Apoie com um cafezinho
Olá visitante!
Cadastre-se

Esqueci minha senha

  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.
Seja bem-vindo Visitante!
  • sacola de compras

    sacola de compras

    Sua sacola de compras está vazia.

Seções — --

Games

Lemuel Massuia

 

Games, uma perspectiva cristã

 

 

 

 

Desde o seu início, nos anos 40, os jogos de videogame invadiram o mundo e milhões de pessoas descobriram o prazer que eles podem proporcionar. A emoção de ser o protagonista de aventuras, de vencer desafios e de visitar outros mundos onde o limite é a imaginação passou a estar ao alcance de todos, seja nos fliperamas, em casa ou mesmo no celular.

 

Os jogos eletrônicos ou games passaram a fazer parte da cultura ocidental, evoluindo de opção de lazer para forma de arte, assim como o teatro e o cinema antes deles. Produzir um jogo, hoje, envolve talento na área de roteiro, desenho, música, engenharia, programação, teatro e outras formas de arte que acabam sendo utilizadas no processo. A variedade de estilos e formatos de jogos é tão grande que é possível dizer que existe um jogo ideal para cada tipo de pessoa.

 

Segundo pesquisa do Ibope, calcula-se que apenas no Brasil existam cerca de 12 milhões de pessoas entre jogadores casuais e praticantes assíduos, os chamados “gamers”, que formaram uma comunidade própria baseada na cultura e valores de seus jogos favoritos. São crianças, adolescentes, jovens e adultos que encontraram no mundo virtual dos games uma forma de expressão pessoal e alívio de suas ansiedades.

 

Entre os crentes, no entanto, surgiu uma cultura de prevenção contra os videogames, como tem acontecido com quase tudo o que é novo, em todas as áreas do conhecimento. Ainda hoje é comum ouvirmos a expressão: “Isso é coisa do diabo”.

 

Uma visão verdadeiramente cristã nos colocará frente a frente com os desafios desse mundo virtual, repleto de pessoas reais, com problemas reais, onde um cristão tem a oportunidade de mostrar como é possível viver nesse mundo e, mesmo contra todas as circunstâncias, vencê-lo quando temos Jesus como nosso Senhor e Salvador. Uma vida de oração e leitura da Palavra proporciona maturidade para jogar de forma equilibrada. E não há razões para preocupação com os filhos se pais que têm vida de intimidade com Deus jogam com eles, tendo a oportunidade de ensiná-los a traçar o limite e selecionar aquilo que lhes convém.

 

Há irmãos que têm enfrentado o desafio e realizado um bom trabalho como produtores de jogos educativos para nossas crianças, felizmente. Muito ainda pode ser feito pelos nossos jovens e adultos no desenvolvimento de jogos que abordem temas reais e difíceis e que mostrem personagens que sirvam de inspiração para atitudes alinhadas com a vontade de Deus.

 

Seja como desenvolvedor de games ou como jogador, temos a oportunidade de levar o evangelho a uma comunidade que também precisa do amor de Deus. Basta-nos aceitar o desafio de passar da fase do “videogame é coisa do diabo” e cumprir o “ide” do Senhor Jesus em favor de muitos por quem ele deu sua própria vida.

 

 

 

Lemuel Massuia é ilustrador, designer, publicitário, administrador do grupo Fliper Time (facebook.com/groups/flipertime), que discute assuntos do mundo dos games, e coordenador do projeto Mini Museu do Game, que arrecada doações de itens relacionados a jogos e promove exposições sem fins lucrativos.

 

Leia Mais
O que é e como funciona o “museu do game”
Responda a enquete: Os games são “coisa do diabo”?

 

 

QUE BOM QUE VOCÊ CHEGOU ATÉ AQUI.

Ultimato quer falar com você.

A cada dia, mais de dez mil usuários navegam pelo Portal Ultimato. Leem e compartilham gratuitamente dezenas de blogs e hotsites, além do acervo digital da revista Ultimato, centenas de estudos bíblicos, devocionais diárias de autores como John Stott, Eugene Peterson, C. S. Lewis, entre outros, além de artigos, notícias e serviços que são atualizados diariamente nas diferentes plataformas e redes sociais.

PARA CONTINUAR, precisamos do seu apoio. Compartilhe conosco um cafezinho.


Opinião do leitor

Para comentar é necessário estar logado no site. Clique aqui para fazer o login ou o seu cadastro.
Ainda não há comentários sobre este texto. Seja o primeiro a comentar!
Escreva um artigo em resposta

Ainda não há artigos publicados na seção "Palavra do leitor" em resposta a este texto.