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A burocratização da confissão

Embora confessor da Basílica Santa Maria Maior, em Roma, o padre Hernán Jiménez deve ter se equivocado ao dizer à agência católica de notícias Zenit que “com Deus existe uma comunhão direta na oração e na meditação interior, mas nunca na remissão dos pecados”. Para Jiménez, só os sacerdotes, como sucessores dos apóstolos, podem perdoar os pecados em nome de Jesus. Essa dependência da Igreja para se obter o tão necessário e continuado perdão de Deus burocratiza a prática da confissão, que é a arte de nos apresentar constantemente diante do Deus perdoador para nos declarar culpados de pecados pessoais e coletivos, específicos e gerais, depois de suficientemente alertados e representados pela boa consciência, pela Palavra de Deus e pelo Espírito, com o propósito de obter perdão e purificação mediante a obra vicária de Jesus. O texto bíblico que mais encoraja e simplifica a prática da confissão está na Primeira Epístola de João: “Se confessarmos os nossos pecados, ele [Deus] é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1Jo 1.9). Não temos de passar de porta em porta para obter o alívio da remoção da culpa e da imundícia que o pecado produz. Não é preciso esperar as portas do templo se abrirem e a chegada do confessor ao confessionário; em qualquer lugar, em qualquer tempo e em qualquer situação, as portas da misericórdia estão sempre abertas para receber um pecador contrito. O nosso confessionário pode ser um quarto com a porta fechada, uma praia deserta, um leito de hospital, uma cela de algum mosteiro ou o próprio templo. O confessor é sempre o mesmo: “[...] se alguém cometer pecado, temos um Amigo-Sacerdote na presença do Pai: Jesus Cristo, o justo” (1Jo 2.1).

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