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Seções — Cartas

Cartas

Desonestidade e autoengano

Só não adorei porque aprendi e concordo que a adoração deve ser somente a Deus, mas confesso que amei o artigo Desonestidade e autoengano, abordado por Ricardo Barbosa (março/abril de 2016). Concordo plenamente com o que foi exposto. É o que continua acontecendo com muitas pessoas nos dias atuais, pelos motivos apresentados e por outros que, sem dúvida, não houve espaço para serem colocados. A revista sempre me surpreende desde que a conheci, ao ter em mãos o número de maio de 1988 (ainda em preto e branco), cuja matéria de capa era “Riscos de distorção em tempos de avivamento”. Tenho comigo a maioria delas. Sempre revejo algumas no preparo de meus sermões. Sua continuação é extremamente importante. Sou pastor da Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo.

Oraci do Amaral, Jundiaí, SP

 

Os ateus amigos de Deus

Li o artigo Os ateus amigos de Deus, de Ed René, poucos dias antes do atentado de Bruxelas. Nunca havia pensado na questão levantada por ele. De repente, aquele amor, que quer nos ensinar a viver em paz e união, tornou-se combustível de uma guerra sem escrúpulos nem objetivo concreto.

Andressa Nascimento, Xaxim, SC

 

Sobre o papa

Achei curiosas as opiniões de pastores evangélicos americanos sobre o papa Francisco, mas não tão inesperadas, dada a descaracterização do cristianismo no país (Como os pastores evangélicos veem o papa?, janeiro/fevereiro de 2016). Embora Bergoglio transmita a imagem de um papa pacificador e reconciliador, tenho ressalvas quanto a essa visão, com base em certas missas e homilias divulgadas na internet. Sou membro da igreja presbiteriana.

Rafael M. Reis, Varginha, MG

 

Ultimato deve abrir mão das notícias “prontas”

Sou assinante de Ultimato há vários anos e a considero uma revista equilibrada, atualizada e sem sectarismo (um pouco raro em nosso meio evangélico). Enfim, comprometida com os autênticos valores cristãos. Com todo o respeito e admiração que tenho pela revista, não poderia deixar de concordar com o leitor Artur Leonardo G. Barbosa, em seu comentário na edição de novembro/dezembro de 2015, a respeito da entrevista Vivemos num país sem muros (setembro/outubro de 2015). Por favor, em nome da seriedade de que Ultimato desfruta ao longo da sua existência, não repitam o que a grande mídia brasileira costuma fazer: transmitir notícias “prontas” que levam o leitor/telespectador a não refletir e a tirar suas próprias conclusões, ou como bem disse o missivista citado acima: “Ultimato poderia ter ao menos utilizado a entrevista para confrontar as incoerências do procurador, mas isso também não aconteceu”.

Rosinete Aquino, Recife, PE

 

Em letras grandes

Penso que Ultimato é feita somente para jovens, que enxergam muito bem. Eu pessoalmente tenho tido dificuldades em ler, pois as letras são miúdas, quase invisíveis, e algumas páginas têm fundo preto. Dá para melhorar? Se não for possível, terei de cancelar minha assinatura, pois não consigo ler.

Josias F. de Ávila, Campinas, SP

 

O Mineiro com Cara de Matuto

Hoje me deparei com a reportagem do Mineiro com Cara de Matuto intitulada Auschwitz – um triste cartão de visita, publicada há treze anos (maio/junho de 2003). Apesar de morar em Oswiecim, onde fica o museu sobre o holocausto, e de sempre visitar o local, me emocionei muito relendo a matéria feita por ele. De fato não se pode vir à Polônia sem visitar Auschwitz, “o lugar mais notório de genocídio da história”. O Mineiro foi meu hóspede e eu, seu intérprete e cicerone.

Belarmino Gonçalves, Oswiecim, Polônia

 

Este trabalho do Mineiro com Cara de Matuto é extremamente esclarecedor. Coloca-nos com o mundo real, comove nosso coração, perturba nosso espírito e nos induz à ação! E o faz nos mostrando o caminho do amor. Parabéns, Ultimato! Parabéns, Mineiro! Seja cheio da graça.

