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Colunas — Altos Papos

Brincar e fazer rir

Conselho Editorial Jovem

 

Alexandre Penha é paranaense, de Maringá, tem 29 anos, é formado em história e artes cênicas pela Universidade Estadual de sua cidade. Sua profissão? Palhaço (com direito à carteira profissional). Sua vocação? Palhaço do reino, como ele mesmo define. Alexandre acredita que essa é sua missão, concedida por Deus. Com alegria e bom humor, Alexandre tem andado por muitos lugares e abençoado muitas pessoas. Para ele, “ser um artista do reino é poder experimentar em diversos momentos o gostinho da eternidade”.

 

 

Como você se descobriu palhaço?

Descobri-me na adolescência. Sempre gostei de palhaços e da cultura circense e desde pequeno meus pais me levavam ao circo. Além disso, meu avô paterno foi músico de um dos maiores circos do mundo na década de 60, o circo Tihany. Sendo assim, creio que sobrou algo no meu DNA.

 

 

É preciso estudar para ser palhaço?

A arte do palhaço é uma das mais antigas da humanidade e, como toda arte, é necessário estudá-la muito para alcançar seu domínio e excelência. Sempre fazemos um paralelo com a profissão de médico: para ser médico, não basta colocar um jaleco, para ser palhaço, não basta colocar um nariz vermelho.

 

 

O que o palhaço faz quando está de mau humor?

Ele usa o mau humor a seu favor. O palhaço é como qualquer ser humano, ele sente e tem todas as emoções. Quando está de mau humor, ele mostra isso para o público e, normalmente, a comicidade também aparece nesse momento. Nós só rimos do que é verdadeiro e humano.

 

 

Como definiria a sua vocação?

A vocação do palhaço é transformar ambientes e colecionar momentos eternos.

 

 

Como você relaciona a experiência da fé com a fantasia?

É a experiência da totalidade do homem. Fomos criados com muita imaginação e a própria Bíblia tem textos em que isso predomina. O próprio Jesus era um mestre nesse sentido, um “parabolando” que usava a fantasia para falar e vivenciar a fé com as pessoas.

 

 

Você esteve na África há um tempo. O que mais o impactou em Burkina Faso e como você foi parar lá?

Fomos em parceria com o evangelista Edson Teixeira, da Missão Desafio. Essa organização atua em diversos campos, nós fomos realizar a parte artística. O que mais me marcou foi vivenciar o poder da arte do palhaço diante de qualquer cultura, mesmo daquelas que nunca viram esse personagem. Brincar e fazer rir um chefe tribal, crianças no deserto, beduínos e até soldados do exército foi uma experiência fantástica. Já estivemos no Haiti, no sertão brasileiro, em favelas e muitos outros lugares. Nosso desejo é ir até os confins da terra.

 

 

Conte uma experiência marcante que você teve em sua trajetória transmitindo o evangelho como palhaço.

No hospital psiquiátrico, um dos lugares de nossa atuação, alguns pacientes sempre nos agradecem e falam que Deus esteve com eles naquele momento em virtude de os visitarmos, contarmos piadas e brincarmos com os acontecimentos cotidianos da vida. Outro momento marcante foi nossa apresentação para soldados brasileiros no Haiti. Ver mais de duzentos soldados emocionados (havia soldados chorando) foi, ao mesmo tempo, impactante, abençoador e engraçado.

 

 

Fale sobre seu trabalho com o grupo Expressão de Amor.

Nosso trabalho com a companhia de teatro, além de apresentações teatrais, envolve diversas áreas. Trabalhamos com formação teológica e prática (oficinas e seminários) de artistas pelo Brasil. Em Maringá, nossa cidade, temos o projeto Terapia da Alegria, com visitas a hospitais e outros lugares. Temos um espaço onde oferecemos cursos e realizamos eventos de promoção da arte, além da escola de palhaço -- fundada para disseminar a arte do palhaço com boa qualidade.

 

 

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Blog do Marcos Botelho

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