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Seções — Cartas

Cartas

Experiência e esperança na velhice

 

Fiquei extremamente feliz com a matéria de capa cujo tema girou em torno da velhice, especialmente porque nos últimos dois meses tive a grata oportunidade de pregar em dois cultos de aniversariantes nobres de nossa igreja – neste caso com o “nobres” me refiro às cãs de ambas. Preguei no final do mês de agosto no aniversário de 90 anos da irmã Mariquinhas, mulher piedosa de nossa igreja e daquelas que soube envelhecer, sem dúvida alguma pela graça de Deus evidente em sua vida; também tive o privilégio de pregar no culto de aniversário de 80 anos da irmã Genilda, mulher de Deus, que fez sua pública profissão de fé com 15 anos de idade e pôde testemunhar com toda a sua família que, de fato, o justo floresce e dá frutos também em sua velhice. Ficarei contente de ver esta carta publicada em homenagem às nossas irmãs.

• Djaik S. Neves, Cuiabá, MT

 

Meu coração foi profundamente tocado ao ler o recado escrito por Manfred Grellert. Agradeço a ele por me lembrar que “nada é mais importante do que estar fascinado com Jesus Cristo”. Agradeço também por me lembrar que preciso sempre enfrentar o difícil desafio de equilibrar espiritualidade, reflexão e ação. Obrigado por me encorajar a selecionar entre tantas opções, muitas fúteis, e colocar no papel os livros que preciso ler. Obrigado, principalmente, por me exortar a não me levar muito a sério e a ter senso de humor. Como eu preciso disso! Concordo plenamente com Lindolfo Weingärtner quando ele diz que Deus continua tendo uma tarefa para vocês!

• Phelipe Reis, Viçosa, MG

 

Quero agradecer o presente que ganhei. Fui surpreendido com uma edição gratuita da revista e fiquei muito feliz. Olhar para os idosos de nossas comunidades parece estar cada vez mais fora de moda. Foi-me muito útil o material abordado nessa edição.

• Oaidson Bezerra e Silva, Parnaíba, PI

 

 

372 bilhões de reais?

Numa rápida olhada, logo me saltou aos olhos um dado equivocado: na página 14 de Ultimato de setembro/outubro de 2015 diz-se que 372.000.000.000 de reais foram gastos em decorrência de problemas relacionados a álcool (73% do Produto Interno Bruto). Parece que há um zero a mais neste número. 7,3% do PIB já pode ser demais.

Martin Weingaertner, Curitiba, PR

 

- O número está correto. Segundo Diego Amorim, do Correio Brasiliense, “o custo do uso abusivo de bebida alcoólica atingiu, em 2014, algo em torno de R$372 bilhões”. Nosso lamentável e grosseiro erro foi indicar que esse valor corresponde a 73% do PIB. O correto é 7,3%.

 

 

“Vivemos num país sem muros”

 

 

Boa, interessante e pertinente a entrevista “Vivemos num país sem muros”. Pena não terem sido citados casos como, por exemplo, uma investigação que não tem sido divulgada pela mídia, a Operação Zelotes – esse é também um dos maiores ralos para a saída de dinheiro pela corrupção, sonegação fiscal – e ainda o financiamento privado de campanhas eleitorais – outro grande ralo, que passou raspando pelo Congresso que aí está. Por fim, há muito o que se fazer. Que sejamos nós a fazer a diferença.

 

• Rosane Tavares

 

A Bíblia nos alerta que devemos ser sem malícia como as pombas, mas também sagazes como as serpentes. Ultimato derrapa mais de uma vez na edição de número 356, aparentando-lhe faltar clareza para discernir o atual momento político nacional, em que a bandeira da corrupção é utilizada de forma cínica e parcial, em favor de uma agenda que não preza de fato pela verdade e pela justiça, atropelando o direito e a ética. Primeiro é dito, na página 14, sem qualquer razão aparente, o valor das palestras de um ex-presidente. Duas páginas depois, um exemplo hipotético de Lutero se colocando contra a atual presidente. Nos dias de hoje, de acirramento de ânimos e nascimento de ódios deliberadamente fomentados e atiçados pela mídia, que sempre esteve ao lado dos reais donos do poder, Ultimato deveria redobrar os cuidados antes de fazer referências fora de contexto. Neste sentido, a entrevista do midiático procurador Deltan Dallagnol é sem dúvida a cereja do bolo. Quem se utiliza de meios ética e legalmente condenáveis para se chegar a um fim supostamente correto, não age pela cartilha do evangelho. Além das denúncias de desrespeito aos direitos de defesa dos investigados, do uso da prisão preventiva como meio de coerção para se obter delações que deveriam ser espontâneas, de vazamentos seletivos, de grampos nas celas da PF e do assassinato de reputações, o trio MP-Moro-Mídia aparenta buscar apenas um lado da justiça, o que compromete até mesmo os fins. Ultimato poderia ter ao menos utilizado a entrevista para confrontar as incoerências do procurador, mas isso também não aconteceu.

