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A ressurreição do corpo no ensino de Jesus

A palavra empenhada de Jesus: “Eu o ressuscitarei no último dia”

No discurso feito logo após a cura do paralítico de Betesda, Jesus falou de duas ressurreições distintas. A primeira é a ressurreição figurada: “Eu lhes asseguro: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não será condenado, mas passou da morte para a vida. Eu lhes afirmo que está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e aqueles que a ouvirem, viverão” (Jo 5.24-26). A segunda é a ressurreição literal: “Não fiquem admirados com isto, pois está chegando a hora em que todos os que estiverem nos túmulos ouvirão a sua voz e sairão: os que fizeram o bem ressuscitarão para a vida, e os que fizeram o mal ressuscitarão para serem condenados” (Jo 5.28-29).

Jesus explicou que a hora da primeira ressurreição “já chegou”, mas a hora da segunda “está chegando”. É o tempo que separa e diferencia uma ressurreição da outra. Em outras palavras, a primeira ressurreição está acontecendo e a segunda está para acontecer. Enquanto esta pertence ao futuro, próximo ou distante, aquela pertence ao tempo presente. Os “mortos” da primeira ressurreição são os espiritualmente mortos, separados de Deus por seus pecados e transgressões (Ef 2.1). Os mortos da segunda ressurreição são os fisicamente mortos. Portanto, a primeira ressurreição nada tem a ver com o corpo, e sim com a alma. Quando o pecador se arrepende de seus pecados, ouve as boas notícias da salvação e aceita pela fé o sacrifício expiatório de Jesus, ele ressuscita, passa da morte para a vida e tem a vida eterna (Jo 1.4; 3.16). Enquanto a primeira ressurreição é elástica, vai acontecendo ao correr do tempo, a segunda acontece de uma vez, “num momento, num abrir e fechar de olhos” (1 Co 15.52). Nem todos passarão pela primeira ressurreição, porque ela depende da aceitação individual da oferta da salvação. Em contrapartida, todos passarão pela segunda ressurreição, porque ela se destina aos justos e aos injustos, aos salvos e aos perdidos, aos que morreram na terra ou no mar, aos que tiveram seus corpos reduzidos ao pó ou às cinzas.

Se Jesus não é mentiroso, então a ressurreição do corpo é absolutamente certa, independente de qualquer objeção secular ou científica. Ele assumiu em público o compromisso de ressuscitar o nosso corpo. Quatro vezes ele deu a sua palavra ao afirmar com todas as letras: “Eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.39-40, 44, 54).

Em outra ocasião, “na casa de um fariseu importante”, Jesus encorajou o desprendimento pessoal em favor dos outros e garantiu que a recompensa dessa atitude de humildade e amor viria na “ressurreição dos justos” (Lc 14.14).

Jesus refutou com toda a franqueza a posição dos saduceus contrária à ressurreição, dizendo-lhes, primeiro, que eles estavam equivocados, por não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus. Depois, lembrou-lhes as famosas palavras de Deus a Moisés junto à sarça ardente (“Eu sou o Deus de seu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacó”) e declarou: “[Deus] não é Deus de mortos, mas de vivos!” (Êx 3.6; Mc 12.18-27). Isso quer dizer que os três primeiros patriarcas, embora tenham morrido e sido sepultados centenas de anos antes de Jesus, estão vivos e, obviamente, aguardando a ressurreição do corpo, para voltarem a ser como antes, corpo e alma (Gn 2.7).

Por ocasião da morte de Lázaro, Jesus declarou à chorosa Marta: “Eu sou a ressurreição e a vida” (de todos os “Eu sou...” de Jesus, este foi o mais desafiador e consolador). Depois, perguntou à irmã do morto: “Você acredita nisso?” A mulher de Betânia respondeu prontamente: “Sim, Senhor! Eu creio que o Senhor é o Messias, o filho de Deus, que devia vir ao mundo” (Jo 11.25-27, NTLH).

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