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Seções — Carta ao Leitor

Basta um pouco de água

Eis aqui uma propaganda muito benfeita: “Esqueça o mundo e se deixe levar pela harmoniosa sensação provocada por uma combinação mágica da...”. Não se apoquente. O texto não termina com a propaganda do crack, uma harmoniosa combinação mágica da cocaína com o bicarbonato de sódio, mas com a propaganda do Chá Leão, uma harmoniosa combinação mágica da “serenidade do maracujá, o aconchego da erva-cidreira e o carinho da flor de camomila”. Esta propaganda, totalmente liberada, aparece nos sachês do chá. A outra, totalmente velada, é feita apenas verbalmente nas outrora inocentes festinhas de jovens, nas áreas de consumo de drogas e até à porta de escolas. Quem a faz são os pequenos e os grandes traficantes de drogas, sempre ao pé do ouvido, na surdina. Ela pode ser feita também em forma de testemunho pessoal, por algum dependente químico, em troca de mais algumas pedrinhas de crack.

O crack tem apenas 30 anos e surgiu nos bairros pobres do centro das cidades de Nova York, Los Angeles e Miami, no final de 1984. Veio para o Brasil e espalhou-se pelo mundo logo em seguida. Os primeiros registros do crack no país datam de 1990. Não é uma droga injetável, como a cocaína. É uma droga inalada por meio de cachimbos não sofisticados, mas improvisados pelos próprios usuários, feitos de materiais como lata de refrigerante, antenas, equipamentos eletrônicos etc. Custa muito menos que a cocaína e é cinco vezes mais potente.

O propósito da matéria de capa desta edição é gerar esperança de libertação nos dependentes químicos e encorajar a igreja a descer do cavalo e abaixar-se até o usuário, cuidar dele e levá-lo para uma “pensão”, neste caso, uma casa de recuperação e tratamento, a exemplo do bom samaritano (Lc 10.33-35).

A passagem mais encorajadora para esse ministério está nas palavras de Jó. Ele diz que há esperança para a árvore derrubada e morta: “Mesmo que as suas raízes envelheçam, e o seu toco morra na terra, basta um pouco de água, e ela brota, soltando galhos como uma planta nova” (Jó 14.7-9). Lembremo-nos do valor dado por Jesus a uma porção de água: “Quem der um copo de água a vocês, porque vocês são de Cristo, com toda a certeza receberá a sua recompensa” (Mc 9.41). Assim como aquele homem rico da parábola de Jesus, os dependentes químicos estão clamando: “Ó Deus, mande que alguém molhe o dedo na água e venha refrescar a minha alma porque estou sofrendo muito na minha cracolândia” (Lc 16.24). Deus abençoe este esforço!

Equipe Ultimato

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