• Artur Leonardo G. Barbosa, Recife, PE

 

Parabéns pela entrevista com o procurador Deltan Dallagnol. Grande valia à comunidade cristã brasileira. Precisamos pensar melhor sobre este discurso infernal de que a corrupção sempre existiu e, portanto, não há o que fazer. Ou aquele que diz que o que se está fazendo é por seleção ou perseguição a quem está no poder. É hora de o país continuar amadurecendo porque no final das contas quem paga é o mais vulnerável.

• Isabella Passos

 

 

Ó Pátria amada, “nanana”, salve, salve...

 

O artigo “Ó Pátria amada, “nanana”, salve, salve” (setembro/outubro de 2015) traz um bom debate sobre compromissos e vínculos terrenos dos forasteiros cristãos. Bráulia parece descartar o valor e a bênção que é a cultura, propondo em seu lugar o conceito de pátria. Isso deixa parte da humanidade sem perspectiva: o que dizer dos judeus de antes de 1948, dos curdos, do povo basco, dos ciganos, dos povos indígenas? Afinal, o que sempre moveu essas comunidades foi um conceito de nação que é basicamente a sua língua, seus costumes e tradições, e isso é nada mais, nada menos que seu arcabouço cultural. Chamo a atenção para uma abordagem mais acolhedora, equilibrada e esperançosa sobre cultura.

• André R. N. Martins, Brasília, DF

 

 

Igreja brasileira

Sempre leio com muito interesse a revista Ultimato e gostaria de parabenizá-los
por conseguir retratar muito bem a maturidade da igreja brasileira que procura seguir os passos de Jesus. A igreja que acolhe crianças cujos pais estão encarcerados, permitindo que cresçam fora das grades. A igreja que deu dignidade às pessoas que viviam do lixão. A igreja a serviço da comunidade no Vale do Ribeira. A igreja que trabalha
em rede, que acolhe refugiados, que promove a justiça. A igreja com missionários criativos, como Alexandre Penha ou Glebson Oliveira da Silva. Enfim, graças a Ultimato, podemos louvar a Deus por esta parte saudável e inspiradora da igreja que merece visibilidade, em vez da face da igreja apresentada na TV, que, em geral, gera vergonha e indignação.

• Isabelle Ludovico, São Paulo, SP

 

 

Eklogia

 

Sou gestora ambiental e muito me alegram iniciativas como esta. Sinto cada vez mais pungente a minha responsabilidade como cristã, profissional e cidadã deste mundo! Parabéns ao Eklogia.

• Arijane Adne S. Alves, Teresina, PI

 

 

O público de Ultimato

 

Há muito tempo sou titular de assinatura coletiva de Ultimato, com algumas interrupções. Conheci a revista quando eu ainda era seminarista em São Paulo, mas o primeiro grupo de assinantes começou quando eu era pastor em Sertanópolis, PR, na década de 1980. Depois me mudei para Curitiba e em seguida para Dourados, MS, onde agora temos trinta assinantes. A leitura da revista já nos forneceu boas ideias para sermões. Mas o que mais me entusiasma é ouvir dos assinantes o seguinte: “Pastor, Ultimato deste bimestre me ajudou a discernir a vontade de Deus para mim e para a minha família”. Ouço constantemente frases como essas e são esses depoimentos que me animam a continuar como titular. Entendo que distribuir a revista é também uma maneira de pastorear o rebanho que Deus me confiou.

