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Especial — O sonho da virgem intacta

O sonho da virgem intacta

"A santidade progressiva da igreja deve ser ciosamente mantida no testemunho de cada crente"

Basta ler cuidadosamente o que Paulo e Timóteo escreveram no ano 56 depois de Cristo “à igreja de Deus que está na cidade de Corinto e também a todo o povo de Deus espalhado por toda a província da Acaia”: “O mesmo zelo que Deus tem por vocês eu também tenho. Porque vocês são como uma virgem pura que eu prometi dar em casamento somente a um homem, que é Cristo” (2 Co 11.2, NTLH). 

Paulo é um pastor que não se contenta de forma alguma com o status quo da igreja diferente do padrão original. A igreja precisa ser como uma virgem intacta (na versão da Bíblia do Peregrino). O apóstolo abraça entusiasticamente esse tipo de zelo espiritual que vem de Deus e assume a responsabilidade de trabalhar com a Noiva (a Igreja) de tal forma a apresentá-la ao Noivo (o Senhor Jesus) como uma virgem intacta! 

Esse deve ser o compromisso de todo ministro cristão, chame-se padre ou pastor, seja bispo ou arcebispo. Porque o Noivo é como um “cordeiro sem defeito e sem mácula” (1 Pe 1.19), a Noiva também precisa ser gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável” (Ef. 5.27). 

E o próprio Noivo deseja uma virgem intacta e trabalha para alcançar esse objetivo: “Cristo amou a igreja [a programada e esperada virgem intacta] e entregou-se por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável” (Ef 5.25-27). 

Em outras versões, lê-se que Cristo sacrificou-se pela igreja para limpá-la, para colocá-la à parte, para torná-la igreja resplandescente, esplêndida, toda bela, toda gloriosa, sem mancha ou qualquer outro defeito, outra deformação, mas santa e imaculada, santa e perfeita, santa e irrepreensível. Esse é o tremendo sonho da virgem intacta! 

Em uma reunião realizada no Rio de Janeiro há 140 anos (julho de 1867), Ashbel G. Simonton, o primeiro missionário presbiteriano a vir para o Brasil, apresentou um projeto de cinco pontos em benefício da implantação do reino de Deus no país. Ele fez questão de colocar em primeiro lugar o seguinte item: “A santidade da igreja deve ser ciosamente mantida no testemunho de cada crente”. Naturalmente, o que estava na cabeça e no coração de Simonton, que morreu de febre amarela cinco meses depois, aos 34 anos, era o sonho da virgem intacta. Naquela época, os protestantes eram uma minoria insignificante no país e quase todos eram estrangeiros residindo temporariamente aqui ou imigrantes procedentes da Alemanha. 

Fala-se em sonho e não em realidade. Não se pode chamar de virgem intacta a igreja militante, a igreja histórica, a igreja em sua contingência, a igreja formada e pastoreada por pecadores mesmo arrancados das trevas e transportados para a maravilhosa luz (1 Pe 2.9). Por enquanto somos santos só na promessa, na intenção, no nome, no papel, porque fomos lavados, santificados e justificados no nome do Senhor (1 Co 6.11). Por essa razão somos chamados de santos, embora na prática ainda não o sejamos (At 9.13, 26.10). Ao mesmo tempo que Paulo chama de santos os leitores de suas cartas, ele os convoca para serem santos (2 Co 1.1; Fp 1.1; Cl 1.2; Rm 1.7; 1 Co 1.2). Mas ninguém deve abrir mão do sonho da virgem intacta. O alvo deve ser levado a sério e perseguido dia após dia. Então, o sonho deixará de ser sonho para ser uma realidade. O processo salvífico inclui a concretização absoluta desse sonho! 

(Nos textos seguintes o leitor ficará por dentro da realidade histórica da igreja militante e da transformação do sonho em realidade.)

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