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Notícias — Conexões

A correnteza do evangelho




1) Alyson e refugiados; 2) Sandra, família e ciganos; 3) Saulo comunicando-se em LIBRAS



A despeito de tanta confusão nos relacionamentos e divisões entre igrejas, o evangelho segue a correnteza imprevisível, com a força do Espírito Santo e o desprendimento de muitos. Ele faz pessoas encontrarem a Deus e encontrarem-se em seu reino. Veja alguns exemplos. Sandra Gomes, de 47 anos, de Curitiba, PR, teve de mudar de casa em 2005. Seus novos vizinhos eram ciganos portugueses. Muitos não gostavam deles. O líder dos ciganos era rico e arrogante, mas ficou doente. Com um câncer avançado, os médicos não lhe deram esperança. Mas na doença veio a fé, e uma nova vida em Cristo. “As portas se abriram para o evangelho, e hoje há uma igreja entre os ciganos portugueses”, diz Sandra.


Já Alyson Melo, de 26 anos, queria ser missionário, mas não sabia para onde ir. Encontrou-se com Mário Freitas, da Missão MAIS, em um seminário em Dourados, MS. Mário convidou-o para trabalhar com desenvolvimento comunitário e microcrédito no Haiti. Ele foi e viveu lá por dois anos, ajudando a reerguer a vida de muitas famílias. Em um curso nos Estados Unidos com imigrantes, ele conheceu July, do Butão. Ela tinha 21 anos e morou quase a vida toda, dezenove anos, em um campo de refugiados. A vida dela marcou Alyson e firmou seu compromisso em ajudar quem teve de fugir de casa. Hoje ele trabalha no Brasil, conectando a igreja brasileira com a “igreja sofredora” e vendo o evangelho renovando a esperança de tantos refugiados.


Saulo Xavier, de 33 anos, é missionário entre os surdos -- há no Brasil cerca de 9 milhões de pessoas com limitações de comunicação. A decisão de aprender LIBRAS veio de um constrangimento, quando Saulo tinha 18 anos. No momento da ceia em sua igreja local, ele sentou-se ao lado de um surdo e não soube como interagir. “Naquela hora, Deus me deu uma razão para comunicar o evangelho”, disse ele. Saulo já viu muitos surdos conhecendo as boas novas que não se limitam a discursos bonitos, mas que transformam vidas.


Sandra, Alyson e Saulo, apesar de trabalharem com pessoas em condições tão diversas -- e adversas --, encontraram-se no dia 22 de abril em um “painel” sobre os grupos menos evangelizados no Congresso Vocare, em Maringá, PR. Junto com outros missionários e uma plateia de trezentos jovens, eles contaram suas experiências de vida e chamado. No final, oraram juntos para que o evangelho de Jesus Cristo -- o único que une e reconcilia eternamente -- seja conhecido e vivido por muito mais gente onde a Igreja de Cristo ainda não está.

PODCAST
Ouça o podcast do Irmaos.com com o áudio do painel na íntegra.

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Um pão que já dura sessenta anos

Em 1938 não havia internet, nem smartphones. Já a TV só foi disseminada após a Segunda Guerra (1939-1945). O rádio era o poderoso meio de comunicação em massa. E foi em uma pequena estação de rádio no estado de Michigan, Estados Unidos, que surgiu a “Radio Bible Class” (Classe Bíblica de Rádio). O locutor era o médico -- que depois tornou-se pastor -- M. R. DeHaan. A repercussão foi tão boa que, em 1956, o que era falado tornou-se escrito. Nascia o “Pão Diário”, o mais conhecido devocionário evangélico do mundo, com textos simples, misturando histórias e reflexões bíblicas. Hoje, após sessenta anos, o “Pão Diário” é lido em 57 idiomas e distribuído em 156 países.

 

Entre nós. Para todos. Pelo reino de Deus

Ideias, movimentos, negócios sociais, pesquisas, projetos. Que iniciativas sociais os evangélicos estão realizando? Como ajudá-los a aperfeiçoá-las? Um grupo de jovens evangélicos iniciou uma plataforma de comunicação chamada Coletivo Entre Nós, com a ideia de reunir iniciativas e trabalhar junto com quem as idealizou para que o poder transformador do reino seja cada vez mais reconhecido. “Queremos contar histórias de iniciativas que promovem e defendem direitos a partir do exercício de uma fé cidadã”, dizem os organizadores. Para participar, cadastre-se no
site

 

Evangélico integra Conselho Nacional de Assistência Social
Mauricio Cunha, representando o Centro de Assistência e Desenvolvimento Integral (CADI), foi eleito no dia 6 de maio para um mandato de dois anos como primeiro suplente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Ele é o órgão mais representativo da sociedade civil para a elaboração de políticas públicas na área da ação social. O CADI é uma organização cristã que atua há 22 anos no desenvolvimento integral de comunidades pobres e está presente em oito estados brasileiros. Em 2015, beneficiou cerca de 16 mil pessoas.

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