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Seções — Cartas

Presente e futuro da igreja evangélica
No artigo Presente e futuro da igreja evangélica no Brasil (janeiro/fevereiro 2009), Paul Freston coloca no mesmo “saco” os pentecostais históricos e os neopentecostais. É importante que se diga que existem as igrejas pentecostais históricas, entre as quais a Assembleia de Deus. Vamos separar bem as coisas. Denominações como Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja da Graça, Igreja Mundial do Poder de Deus e outras tantas não podem ser consideradas pentecostais. Elas nem devem ser consideradas evangélicas. Estão enganando legiões de pessoas e distorcendo a Bíblia, sem uma reação dos evangélicos brasileiros. Pelo contrário, o que vemos são adesismos de líderes evangélicos interesseiros.
Wilson de Oliveira Jr.
Recife, PE

Sempre que falamos de crescimento, logo nos vêm à memória os métodos infalíveis que algumas denominações utilizam e franqueiam país afora. Nossas igrejas pentecostais e neopentecostais vão de vento em popa, mas se algum vento mais forte soprar, carecerão de lastro. Nós os tradicionais vamos devagar, apenas porque foi assim que aprendemos. A questão não é quem cresce mais. É quem prevalecerá.
Alexandre Magno A. Duarte
Uberlândia, MG

Inclusivismo
Não sei qual é a da revista Ultimato ao afirmar que “os católicos também fazem missões” (janeiro/fevereiro 2009). Se fazer missões é continuar pregando Maria como adjuntora na salvação, a infalibilidade papal, o culto aos santos, o purgatório e tantas outras doutrinas condenadas pelos reformadores, então não sei mais o que significa pregar o evangelho. Ou vocês vão dizer que os católicos não acreditam mais nisso? Espero que Ultimato reveja seu inclusivismo.
Leonardo Bruno de Castro Galdino
Pindamonhangaba, SP

Cartas a Ultimato
Recebi com agrado o esperado livro Cartas a Ultimato. É um caprichado volume, com bela apresentação. O conteúdo é mesmo uma verdadeira radiografia do cristianismo brasileiro.
Frei Mauro A. Strabeli
Cândido Mota, SP

Agradeço pelo precioso livro-documentário Cartas a Ultimato. É uma publicação de grande interesse, que ficará em minha biblioteca particular. Se todos os leitores de Ultimato se abrirem para um ideal ecumênico, vocês terão conseguido uma grande coisa para o cristianismo.
Dom Clemente Isnard
Rio de Janeiro, RJ

A dança do “quero” e “não quero”
Como é difícil contentar o homem! Na edição de maio/junho de 2008 um bispo e um padre imploram que lhes seja enviada a revista. Já outros a rejeitam, tendo-a por cavalo de Tróia, e ousam sugerir que o dinheiro gasto com a postagem da revista seja enviado ao Fome Zero. Só faltou dizer: enviem-na para o quinto dos infernos. Como é difícil fazer algo que agrade a todos. Será que os bem-aventurados não se enjoarão do céu por muito gozo, e os condenados por estarem num inferno muito brando? Sugiro que, tapando as viseiras e ignorando os pedriscos, caminhem em frente.
Leonildo Boff
Lages, SC

Parabenizo o ilustre pastor Israel Belo de Azevedo pelo conteúdo esclarecedor, de bom discernimento e corajoso publicado no artigo As boas novas do Edir Macedo (julho/agosto 2008).
Dom Antônio de Sousa
Bispo Emérito
Assis, SP

O que li em meu programa na rádio Capibaribe, em Recife, no dia 29 de janeiro, dedico a todas as pessoas que fazem a revista Ultimato. Além disso, mandei a mesma mensagem por e-mail para cerca de 2 mil pessoas. Trata-se de uma recomendação a favor da assinatura, leitura e divulgação da revista.
Pe. Aloísio Guerra
Recife, PE

Na minha biblioteca, entre os 5 mil livros e 3 mil periódicos sobre agricultura, economia, administração, literatura, filosofia, teologia etc., não existe nenhuma coleção pela qual eu tenha mais estima do que a da revista Ultimato, que comecei a ler no ano de 1983, quando ainda era estudante de agronomia na antiga ESAL, hoje UFLA, em Lavras, Minas Gerais. Ela faz parte indissolúvel da minha caminhada rumo ao amadurecimento cristão. João Dewet Moreira de Carvalho
Nanuque, MG