Nilson Artur, Governador Valadares, MG

 

Sempre tive curiosidade de saber quem representava tão bem o Mineiro com Cara de Matuto. Sou do interior, onde o matuto é aquele camarada esperto, cheio de “histórias”, sempre criativas. Todo mundo gosta de ficar perto dele para ouvi-lo. A última reportagem do Mineiro, sobre as travestis de Belo Horizonte, pessoas que vivem à margem da sociedade, veio ao encontro do trabalho que a JOCUM realiza na rua Guaicurus, onde há, segundo a contagem mais recente, quatorze prostíbulos, chamados de hotéis. Há quinze anos, o “tio” Pedro, um homem que tem um coração amolecido pelo amor de Deus, dá assistência àquelas meninas. Gostaria muito que o Mineiro passasse o Dia das Mães conosco naquela região.

Charles W. Nunes, Belo Horizonte, MG

 

De volta à Holanda – depois de 52 anos no Brasil

Prezados irmãos da revista Ultimato, tenho de comunicar-lhes que, em breve, voltarei para a terra onde nasci e me formei, e de onde parti em 1964 para ser batizado na realidade brasileira. Desde então, passei 52 anos da minha vida aqui, trabalhando como padre em Divinópolis, MG, Ceilândia, DF, Contagem, MG, e, desde 1992, em Tefé, AM. Desde os anos 70, Ultimato vem me acompanhando; primeiro, como brinde, enviado gratuitamente para nossa casa em Ceilândia; depois, como assinatura em meu nome, interrompida em 2000–2006, por causa de um período de serviço na Holanda. Sempre apreciei o espírito ecumênico da revista. Principalmente em Ceilândia, tivemos a graça de poder trabalhar a serviço da população com a organização Pró-Gente, da igreja presbiteriana, sob a direção do pastor João Miller (desde a Vila do IAPI). Tenho tirado proveito espiritual e pastoral da riqueza bíblica disseminada na revista e das reflexões de Ricardo Barbosa, Bráulia Ribeiro, Alderi Souza de Matos, Paul Freston e tantos outros. Agradeço por tudo isso. Agradeço também pela firmeza em manter e defender a verdade, realçada pela Reforma do século 16; isto é, nas palavras de Elben César: “O pecador se purifica quando fica horrorizado com a sua culpa, e quando toma conhecimento do sacrifício vicário de Jesus e se apropria dele pela fé”. Sem isto, acaba o cristianismo. Voltando para a Holanda, levarei também anotações que fiz de leituras na revista. Peço para encerrar a minha assinatura. Obrigado, e que Deus, em vocês, continue abrindo o futuro para o evangelho no Brasil.

Antônio Gruyters, Tefé, AM

 

Com a Bíblia em uma das mãos e Ultimato na outra

Como pão quentinho com café passado na hora, revigorante para um dia de trabalho e lutas, Ultimato tem sido em minha vida e ministério pastoral. Eu leio a revista há mais de 25 anos! Equilibrada sem ser fraca, bíblica sem ser fundamentalista, atual sem ser populesca, relevante e reflexiva, ajuda-nos a ler a realidade “com a Bíblia em uma mão e o jornal na outra” (com um toque de teologia reformada)!
Levi F. de Alvarenga, Mogi Mirim, SP

Ultimato 48 anos

Parabéns pela excelente revista. Não perco uma página.

Pe. Manuel Maria Tort, São Paulo, SP

 

Ultimato se destaca entre muitos periódicos publicados no Brasil, pelo seu teor indenominacional e profundidade teológica, com uma linguagem que todos entendem. Seus artigos são enriquecedores. São mensagens da parte de Deus, por instrumentalidade de homens e mulheres comprometidos com o reino de Deus na terra. Tais mensagens são úteis para informação, correção, consolação, despertamento espiritual, incentivo e edificação de seus leitores. Tive o privilégio de ler os primeiros números. Parabéns pelos 48 anos desse periódico tão conceituado entre nós brasileiros.