• Ezequiel Luz, Dourados, MS

 

 

Cartas da prisão

 

Como reclusos, cumprindo sanções por nossos erros pregressos, quero informar-lhes que a Penitenciária II, de Sorocaba, é um complexo especial para pessoas presas por terem cometido crimes sexuais. Pensando e vivendo essa realidade, resolvemos virar o jogo. Criamos o projeto “Ouvido Amigo”. Ouvimos as lutas que muitos homens enfrentam nessa área e os orientamos com princípios bíblicos. Para tanto, tenho estudado uma vasta literatura sobre educação sexual. Os livros são muito úteis em nossa batalha. São muitos os homossexuais querendo retornar ao caminho da heterossexualidade (o único que pode nos fazer, de fato, felizes). Porém, eles estão perdidos e não conseguem encontrar a trilha. Com a graça e o poder de Deus, vamos passar para eles a certeza de que Jesus “é o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14.6).

• Rodrigo M. Barbosa, Sorocaba, SP

 

Agradeço muito as revistas que vocês têm me enviado ao longo do tempo em que estou no cárcere. Aqui no sistema prisional de Iaras, converti-me e fui batizado nas águas. Mudei de vida, pois vivia nas drogas e no crime. Pratiquei muitos roubos e assaltos, envolvi-me no tráfico e usei drogas pesadas. Fui morador de rua e me deixei levar pelo homossexualismo. Enfim, quando achei que não havia mais saída, Deus fez uma obra em minha vida por meio do trabalho de evangelismo feito aqui dentro pelos próprios presos. Muitos não ficaram firmes e se afastaram. Muitos foram resgatados por Deus, mas ainda existem muitos longe do Senhor. Não poucos chegam aqui destruídos, como o senhor que tentou suicídio. Hoje, sou dirigente da Escola Bíblica Dominical.

• Rodrigo Fabrício A. Marques, Iaras, SP

 

 

Há 45 anos

 

 

Ultimato tem sido muito útil no meu trabalho escolar por suas mensagens de inspiração e orientação espirituais, tão necessárias nos dias de hoje, pois há necessidade urgente de pôr o homem em comunhão e harmonia com Deus, para melhorar as condições da sociedade.

• Carlos Del Lhano, Juiz de Fora, MG

 

 

Portal Ultimato

 

 

Fiquei muito emocionado com a notícia “Ultimato e Sociedade Bíblica do Brasil chegam juntas aos encarcerados”, pois esse segmento da sociedade fica às margens de uma evangelização sadia e objetiva. A Igreja de Cristo, em São João da Boa Vista, SP, destina uma boa parte do seu tempo e recursos enviando Bíblias e cursos por correspondências para quatorze presídios do estado de São Paulo. Façamos jus à grande comissão: “A toda criatura”.

• José Domingos de Pádua, São João da Boa Vista, SP

Muito bom fazer parte do Paralelo 10 (Ultimato 356 com destino ao Norte e Nordeste). Já estou caminhando para três anos. Aprendi muito sobre missão integral. E nosso grupo tem captado a mensagem. Sempre que recebemos a revista fazemos uma atividade de reflexão, redigindo nossa impressão de um artigo da revista que fala de missão integral. Tudo isso tem nos fortalecido a fazer mais nas comunidades de Nova Cruz e adjacências.

• Jean Oliveira, Nova Cruz, RN

 

 

Livros Ultimato

 

 

O livro De Hoje em Diante é bem prático e, em cada capítulo, o autor nos brinda com muitos ensinamentos! Não é fácil deixar os vícios, mas ele descreve os caminhos que devemos tomar. Eu tenho muitos vícios, os quais não vou citar aqui, mas, em relação àqueles que tenho, foi como se Deus estivesse conversando comigo face a face – e quem sabe não estava. Entendi, então, sua mensagem e, “de hoje em diante”, decidi ficar mais preparado, quando a vontade bater à porta da minha alma.

• Daniel S. Oliveira, Maceió, AL

 

 

Erramos

A imagem usada na seção “Ética”, da edição de setembro/outubro de 2015, é do arcebispo português João Crisóstomo de Amorim Pessoa (do século 17), e não do pregador João Crisóstomo de Antioquia (do século 4) citado no texto.

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