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A irrefreável homossexualização de homens e mulheres

Um garoto de 8 anos, adotado por um casal de lésbicas, na Califórnia, faz tratamento para trocar de sexo. A juíza da Vara de Infância e Juventude da Austrália aprova “mudanças de sexo” de meninos e meninas.
 
Uma das denominações presbiterianas dos Estados Unidos, depois de retirar de sua constituição a norma que exigia “fidelidade no casamento entre um homem e uma mulher, ou castidade no celibato”, readmite ao ministério o pastor que há vinte anos renunciou ao cargo por ser gay.
 
Um blog feito por jovens e para jovens encoraja os adolescentes de 12 anos para cima a assumir a homossexualidade, a ser eles mesmos e a conhecer os seus direitos.
 
A ministra das Finanças da Austrália anunciou em 2011 que sua parceira estava grávida, graças a uma fertilização “in vitro”.
 
Uma lésbica brasileira, ex-assembleiana, apresenta-se como “líder missionária, pregadora, conferencista internacional, capelã, escritora” e também “lavada, remida no sangue de Jesus e justificada pelo poder da salvação”. Ela e sua companheira são fundadoras e pastoras de uma comunidade evangélica em São Paulo.
 
Segundo pesquisa do Datafolha de 2009, o Brasil tem mais de 5 milhões de bissexuais. Em setembro de 2010 eles comemoraram o Dia do Orgulho Bissexual.
O médico Jairo Bouer, que assina a coluna Sexo & Saúde na “Folhateen”, escreve: “Dados sugerem que, em 35% dos casos novos [de aids], a transmissão se deu entre dois homens” (11/10/2011, p.2).
 
Em seu livro “Acompanhamento de Vocações Homossexuais” (Paulus, 2008), José Lisboa Moreira de Oliveira, doutor em teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, afirma que: 1) “hoje, em toda parte, aumenta cada vez mais o número de vocacionados e vocacionadas homossexuais” (p. 5); 2) “em países como os Estados Unidos, já é comum encontrar seminários e casas de formação com pelo menos metade de seus membros formada de pessoas homossexuais” (p. 5); 3) “na maioria dos casos, os vocacionados e vocacionadas praticam a homossexualidade de forma ativa e intensa mantendo relações sexuais constantes com parceiros fixos e exclusivos, ou com diversos parceiros no mesmo período ou em períodos diferentes” (p. 43).
 
Em “Homossexualidade — ciência e consciência” (Loyola, 1985), o professor Javier Gafo, da Universidad Pontificia Comillas, de Madri, menciona as pesquisas de C. S. Ford e F. A. Bead, segundo as quais há “mais grupos humanos que permitem a homossexualidade do que aqueles que a proíbem absolutamente” (p. 95).
 
Nada disso, porém, altera o que as Escrituras dizem sobre o assunto. É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que encontrar respaldo bíblico para a prática homossexual (Ultimato, setembro/outubro de 1998, p. 20, e novembro/dezembro de 2011, p. 15).

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