Hugo do Nascimento, Uberlândia, MG

 

Parabéns, Ultimato! A cada edição somos edificados, discipulados e abençoados. Deus, tenho certeza, está muito satisfeito com a revista. Vamos juntos em 2016.

Pedro Antônio C. Mendonça, Maceió, AL

 

Há 15 anos

Recebo Ultimato com alegria e gratidão. Gostaria de expressar todo o meu apreço por ela, que é, sem dúvida, uma revista séria e, sobretudo, comprometida com a verdade. E a verdade para mim tem nome – chama-se Jesus Cristo, pois ele é a verdade suprema, a única verdade. Fora ele, tudo o mais é mentira. Ultimato é uma revista comprometida com Jesus Cristo – nosso Senhor e Salvador. A revista muito tem me ajudado no exercício do ministério sagrado.

Pe. José Orlando Proença, Japira, PR

Novembro de 2001

 

Cartas da prisão

O diálogo interdenominacional, o engajamento com missões, os livros de qualidade que publicam e a dedicação aos presos mostram quanto vocês prestam valiosos serviços ao reino de Deus. Em meu sonho de tornar-me um missionário e servo de Jesus, olhei para o cárcere não como uma derrota, mas como um campo missionário, um lugar repleto de almas necessitadas de amor e restauração. Muitos de nós têm pecados (crimes) graves, como estupro e pedofilia. Porém, em meu olhar de servo, não posso vê-los como homens vis, mas como Jesus os vê, cheio de compaixão. Decidi então ouvi-los e criar um grupo de apoio para sanar seus traumas. Tenho visto muita dor aqui. Quantos choraram comigo e ainda choram! Que bom que, em meio a toda essa luta, temos Ultimato conosco. Acabo de sair de um período de isolamento, por suspeita de tuberculose. Fiquei sozinho numa cela pequena, só eu e Deus. Graças a ele, vocês me enviaram Culpa e Graça, de Paul Tournier, e ele me ajudou a passar por esse tempo. 100% curado, estou de volta à minha cela. Queremos mostrar ao mundo cristão que a restauração e cura para o homossexualismo, o exibicionismo, a pedofilia, é possível, embora seja um processo gradual. Escrevi aqui no cárcere o livro “Desejos Secretos – Como a Sabedoria da Bíblia nos Torna Sexualmente Felizes”, o qual aborda histórias e métodos para vencermos o vício sexual. Que o Senhor os ilumine.

R. M. B., Sorocaba, SP

 

Escrevi a seguinte oração em favor de Ultimato: “Senhor, venho em nome de Jesus te pedir que derrame tuas bênçãos, proteção e recompensa sobre a vida de todos os que trabalham em prol da revista Ultimato e de todos os missionários do CEM. Mantém esses teus servos com saúde, paz, amor e prosperidade espiritual. Amém”. Sou um preso beneficiado pelas ações ministeriais de Ultimato.

J. R.

 

Portal Ultimato

 

“Ciência e Fé Cristã”

Não tenho palavras para expressar toda a satisfação que tive ao encontrar os livros anunciados na edição de março/abril de 2016 de Ultimato. Sou estudante de ciências sociais da Universidade Federal do Pará (UFPA) e tenho trilhado um caminho de altos e baixos pelo meu curso (mais baixos do que eu queria), devido ao conflito constante que experimento todos os dias entre ciência e fé cristã. Tenho tido motivos pra abandonar o barco da sociologia, antropologia e ciências políticas. Porém, nunca o fiz porque sempre tive convicção de que esse caminho era vontade de Deus para minha vida, por mais dificultoso que ele poderia ser, por isso desistir não é uma opção. Em súplicas a Deus, tenho obtido direções e uma delas foi encontrar o acervo de livros da Editora Ultimato. O Evangelho em uma Sociedade Pluralista, Crer é Também Pensar e agora a série que estão se propondo a publicar sobre ciência e fé cristã. Realmente não tenho palavras para agradecer. Eu agradeço o esforço e trabalho de vocês. Serei cliente, porque sei que, assim como o Senhor me apresentou o caminho, ele também me dará condições de seguir por ele.
Isabella Feitosa

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