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Perdão e purificação nos hinos que a igreja canta

Vários hinos, quase todos compostos no final do século 19 e cantados por muitos anos nas igrejas evangélicas brasileiras, fazem alusão à culpa e à mancha e imploram, por causa delas, perdão e purificação. Entre aqueles que enfrentam o problema da mancha, destacam-se as seguintes estrofes:
 
Vem “me lavar” dos vis pecados meus
Conforme prometeste, meu bom Deus.
Faze-me arder e consumir de amor,
Pois quero te magnificar. 
 
A minha alma “purifica”
Em teu sangue remidor;
Faze que, leal e humilde,
Eu te sirva, meu Senhor.
 
Minha “mancha tão impura”
Tu bem podes retirar;
E deixar em ti segura
A minha alma descansar.
 
A minha alma está “manchada”
De pecado e corrupção,
Pois em mim não há justiça
Santidade ou retidão.
 
Sim, pecador, a suplicar perdão,
Embora não mereça o teu favor;
Mas dá-me, peço, a “purificação”!
Tem compaixão de mim, sou pecador.
 
A mim tu podes perdoar,
De toda mancha “me lavar”;
Vem dar-me um novo coração,
Ó Deus de amor e compaixão.
 
Mas o sangue precioso
Que na cruz o Redentor
Derramou, tão generoso,
Teu poder expiador:
“Purifica, purifica”
O mais ímpio pecador.
 
Outro hino que clama por purificação acaba de ser traduzido e musicado por João Wilson Faustini. A letra original é de Sinésio de Cirene (c. 430 d.C.). A primeira estrofe diz:
 
De mim te lembres, Senhor
Vem me “purificar”
Das vis paixões ao meu redor
Minha “alma” vem lavar. 
 
Além das declarações melancólicas (e saudáveis) das manchas deixadas pelo pecado, alguns hinos proclamam a certeza de que “o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado” (1Jo 1.7). Talvez o mais veemente seja “Alvo mais que a neve”:
 
Seja bendito o Cordeiro
Que na cruz por nós padeceu;
Seja bendito o seu sangue
Que por nós, pecadores, verteu.
Eis que no sangue lavados
E tendo puro o coração,
Os pecadores remidos
Por Jesus têm com Deus comunhão
 
Alvo mais que a neve,
Alvo mais que a neve!
Sim, nesse sangue lavado
Mais alvo que a neve eu estou.
 
Quão espinhosa a coroa
Que Jesus por nós suportou!
Oh! Quão profundas as chagas
Que nos provam o quanto ele amou!
Eis nessas chagas pureza
Para o maior pecador,
A quem mais alvo que a neve
O teu sangue transforma, Senhor.
 
Se as faltas nós confessarmos
E seguirmos na tua luz,
Tu não somente perdoas;
Purificas também, ó Jesus!
Lavas de todo pecado,
Que maravilha de amor!
Pois que mais alvo que a neve
O teu sangue nos torna, Senhor.
 
A nova hinologia geralmente é mais triunfante do que confessante e suplicante. Os cânticos de hoje focalizam pouco a culpa e a mancha e, como consequência, não se pede perdão e purificação, como outrora. Uma das exceções é o cântico “Purificação”, de Rubem Amorese. Em um trecho pede-se tanto o perdão como a purificação:
 
Chego à tua casa sem saber
Se hás de aceitar meu bem-querer,
Pois, de conflitos e pecados, meu cantar
Macularia teu altar.
 
Ai, meu Senhor!
Faze meu louvor
Purificar-se em teu altar,
Em teu altar.
Separa a dor
Da acusação,
Liberta-me com teu perdão,
Com teu perdão;
Liberta a minha adoração,
Adoração.
 
Fontes: “Novo Cântico” e “Cantos da Fé Cristã”

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