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Seções — Cartas

Cartas

Fuja da imoralidade sexual

Parabenizo Ultimato pela coragem de tocar em uma condição nevrálgica da espiritualidade cristã. O assunto é tenso por causa da distância sistêmica que existe entre a visão espiritual a respeito da sexualidade relacional e a visão social, que, dia após dia, degrada a bênção sexual resumindo-a em “egolatria consumista”. Resgatar a sacralidade da vida sexual é uma enorme carga horária de desafios que a revista fez questão de assumir.

 

Marciel Diniz, São Miguel do Iguaçu, PR

 

A respeito da matéria Fuja da imoralidade sexual, queria somente deixar uma frase de C. S. Lewis para aqueles que já passaram pelo problema de abandonar certos pecados ou até mesmo imoralidade sexual: “Peça perdão a Deus depois de cada falha, levante-se e tente de novo. Muito frequentemente, o que Deus nos ajuda a conquistar primeiro não é a virtude em si, mas somente a capacidade de sempre tentar de novo”.

Alexsandro M. de Azevedo, Equador, RN

 

A matéria de capa Fuja da imoralidade sexual chamou muito a nossa atenção aqui no cárcere e forneceu o apoio de que precisamos. Sei que Jesus pode e quer resgatar inúmeros compulsivos sexuais.

Rodrigo M. Barbosa, Penitenciária de Sorocaba, SP

 

O papa no conceito de pastores americanos e crentes brasileiros

É de estranhar que 90% dos pastores evangélicos dos Estados Unidos afirmem que um católico pode ser um cristão autêntico (seção Ultimatoonline, janeiro/fevereiro de 2016). A impressão é que eles estão embotados pelo secularismo, totalmente envoltos no véu do ecumenismo ou desconhecem as práticas da fé romana. No Brasil, a primazia da fé romana é inquestionavelmente dada a inúmeras “Nossas Senhoras”, bem como à Rainha do Céu. Além disso, há incontáveis hostes de “santos”, cuja canonização atribui-lhes o condão da onipresença, se não efetivamente, pelo menos subjetivamente. Sou membro da Igreja Presbiteriana Betel.

Francisco Orlando O. de Medeiros, Feira de Santana, BA

 

 

 

O Mineiro com Cara de Matuto e as travestis

A matéria do “Mineiro com Cara de Matuto” sobre o trabalho de evangelização com travestis foi bastante lúcida e oportuna. Apenas discordo do sufixo “fobia”. Embora seja verdade que alguns os discriminem, esse sufixo foi idealizado pelo movimento LGBT e visa separar a sociedade em “homo” e “hetero”, quase numa “divisão de classes”. Infelizmente hoje, quando discordamos das práticas homossexuais, somos tachados de “homofóbicos”, e chegam a dizer que nosso discurso é “heteronormativo”. Mas é Deus quem diz que o homossexualismo é pecado, e os cristãos não buscam a morte dos que assim desejam viver. Na verdade, a cartilha LGBT quer mesmo é nos proibir de discordar.

Antonio Carlos Rosa Júnior, Juiz de Fora, MG

 

Fanny e Mary

 

Gostei da história da missionária escocesa Mary Mitchell Slessor contada pelo historiador Alderi Souza de Matos na edição de janeiro/fevereiro de 2016. Foi impactante o amor dela pelos africanos, mais precisamente pelos nigerianos. Histórias assim devem ser sempre lembradas para despertar o amor por missões tão desacreditado nos dias de hoje.

Ana Tereza

 

Sobre a despersonalização da missão

Muito pesado o que Bráulia nos aponta no artigo Sobre a despersonalização da missão (Ultimato, janeiro/fevereiro de 2016). Não sei se generalizou. Sou cirurgião dentista em Governador Valadares e já cuidei de dentes cariados de alguns missionários que retornavam do campo em férias. Dor no dente e às vezes na alma. Sei que Bete hoje reside na comunhão com o Deus Eterno e com todos os salvos, gozando uma vida que veio da graça! É evidente que isso não ameniza o ocorrido. Se todos os que contribuem com missões lerem isso, certamente pedirão contas do uso do dinheiro enviado.

Nilson Artur, Governador Valadares, MG

 

Onde estão eles?

 

Excelente reflexão nos traz o artigo de Ed René Kivitz na edição de novembro/dezembro de 2015 de Ultimato. Infelizmente atravessamos um momento conturbado e triste da Igreja. Que Deus tenha misericórdia de nós.

