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A verdadeira melhor idade

Entre as passagens bíblicas que mencionam a “envelhescência” (termo criado pelo psicanalista Manoel Berlinck para descrever a transição da vida adulta para a velhice), uma está no Antigo Testamento (Ec 12.1-7) e outra, no Novo Testamento (2Co 5.1-10).

Os dois textos ensinam que, normalmente, o envelhecimento é a última fase da vida humana e terrena. É por isso que Thomas Hahn usa a expressão “última idade” em vez de “terceira idade”.

 

O rei Salomão (o muito possível autor de Eclesiastes) e o apóstolo Paulo falam a mesma coisa e ambos fazem referência a Deus. Mas o primeiro escreve como biólogo e o segundo, como teólogo. Por essa razão, Salomão parece mais rude do que Paulo.

É assim que o Eclesiastes descreve a velhice (na versão de Eugene Peterson):

 

“Na velhice, seu corpo já não ajudará muito. Os músculos afrouxam, os passos vacilam, as juntas endurecem.

As sombras da noite se apresentam. Você já não poderá ir para onde quer. Tudo estará devagar, quase parando.

O barulho em sua casa desaparecerá, e você acordará com o canto dos pássaros.

Passeios nas montanhas serão coisa do passado. Mesmo uma simples caminhada o preocupará.

Seu cabelo branco será como flor de macieira, adornando um corpo frágil como cristal.

Você estará a caminho do descanso eterno, e os seus amigos já começam a chorar.

A vida, agradável enquanto durar, logo acabará. A vida frágil como porcelana, preciosa e bela, terminará.

Então, o corpo voltará ao pó. O espírito retornará a Deus, que primeiramente o soprou”.

 

Na passagem da segunda carta aos Coríntios, Paulo não esconde nem o processo de envelhecimento nem o desenlace final e total. Ele focaliza mais a continuação da vida.

O exterior (o que é visível) torna-se decadente, caminha para a ruína, vai se desfazendo, vai se aproximando inexoravelmente da morte e morre. O interior (o que não é visível), no entanto, segue um caminho totalmente oposto: o idoso que está unido a Cristo acredita em realidades não palpáveis. Ele sabe muito bem que, se a sua casa terrena (o corpo atual) se desfizer, ele tem da parte de Deus outra casa, uma casa celestial e eterna (2Co 5.1).

 

À vista disso tudo, poderíamos nos aventurar a dizer que a envelhescência não é nem a melhor idade, nem a terceira idade, nem a última idade. O período do envelhecimento é a penúltima idade. Depois de o corpo voltar ao pó e o espírito retornar a Deus, virá a verdadeira melhor idade, graças à ressurreição dos mortos ou à transformação dos vivos (1Co 15.51-54). Com uma ou com outra, o Senhor, quando voltar, “transformará o nosso corpo fraco e mortal e fará com que fique igual ao seu próprio corpo glorioso, usando para isso o mesmo poder que ele tem para dominar todas as coisas” (Fp 3.21)!

 

A vida humana tem início, mas não tem fim. Ela começa na concepção: sai do útero para o seio da mãe. Depois atravessa sucessivos estágios ou etapas: da infância vai para a adolescência, da adolescência para a juventude, da juventude para a vida adulta, da vida adulta para a envelhescência e morte física, da morte física para a eternidade com Deus ou sem Deus.

 

 

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