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Peterson e Salomão unânimes: “Uma cultura totalmente secularizada é um cadáver”!

Quase 3 mil anos separam o rei Salomão (930 antes de Cristo) de Eugene Peterson. Porém, o discurso de um é igual ao do outro. A diferença é que o primeiro é mais didático e o segundo, mais experiente. É incrível: ambos deploram aquilo que não tinha nome na época de Salomão e hoje chamamos cultura secularista.

Peterson escreve: “Nossa cultura está adoentada com o secularismo”; “Nossa cultura fracassou precisamente porque é uma cultura secular”; “As pessoas começam a ver que o secularismo marginaliza e por fim destrói as duas essências da plenitude humana: intimidade (queremos experimentar o amor, a confiança e a alegria humanos) e transcendência (queremos experimentar o amor, a confiança e a alegria divinos)”; “[Somos] afetados por nossa cultura secularista muito mais do que percebemos”; “Evangélicos têm internalizado sem críticas os caminhos do mundo e os trazido para as igrejas sem que ninguém perceba”; “Em particular, temos internalizado a fascinação pela tecnologia e seu entusiasmo por atividades” etc.

Enquanto Peterson clama, Salomão lastima: “A gente gasta a vida trabalhando, se esforçando e afinal que vantagem leva em tudo isso?”(Ec 1.3); “Todas as coisas levam a gente ao cansaço -- um cansaço tão grande, que nem dá para contar” (1.8); “Eu tenho visto tudo o que há neste mundo e digo: tudo é ilusão” (1.14); “Quanto mais sábia é uma pessoa, mais aborrecimento ela tem; e quanto mais sabe, mais sofre” (1.18); “Quando pensei em todas as coisas que havia feito e no trabalho que tinha tido para conseguir fazê-las, compreendi que tudo aquilo era ilusão, não tinha nenhum proveito” (2.11); “[Porque] no futuro todos nós seremos esquecidos [e, porque] todos morreremos, tanto os sábios como os tolos, a vida começou a não valer nada para mim; ela só me trouxe aborrecimentos” (2.16,17); “Eu me arrependi de ter trabalhado tanto e fiquei desesperado por causa disso” (2.20) etc.

Peterson ensina: “Nós somos nós mesmos por nós mesmos. Não nos tornamos mais humanos, mais nós mesmos quando estamos atrás do volante de uma BMW, ou quando, de chapéu e beca, adquirimos outro título acadêmico a fim de termos um emprego melhor e fazer mais e melhores coisas”. Salomão testemunha: “Sim! Fui grande. Fui mais rico do que todos os que viveram em Jerusalém antes de mim, e nunca me faltou sabedoria. Consegui tudo o que desejei. Não neguei a mim mesmo nenhum tipo de prazer [...]. Mas é tudo como correr atrás do vento”.

Peterson e Salomão, apesar da distância e das culturas diferentes, chegam à mesma conclusão. O primeiro diz que depois de adquirir mais coisas, fazer mais atividades, ter mais, fazer mais -- “ficamos confusos ao perceber que não estamos nem um pouco melhores”. O segundo diz: “É muito melhor ficar satisfeito com o que se tem do que estar sempre querendo mais”.

Se Peterson e Salomão se reunissem, diriam em uníssono: “Uma cultura totalmente secularizada é um cadáver”.

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