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Exclusivo Online — A redenção das sete artes: cinema

A redenção das sete artes: cinema

Eugenio Petraconi

De início, somos desafiados a ler os filmes tendo a mente de Cristo como ponto de partida; tendo a Palavra de Deus como óculos.

O cinema, seja de entretenimento ou de arte, é sempre um discurso que espera gerar em nós, os espectadores, uma resposta, uma reação. É sempre a tentativa de um diálogo vivo, a utilização da linguagem cinematográfica como meio de nos envolver numa ilusão de realidade e nos permitir vivenciar a vida de outro alguém. No livro “Reel Spirituality”, Robert K. Johnston, professor de teologia e cultura do Seminário Fueller, nos conta a respeito de uma projeção de teste do filme O Terceiro Milagre (1999), que tinha como objetivo colher a opinião dos cerca de cem convidados sobre os diversos elementos do filme, como montagem, efeitos visuais e roteiro, para determinar a viabilidade do lançamento do longa nos cinemas. À projeção, segundo Johnston, seguiu-se um acalorado debate -- acreditem -- sobre a fé e a existência ou não de milagres, e mesmo a existência do próprio Deus. E este fato se releva emblemático para nós, discípulos de Jesus. Pois se os filmes falam de valores e até mesmo de espiritualidade, é hora de os cristãos se fazerem presentes nesse debate, com preparo e, acima de tudo, relevância.

Além de ler com discernimento, somos chamados também a nos aventurar pelas trilhas da imagem cinematográfica: fazendo um cinema que apresente nossa própria cosmovisão e que, em conformidade com o que disse Francis Shaeffer a respeito da arte, glorifique a Deus e não funcione simplesmente como propaganda evangelística; algo novo e vibrante, assim como o próprio evangelho. E nada da já desgastada fórmula de uma pessoa afundada no caos que se converte e vê tudo a sua volta prosperar. O que precisamos é de uma criatividade que, se for boa dádiva ou dom perfeito, certamente virá do Senhor.

E, como o velho racista que é redimido ao dar a vida em benefício de um jovem imigrante em Gran Torino (2008) -- num belo plano em que, caído, abre os braços sugestivamente em forma de cruz -- ou mesmo na forma das impressionantes imagens ritmadas do incidental Koyaanisqatsi (1983), são inúmeras as possibilidades, mas sempre uma só mensagem.


• Eugenio Petraconi é jornalista, casado com Caroline, e atualmente divide seu tempo entre a Igreja Batista da Redenção e a Caverna de Adulão.

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