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Seções — Cartas

Cartas

O ESPÍRITO SANTO EM MOVIMENTO
 
Amado Espírito Santo, Deus quase esquecido, lembrado por Ultimato. Muito bom. Obrigado.
Walciley da Silva, Parauapebas, PA
 
Estou precisando dar liberdade plena ao Espírito Santo em minha vida.
Joilson Oliveira, Osasco, SP
 
ABERTURA
 
O texto 2013 sem tirar Deus de cena valeu a edição do primeiro bimestre de 2013. Parabéns!
Laudir Pezzato, Curitiba, PR
 
MAIS DO QUE NOTÍCIAS
 
Sou ministro presbiteriano e acompanho Ultimato há alguns anos. Muito do que se escreve na revista tem minha concordância; porém, confesso que fiquei estarrecido com a nota Aguardando a ordenação de diaconisas. Nela conta-se a história de um fato ocorrido numa Igreja Presbiteriana quanto à eleição de novos diáconos. Diz-se que, depois de ler a Constituição da Igreja, o pastor “não se sentiu à vontade com a discriminação de gênero”. A Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) realmente não ordena mulheres a nenhum de seus ofícios, conforme tem entendido seu Supremo Concílio; mas daí dizer que os irmãos e irmãs (muitas são as mulheres dessa denominação que se opõem à ordenação feminina) que assim se posicionam o fazem por discriminação de gênero é um ultraje. Nunca vi presbiteriano algum opositor à ordenação feminina dizer que seu posicionamento é assim por considerar o homem superior ou mais capacitado do que a mulher. O que vejo é um inigualável respeito e consideração às mulheres que tanto contribuem para o avanço do reino de Deus em nosso país. A questão, portanto, não é de discriminação de gênero, mas sim exegética. Se queremos ser bíblicos, tendo as Escrituras como única regra de fé e prática, devemos nos orientar por elas quanto aos ofícios. E se os presbiterianos têm se posicionado assim, é porque não acharam nada na Bíblia que os aponte em prática contrária à que têm tido.
Rev. Marcello Tavares, Lagoa da Prata, MG
 
Parabéns pelo artigo Pregadores que exploram as emoções e a carteira perderam o bonde. Sou pastor há cinco anos e tenho observado o crescimento desses movimentos, bem como o crescimento dos sem-igreja; claro, em consequência do evangelho barato que tem sido oferecido pelas esquinas de nossas cidades. Cresce também o número de pessoas que estão saindo das igrejas tradicionais, pois mesmo os embalados pelos movimentos televisivos e outros não querem continuar compromissados com a igreja visível. Infelizmente, muitos não sabem que isto é uma demonstração de que eles não fazem parte da Igreja invisível.
Mauro Ferreira, Jenipapo dos Vieiras, MA
 
ARIOVALDO RAMOS
 
Sou assinante de Ultimato há anos. Quero parabenizar pela participação do pastor Ariovaldo Ramos (“Pergunte ao Ari”). Certamente ele terá muito a contribuir.
Leila dos Santos, Jundiaí, SP
 
ED RENÉ E RICARDO BARBOSA
 
Inspirado, iluminado pelo Espírito Santo foi Ed René Kivitz quando escreveu o artigo O evangelho como superação da religião. Para mim valeu por toda a edição e por todos as outras que serão publicadas em 2013! Nestes dias de tantos modismos evangelicais, é gratificante e reconfortante saber que há servos de Deus que ainda ensinam que o “evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que nele crê”, o evangelho do Cristo que liberta os homens do aprisco da religião e os conduz às pastagens verdejantes da graça de Deus e dos ventos libertadores do Espírito.
Moizeis Gomis, Iporá, GO
 
