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Riqueza e felicidade

Alguns economistas têm se deparado com o fato de que os países que enriqueceram nos últimos anos não aumentaram seu grau de felicidade em igual proporção. Darrin McMahon, autor do livro “Felicidade -- uma História”, relacionou isto ao modo como os seres humanos se adaptam aos prazeres: “É algo que todo pai já observou nos seus filhos: logo que recebem um brinquedo novo, ficam contentíssimos, mas depois o entusiasmo esfria. Psicólogos chamam isto de ‘roleta hedônica’. Os filósofos -- incluindo Adam Smith, o arquiteto intelectual do capitalismo -- sempre souberam que o dinheiro não compra a felicidade”.

O escritor francês Pascal Bruckner, autor do livro “A Euforia Perpétua”, acrescenta: “Produto interno bruto alto não é sinônimo de povo feliz. A França, um dos países mais ricos do mundo, é também onde se consome uma grande quantidade de antidepressivos”.

Ainda assim, uma pesquisa realizada pela FIESP em 2010 indicou que 64% dos homens brasileiros escolheram “ter dinheiro” como um dos fatores mais importantes para se sentir feliz.

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