Ewerton N. Oliveira, Fazenda Rio Grande, PR

 

O cristianismo no gigante asiático

Fato pouco conhecido é como os missionários protestantes tiveram licença para entrar na China. Foi consequência do acordo de paz efetuado com a Grã-Bretanha, no século 19, após a guerra do ópio. Essa guerra foi efetuada pelos ingleses para forçar o governo chinês a aceitar a compra do ópio, quando os mesmos, por razões óbvias, haviam decidido banir o comércio. A China perdeu a guerra, e entre as várias cláusulas do tratado de paz (que incluía a aceitação do ópio dos burgueses ingleses) havia uma que obrigava o império chinês a aceitar os missionários protestantes e dar-lhes proteção. Como nos sentimos quando o preço do evangelho foi a imposição da compra de drogas (hoje ilegais) pelos mais fracos, a fim de que comerciantes “cristãos” ficassem ricos? O que os chineses de hoje sentem pode ser avaliado pela descrição do fato no livro “A Imperatriz de Ferro”, de Jung Chang. Alguma vez os cristãos ingleses pediram perdão à China?

Eduardo R. Mundim, Belo Horizonte, MG

 

Os pioneiros falam sobre missão integral

Lendo a Entrevista de Ultimato de novembro/dezembro de 2015, reflito que o evangelho não se trata somente de ti ou de mim. A missão integral tenta resgatar a importância do outro. Faz diferença na vida de seres humanos que não têm somente almas para serem salvas, mas são completos (todo ser humano é corpo, alma e espírito) com necessidades integrais, necessitando da salvação integral do reino que Jesus viveu e anunciou, da paz integral.

Weslley Rodrigues

 

Reciclando vidas

Li o artigo Reciclando vidas (“Altos papos”, novembro/dezembro de 2015), o qual serviu de inspiração para o meu projeto que possui nome parecido – Reciclando Alegria. Além da confecção de brinquedos recicláveis, a alegria trata da satisfação de quem doa e de quem recebe. Sara e eu nos conhecemos durante a entrega de donativos que alguns amigos do Movimento da Amizade Cristã estávamos fazendo na época do Natal. Foi nesta ocasião que me apaixonei pelo lugar e pelas pessoas que ali viviam e desde então não paro de pensar em como ajudar. Gostaria que me mandassem o contato de Sara.

Eduarda Borges, Montes Claros, MG

 

Todo mundo é tão humano quanto todo mundo

 

É grande o sofrimento de muitas pessoas que se arrastam pela vida carregando os sentimentos de inferioridade e de culpa. Portanto, Ultimato, em sua edição de novembro/dezembro de 2015, fez uma abordagem oportuna, excelente e surpreendente do tema “Todo mundo é tão humano quanto todo mundo”. Essa matéria será uma boa ajuda para os terapeutas mostrarem aos seus clientes.

Onofre A. Menezes, Campinas, SP

 

A porta da misericórdia

Já quase no fim, mas ainda no primeiro mês do ano, quero agradecer o envio regular de Ultimato. Expresso também os votos de que a revista alcance os seus objetivos, contribuindo para a formação de seus leitores. Que, assim como a porta da misericórdia que abrimos simbolicamente na catedral, saibamos abrir também as portas pessoal e comunitária para o Senhor e para acolher os nossos irmãos e irmãs.

Dom André De Witte, bispo diocesano de Ruy Barbosa, BA

 

Quero externar-lhes meu agradecimento por receber esta publicação que vocês, tão fraternalmente, me enviam com certa regularidade. Seja o ecumenismo um sonho jamais adiado, a fim de que, respeitando as nossas diferenças, possamos nos amar como irmãos e reconhecer-nos todos como filhos do mesmo Pai, a caminho da Jerusalém do alto.

Fernando Saburido, arcebispo de Olinda e Recife, PE

 

Ultimato 48 anos

Parabéns por se dedicarem à elaboração de um produto editorial de excelente qualidade para o público cristão e também para quem quer que se interesse pelos temas abordados em Ultimato. Sei que estes 48 anos não se reduzem apenas aos louros, mas também a muitas lutas, embates e desafios. Que cada membro da equipe Ultimato, incluindo suas famílias, seja alimentado pela graça do Senhor e que tenha disposição de trabalhar outro tanto, para a glória de Deus!