Não sou mais leitor de Ultimato. Também não conte com meu apoio, pois já decidi ficar bem distante de liberais, no campo da teologia, e de esquerdistas, no campo da política.
Carlos Trapp
Campo Grande, MS

Como pastor-presidente da Assembleia de Deus (Ministério Graça Plena) e psicólogo, parabenizo todo o corpo diretivo de Ultimato não só pelo trabalho espiritual, mas também pelo social.
Pr. Ademilson Ribeiro
São Paulo, SP

Recebo há algum tempo a revista Ultimato em meu endereço, em nome de Olinda Furini. Não conheço tal pessoa nem quero receber tal revista. Para evitar maiores aborrecimentos e que eu continue a jogá-la no lixo, espero que cancelem o envio.
Tadeu José Vieira
Juiz de Fora, MG

Leio Ultimato de ponta a ponta e a comento com os colegas. Admiro a imparcialidade em relação às diversas denominações e também em relação à Igreja Católica. Continuem sendo um fator de entendimento entre todos os que creem em Jesus Cristo e querem segui-lo.
Pe. Hilário Cabral
Volta Redonda, RJ

Estou preso no complexo policial de Barreiras desde 2004. Foi aqui que me rendi à bondade de Deus. Ele tem me fortalecido e agora compreendo que posso fazer diferença. Com a leitura de Ultimato, tenho esclarecido dúvidas. Agradeço a Deus por ter conhecido tal revista, que trata os assuntos com ética, respeito e dá lugar e espaço para todos. As vozes de vocês ecoam até mesmo num presídio, trazendo esperança e deixando-nos certos de que dias melhores virão, pois Cristo voltará. Sou assinante graças ao bom Deus e à ajuda de um pastor luterano que nos visita com a Pastoral Carcerária da cidade.
Weslei Sodré Teixeira
Barreiras, BA

Ano das juventudes
Sou pastor de jovens há quatro anos na Igreja Cristã Nova Vida. Entre adolescentes e jovens, são aproximadamente duzentos. Temos usado a revista Ultimato há muitos anos para balizar vários debates. A iniciativa de alcançar maior número de jovens soa como resposta a nossas orações e ao anseio de meu próprio coração.
Pr. Fábio Lopes
Rio de Janeiro, RJ

Missão Vida
Sou ex-interno do centro de recuperação de mendigos da Missão Vida. Gostaria que Ultimato conhecesse essa instituição filantrópica e evangélica que nos últimos 25 anos vem resgatando, pelo poder do amor de Deus, centenas de mendigos. Graças à operação do Espírito e ao trabalho incansável dos seus voluntários, pastores e missionários, a missão tem devolvido à sociedade homens de bem, recuperados e convertidos. Somos hoje uma multidão para a qual o mundo virou as costas, mas Deus estendeu a mão. Desde então somos pais de família, profissionais em diversas áreas, missionários e obreiros. www.mvida.org.br.
Alexandre Magno Duarte
Anápolis, GO

Textos sem assinatura
Não entendo por que há textos sem assinatura na revista. Gosto muito dos colunistas, mas os textos sem assinatura são, em geral, bastante questionáveis teologicamente. A revista deveria dar nomes aos autores, ainda que dos menores textos.
Cláudio Stutz Zillner

Quarenta livros, quarenta anos
Quero me juntar ao leitor Fábio Ribas, de Brasília (Cartas, janeiro/fevereiro 2009). Dou minha opinião por causa da consideração que tenho para com a revista Ultimato, que leio com frequência e recomendo. Acho estranho que se permita que alguém como Ricardo Quadros, que por vezes tem se mostrado mais liberal do que ortodoxo em suas opiniões teológicas, faça escárnio de homens como Francis Schaeffer e John Stott e exalte autores como Caio Fábio e Philip Yancey. Ainda que eles sejam bons escritores, não mostram firmeza em questões como o homossexualismo e parecem achar que podem interpretar a Bíblia a seu bel-prazer. Confesso que também não entendi a inclusão do livro de Ricardo Gondim [“É Proibido”] na lista -- não só não o li como não conheço alguém que o tenha feito. Parece que a lembrança do autor foi simplesmente para aumentar a fileira daqueles que, nos últimos tempos, acham que podem abrir mão da ortodoxia quando lhes for conveniente. Aproveito para elogiar esta publicação pela iniciativa de facilitar o acesso dos jovens à revista. Incentivarei os de minha igreja a aproveitar a oportunidade.
Rev. Djaik Souza Neves
Jussara, GO