Desafiantes os artigos de Ricardo Barbosa e Ed René Kivitz (janeiro/fevereiro de 2013). Em O evangelho como superação da religião, Ed René mostra que a vivência templária, a prática religiosa, está estruturada sobre dogmas, ritos e regras comportamentais, o que difere totalmente da nova dimensão inaugurada pelo Cordeiro, na qual as relações de mérito e sistemas sacrificiais são substituídos pela graça. Ricardo Barbosa, em A simplicidade do evangelho e a sofisticação da Igreja, aponta a complexidade institucional, a sofisticação, como mantenedoras de um estado de espiritualidade falsa e superficial, o que bate de frente com o evangelho de Jesus Cristo, que é simples na forma e no conteúdo. Fica minha sugestão a Ultimato e aos dois colunistas para encabeçarem um movimento (artigos, congressos, reuniões conciliares etc.) com vistas a se conseguir o “desengessamento” dessas formas e ritos, dogmas e práticas, para possibilitar que os cristãos vivam na dinâmica do Espírito, que faz da vida toda uma festa para a glória de Deus.
Luiz Carlos Alves de Oliveira, Guaíra, SP
 
BRÁULIA RIBEIRO
O artigo Justiça, uma virtude horizontal, de Bráulia Ribeiro, abriu meu entendimento. Uma bênção. Que Deus seja louvado!
Carlos Portillo, Jaraguá do Sul, SC
 
Só agora, após alguma reflexão pessoal, é que a ficha me caiu por completo, ao ler Vulneráveis a duras penas, de Bráulia Ribeiro. Eu estava passando por um momento de crise existencial e a lembrança desse texto me ajudou.
Ed Sarro, São Paulo, SP
 
A EUROPA PRECISA DE JESUS
 
Trabalho como missionária católica na Itália há seis anos, um tempo limitado para ter uma leitura objetiva e clara de uma situação complexa como o anúncio do evangelho neste contexto. Em outubro de 2012, vários bispos representantes dos cinco continentes se reuniram para um sínodo sobre a nova evangelização. Uma das questões mais relevantes emersas foi o fato de que é preciso voltar a dar testemunho de vida, como as primeiras comunidades cristãs de Atos. Pequenas comunidades que vivem o amor fraterno são luz e anúncio concreto da vida de Jesus ressuscitado. O mundo moderno (e não só a Europa) vive um terrível momento de apatia. O inimigo está jogando forte com a difusão da droga, da sexualidade sem amor, do individualismo e do poder. Muitas pessoas vivem sem esperança e o número de suicídios é assustador. É raro encontrar cristãos com a coragem de investir na formação de consciência e por meio da comunicação, como, graças ao bom Deus, faz Ultimato.
Andréia Silva, Quartu Sant’Elena, Itália
 
O PRAZER DA LEITURA
 
Leio Ultimato há mais de dez anos. Quando a revista me chega às mãos, leio-a por inteiro em no máximo dois dias e sempre sou muito edificada pelos textos de todas as seções. Como sou da área de comunicação, não tenho como deixar de observar a qualidade muito acima da média da editoração e diagramação da publicação. As ilustrações, fotos, fontes utilizadas, a disposição das imagens nas páginas, enfim, toda a comunicação visual da revista é marcada pela harmonia, criatividade e profissionalismo, o que muito contribui para aumentar o prazer da leitura. Parabéns a todos os responsáveis por tudo isso. Que o Espírito do Senhor continue dando-lhes habilidades, para a glória do seu reino.
Carla Cunha, Salvador, Bahia
 
Tudo muito bonito: o projeto gráfico, os informativos, a publicidade. Parabéns pelo conteúdo e pelos colunistas. Bem contemporâneo.
André Pereira, São Paulo, SP
 
Não há palavras para elogiar o conteúdo desta revista. Apenas um detalhe para ajudar a “melhor idade”: a letra precisa ser maior.
Paulo Cirelli, São Paulo, SP
 
Tenho tido grande dificuldade em ler a revista Ultimato devido ao tamanho e ao tipo de letra utilizado em diversas seções. Tenho 46 anos e não tenho grandes problemas de visão. Creio que outros leitores estejam sofrendo também.
Wilson de Oliveira Jr., Recife, PE
 