José Nilton L. Fernandes, São Paulo, SP

 

Meu pai foi representante comercial das editoras Concórdia e Sinodal aqui no Rio de Janeiro por cerca de três décadas. Entre 1996–1997, ele recebeu um exemplar de Ultimato e, após leitura, ofereceu-me. Apaixonei-me pela revista logo no primeiro contato. Recebemos mais uma ou duas edições gratuitas e depois assinei a revista. Agradeço a Deus por esta publicação e parabenizo-a pelos seus 48 anos. Obrigado, Ultimato!

Carlos Frederico R. Geisler, Rio de Janeiro, RJ

 

Leio, de capa a capa, há longos anos [quase que os 48] essa importante revista evangélica. Que trabalho maravilhoso vocês fazem! Parabéns por isso e pelo aniversário abençoado por nosso Deus e Pai.

Edmar T. Alves, São Paulo, SP

 

Parabéns pelo aniversário! Parabéns por todo o trabalho! Recentemente decidi presentear algumas amigas com edições de Ultimato e relembrei a primeira vez que li a revista. Foi no início da minha vida cristã, em 1986, em uma pequena congregação batista, no bairro Sans Souci, Eldorado do Sul, RS. Desde então acompanho os lançamentos e fico feliz em ver que seguem em excelente qualidade! Louvado seja Deus, pois sempre sou edificada!

Sandra Grothe, Eldorado do Sul, RS

 

Parabenizo Ultimato pelos 48 anos de publicação, concedendo ao povo evangélico e cristão uma excelente literatura, visão ampla de nossa fé, abertura para o diálogo e testemunho integral do evangelho de Cristo. Que o Senhor sustente e fortaleça esse desafiador ministério.

Nelson Luiz C. Leite, São Paulo, SP

 

Há 25 anos

Muito obrigado pelo envio de Ultimato. Assim, toda a comunidade de língua portuguesa mata as saudades do Brasil. Graças a Deus a obra do Senhor caminha aqui em Roma. Batizamos mais de quatorze convertidos. Isso aqui na Itália é tido como milagre do Senhor. Glória a ele! Nós nos apoiamos muito na Palavra de Deus. Por favor, façam um apelo aos leitores de Ultimato para orarem por nós. Às vezes nos assalta a depressão. Deus, contudo, nos tem dado sua graça.

Guido e Eurípedes Aparecida Sangiorgi, Roma, Itália

Junho de 1991

 

Cartas da prisão

John Stott me deixou com o sabor de quero mais, quando li o seu Para Entender a Bíblia. Ele é fascinante, exercita a mente e deslumbra a alma. Minha esposa sempre foi uma mulher centrada, sem grandes distúrbios, mas agora está muito doente. Quando ela vem me ver, passamos algum tempo orando a Deus. Por causa do seu sofrimento, disse-me outro dia que, se Deus a amasse, ela não estaria sofrendo. Preciso que os leitores de Ultimato nos ajudem com orações.

Maurício Belchior, Penitenciária de Casa Branca, SP

 

No início do ano, naturalmente as pessoas costumam planejar o futuro, buscar novidade e estabelecer metas para melhorar tanto na área material como na espiritual. Vale a pena lutar pelos nossos sonhos e nossos relacionamentos. Vale a pena crescer para que os outros também cresçam. Quanto a mim, estou firme e forte aos pés do Senhor Jesus. Converti-me há cinco anos na penitenciária de Catanduva, mas ainda estou preso, agora em Campo Grande, MS.

Jonathan Lopes da Silva, Campo Grande, MS

 

Portal Ultimato

Não posso deixar de me chocar ao ler o texto “Não tenho culpa pela tragédia do menino sírio” (Deu o que falar!, Prateleira, 22/1/2016). Pensei até em escrever um artigo como resposta, mas o post é tão claramente contrário ao amor cristão que creio não necessitar de refutação... refuta-se a si mesmo. É triste encontrá-lo aqui e perceber que, por isso, ganhou tamanha plataforma.

Ana Cecília Rocha Veiga, Belo Horizonte, MG

 

Muito bom o texto Votos de não ter (Blog Ultimato Jovem)! Refleti sobre o desapegar das coisas que não fazem muito sentindo em nossa vida e sobre apegar-se realmente ao que vale a pena e é mais precioso – o nosso Jesus Cristo, a nossa vida cristã!

Thayse Oliveira, Campos dos Goytacazes, RJ

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