la com meus contatos. Parabenizo Ultimato pela qualidade dos artigos, que abordam problemas que desafiam o pensamento e ajudam a considerar aspectos que muitas vezes não são levados em consideração na igreja, mesmo que sejam fundamentais.
Rosalia, Argentina

Que história linda em A menina que “se perverteu”, de Lúcia Viana (Por Escrito, 29/9/2017). Fui para Cristo, mas demorei a me converter de verdade. Minha vida foi um desastre, porque amava o mundo e Cristo ao mesmo tempo. Tenho muitas sequelas e arrependimento de ter sido tão rebelde. Porém, louvo a Deus, que, mesmo assim, nunca desistiu de mim. Entre cinco irmãos, só eu me converti a Cristo, e tive uma mãe espírita que me perseguiu até o último dia de sua vida, por eu ser cristã. Passei por muitas igrejas pentecostais e vivi muitas heresias até que, um dia, o Espírito Santo me fez enxergar o verdadeiro evangelho. Hoje me sinto uma cristã zelosa da Palavra de Deus e ensino meus quatro filhos a serem verdadeiramente fiéis a Deus, para que não passem pelo que passei. Amo o meu Deus; obrigada, Senhor, por ter me escolhido e não ter desistido de mim! Frequento a Primeira Igreja Batista em Minas Gerais.
Maria Mônica

Excelente, clara e profunda a reflexão e a compilação de dados do artigo O mal nosso de cada dia e a redução da idade penal, de Welinton Pereira (Opinião, 25/9/2017). Só assim, muitos de nós cristãos seremos capazes de ter a mente transformada e não conformada ao discurso do mundo, como bem nos alerta Romanos 12.2.
Rosana Tavares

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.