MINISTÉRIO PASTORAL NA PERSPECTIVA BÍBLICA E DENTRO DA VISÃO BRASILEIRA
 
Gostaria de ver uma matéria de capa sobre o ministério pastoral na perspectiva bíblica e dentro da visão brasileira, abordando aspectos como sucesso ministerial no Brasil; a maneira como a igreja vê o ministério pastoral, o pastor e a pregação expositiva; o marketing pessoal no ministério pastoral; a vaidade dos títulos eclesiásticos; e se os cargos denominacionais são necessários e eficazes ou somente alimentam vaidades e produzem disputas eclesiásticas.
Adejarlan Ramos, Barreiras, BA
 
CARTAS
 
Uma das melhores seções da revista, para mim, é “Cartas”. Aprende-se muito com os irmãos anônimos e vê-se aí a multiforme sabedoria de Deus.
Francisco Defante, Rio de Janeiro, RJ
 
CARTAS DA PRISÃO
 
Em dia de visita, os presos que não são visitados por parentes ficam pelos cantos e cabisbaixos, sem ter o que fazer. Para levantar o ânimo deles, estendo um grande tapete no chão e coloco sobre ele material evangélico, inclusive a revista Ultimato.
Valmir Santos, Álvaro de Carvalho, SP
 
Embora tenha me tornado uma nova criatura, estou pagando aqui na prisão os erros cometidos no passado. Deus me deu a graça de me interessar pela leitura, o que tem me dado nova visão da vida. Tenho várias versões da Bíblia, devocionários bíblicos etc. Às vezes fico lendo até a meia-noite. Sou professor não da Escola Bíblica Dominical (EBD), mas da Escola Bíblica de Quarta-feira.
Rudney dos Reis, Serra Azul, SP
 
Antes de me converter, fiz um pacto com o Diabo aqui na prisão. Por ter tentado fugir, fui posto numa cela especial. O Diabo colocou em meu coração a ideia do suicídio. Mas Deus me impediu e ali mesmo fui liberto da escravidão do pecado, como diz a Bíblia: “Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres” (Jo 8.36). Saí daquele castigo um novo homem: quebrei o pacto com o Diabo e fiz um pacto com Deus. Hoje estou na Penitenciária de Casa Branca. Há três anos fui ordenado pastor. Tenho cuidado de 46 ovelhas. Temos muito trabalho pela frente, pois a população carcerária aqui chega a setecentos presos.
Natanael de Souza, Casa Branca, SP
 
COMENTÁRIOS DA WEB
 
COMO USAR O LIVRETO “ERA UMA VEZ UM NATAL SEM PAPAI NOEL”| BLOG DA ULTIMATO | 11/12/2012
 
“Natal sem Papai Noel” é uma chamada de mau gosto. Tenho profunda convicção de que Ultimato tem contribuído e continuará contribuindo para edificar a Igreja com suas publicações, e tenho certeza de que as devocionais desse livreto seriam de grande impacto para nossa edificação. Porém, lamento o título, que só reforça a intolerância com o bispo São Nicolau, num contexto em que os evangélicos nutrem verdadeiro ódio pelos cristãos ortodoxos, anglicanos, luteranos e romanos. Pena!
Rev. Ivaldo Silva
 
Parabéns à Editora Ultimato pelo livreto Era Uma Vez Um Natal sem Papai Noel. O Natal nada mais é que uma data na qual lembramos o nascimento do Salvador do mundo e tudo que ele já fez e faz em nossas vidas até hoje. É um momento de reflexão, amor e união, e não de Papai Noel, presentes, luzinhas e comilança. O verdadeiro sentido do Natal é Cristo Jesus hoje, amanhã e sempre.
Ilatier
 
UMA RESOLUÇÃO DIFERENTE PARA 2013: QUE TAL OLHAR PARA AS CRIANÇAS MAIS INVISÍVEIS? | MÃOS DADAS | 29/12/2012
 
Quanto ficamos aborrecidos ao olharmos para o sofrimento atroz de nossas crianças invisíveis. Jesus nos fala em João 15.18: “Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, me aborreceu a mim”. Sofremos junto com nosso Criador. Se pudéssemos penetrar nos lares, no convívio das famílias feridas, e lá levarmos a semente, a luz, o amor, a proteção de Jesus, educá-las à luz dos santos Evangelhos, faríamos a diferença, porque Jesus é luz, e sem ele nada podemos fazer.
Terezinha Rebecchi

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