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Notícias — Conexões

Conexões

O conselho do pastor chinês ao missionário brasileiro
O missionário brasileiro (que chamaremos de Wangli) acabara de chegar à China em 2004 quando conheceu o jovem pastor Wang. Wangli não imaginava o quanto que este encontro moldaria seu ministério nos seis anos seguintes, tempo em que viveu no país.

Wang era um dos líderes de uma comunidade cristã vibrante na província de Shanxi. Vinha de uma família humilde do interior do país e convertera-se na universidade. Envolveu-se com a igreja de um pastor sul-coreano. Por dois anos, este pastor ensinou a Bíblia para Wang e outros jovens. Após uma viagem missionária no interior, todos foram presos. Pressionado a não mais falar de Cristo, Wang resistiu. Sentiu um medo enorme, mas uma certeza invadiu o seu coração: era isso que Deus queria que ele fizesse para o resto da vida. Os jovens foram soltos aos poucos; Wang foi o último. Quando voltou para sua igreja local, descobriu que o líder havia sido expulso do país. “Quem agora vai nos liderar?” -- perguntaram-se. Wang compreendeu sua responsabilidade. Daquele pequeno grupo, surgiram novos grupos; dos grupos, novas igrejas-irmãs.

Enquanto tomavam café juntos (Wang, chá; e Wangli, café), o chinês desafiou o brasileiro a pensar sobre qual tipo de missionário estrangeiro a China precisava. Após o café, deram-se as mãos e prepararam-se para orar. Antes, Wang olhou para Wangli e disse: “não precisamos de missionários de fora que venham nos dizer como agir. Precisamos de gente que caminhe junto conosco e nos fortaleça no que somos fracos para que possamos cumprir nosso chamado”. Wangli nunca mais esqueceu o conselho. Diz que foi um “divisor de águas” para o que faria na China. Seu trabalho seria quase anônimo, de servo. E ainda agora, quando está prestes a voltar para lá, Wangli não deixa de lembrar-se das palavras do amigo pastor chinês.

Indígenas traduzem a Bíblia
Janeiro de 2014. O grupo de indígenas se aproxima dos professores e diz: “hoje é um dia histórico, pois foi traduzido o primeiro versículo da Bíblia em nossa língua”. Se não bastasse o fato de que finalmente poderão ler a Palavra de Deus em sua própria língua, a grande notícia é que foram eles mesmos que a traduziram. Trata-se do projeto Tradutores Indígenas da Bíblia (TIB), desenvolvido pela recém-criada Associação Indígena dos Tradutores da Bíblia em parceria com o Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI). Mais de oitenta pessoas -- entre indígenas, missionários, apoiadores, professores, auxiliares linguísticos e facilitadores -- estão envolvidas.

Cristãos acolhem sírios no Brasil
Geryes e Abeer, enfim, casados! Enquanto celebravam a união em um hotel da cidade, uma bomba explodiu em um local bem próximo. No mesmo dia, o casal precisou fugir de seu país, a Síria. Mas para onde? Para o Brasil. Quem os acolheu? Cristãos da Missão MAIS, de Vila Velha, ES, que iniciou um projeto em novembro de 2013 e, com a ajuda de famílias cristãs, já recebeu 51 refugiados, todos da Síria. Eles recebem moradia provisória, assistência no processo de legalização e inserção na sociedade. A Síria vive um clima de guerra entre governo e oposição desde 2011. Segundo a ONU, mais de 100 mil pessoas já foram mortas. Há mais de 2,3 milhões de refugiados sírios nos países vizinhos. No Brasil existem hoje cerca de 4,6 mil refugiados reconhecidos pelo governo, provenientes de mais de setenta países.

De vítima a protetora
A assistente social Luciney Luz trabalha em Salvador, BA. Certo dia, recebeu uma menina de 9 anos, vítima de exploração sexual no interior do estado. Enquanto a mãe conversava com a psicóloga, Luciney ficou com a menina. A criança lhe mostrou alguns desenhos: eram flores cercadas por uma linha que, segundo a menina, era um muro. Luciney, que até pouco tempo não queria enfrentar sua amarga memória de também ter sido vítima de abuso sexual na infância, entendeu que o que a criança queria mesmo era proteção. Luciney é cristã comprometida com a campanha “Bola na Rede”, da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS). A campanha tem mobilizado os cristãos e a sociedade para não permitir que crianças sejam vítimas de exploração sexual por turistas durante a Copa do Mundo.

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