Valores religiosos e valores acadêmicos
Li na edição de janeiro/fevereiro de 2009 a informação de que, em 1958, o diretor da Escola Superior de Agricultura e Veterinária, hoje Universidade Federal de Viçosa, suspendeu a permissão para que uns poucos estudantes evangélicos daquela época continuassem a se reunir no laboratório do professor Back Andersen. Quero acrescentar que a primeira proibição foi anterior ao publicado. Um ano antes participei do curso intensivo de economia doméstica, promovido pela Emater. Éramos dezesseis alunas, sendo sete delas evangélicas, além de uma professora. Por não haver vagas no alojamento feminino, foi-nos oferecida uma residência na cidade, a Vila Ivone. Para cultuar a Deus, fazíamos nossos encontros dominicais. Porém, a diretora logo soube e fomos obrigadas a suspender as reuniões. Ficamos perplexas diante da decisão, mas não desanimadas. Continuamos fazendo as orações e leituras bíblicas, sem os cânticos, até o final do curso. Conheci meu esposo nessa época, quando ele fazia agronomia.
Asenete Alves Mangueira
Montes Claros, MG

O telegrafista que traduziu as Institutas de Calvino
É mais do que uma alegria ser neta de Odayr Olivetti, o telegrafista que traduziu as “Institutas” de Calvino (Nomes, janeiro/fevereiro 2009). Sou grata ao Pai por ter me abençoado com tamanha graça. A Deus toda honra e toda glória pela vida e ministério de meu avô, a quem amo muito!
Marcela Olivetti
Araraquara, SP

Sou neta de José Carlos Nogueira, o pastor que pregou sobre vocação ministerial no congresso de jovens de Araraquara, em 1945 (Nomes, janeiro/fevereiro de 2009). Muito me orgulho disso. Sua vida foi pautada pela total abdicação de tudo o que era terreno para servir exclusivamente à causa do Senhor.
Regina Celia Kerr Nogueira Mendes
Campinas, SP

Bebelismo
O triunfalismo teológico e a doutrina da prosperidade têm lançado a igreja na síndrome da serpente: sede de poder. Aí estão as torres, as megaigrejas, os apóstolos, os bispos, os reverendos... Quem quer lavar latrina? Quem quer enxugar pés alheios? Quem se relaciona com Deus e com o próximo por nada, sem interesse algum? Torres internas, joelhos esclerosados, coração enrugado, apetite insaciável, nariz pontiagudo. O pandemônio está aí. Outra cruz? Outra reforma? Mais igrejas? Mais missionários? Não, não, não. Metanoia, sim, sim, sim, voltando ao primeiro amor.
Marcelo Germano Brito Lira de Oliveira
Belo Horizonte, MG

Dons ou amor
Em 1 Coríntios 12, Paulo trata de manifestações do Espírito e de alguns dons espirituais para o ministério. Trata do Corpo de Cristo e censura severamente a maneira de os crentes em Corinto exercerem esses dons. Eles demonstravam atitudes competitivas, ar de superioridade uns para com os outros e, em geral, uma incompreensão lamentável do Corpo de Cristo. Depois, Paulo oferece orientação a esses irmãos sobre a maneira de honrar a Deus no exercício dos dons. A segunda parte do versículo 31 -- “eu passo a mostrar-vos um caminho sobremodo excelente” -- é a famosa passagem sobre o amor ágape, que coloca o máximo bem do outro em primeiro lugar. O missionário Ronaldo Lidório faz uma afirmação muito infeliz: “A mensagem nesse capítulo [1Co 13] é clara: o amor é superior aos dons” (O amor prova a espiritualidade, janeiro/fevereiro 2009). Não se comparam dons espirituais com a maneira de exercê-los. Não se compara o sofá na sala com a roupa pendurada no quarto. Exercer dons espirituais sem o amor de Jesus no coração é fracassar espiritualmente!
Lida E. Knight
Belo Horizonte, MG

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