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Exclusivo Online — A redenção das sete artes: teatro

A redenção das sete artes: teatro

Henrique Stumm

Como líder e diretor do grupo de teatro IDE, tenho me interessado mais pelo processo do que pelo resultado do trabalho que realizamos. Todos temos a capacidade de dramatizar -- minha história é exemplo disso.

Até onde a memória permite, lembro de começar a fazer teatro quando tinha uns quatorze anos. Teatro no sentido de um grupo que se encontra para fazer exercícios, ensaiar, fazer apresentações etc.

Já a arte de dramatizar começou mais cedo. Nesse caso a memória não ajuda muito, mas lembro de épocas em que me tornava um grande super herói e lutava contra exércitos inimigos até completar minha missão.

Quando criança, gostava de brincar de faz-de-conta; às vezes sozinho e outras na companhia de meus irmãos e amigos. Às vezes eu incorporava o personagem, quer fosse um espião secreto ou um simples aluno de sala de aula. Em outras, dirigia meus bonecos de brinquedo do “comandos em ação” em grandes torneios nos quais o boneco que ganhava era sempre eu.

Todos nós somos artistas e atores. Todos temos a capacidade de dramatizar e fazer de conta. Parece que, quando ficamos mais velhos e deixamos de ser criança, paramos de “fazer de conta”. Isso não é verdade. O que acontece é que fazemos de conta apenas dentro da nossa cabeça. Lembro, por exemplo, dos dias que antecederam o encontro com minha esposa na época em que começamos a namorar. Foram muitas as cenas que eu imaginei acontecer quando a encontrasse. O que eu faria, o que ela faria. Provavelmente, se eu ainda brincasse com meus bonecos, pegaria a Barbie e o Ken da minha irmã e ensaiaria essas cenas.

Se você fica imaginando como algo vai acontecer, ou lembrando algo que já aconteceu e que poderia ter acontecido diferente, você continua brincando de faz-de-conta.
O teatro, a dramatização, é uma maneira de expressar o que pensamos e sentimos, assim como fazíamos quando éramos criança.

No grupo IDE, além dos exercícios teatrais, estamos ensaiando um esquete. Nosso objetivo não é apenas a apresentação. Ele vai além. É também o desenvolvimento do ator, da pessoa que dramatiza, que nos interessa.


• Henrique Stumm, 29 anos, é casado, psicólogo e psicodramatista. É membro da Comunidade Luterana do Redentor em Curitiba.

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