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Seções — Carta ao leitor

Fim do mundo

A expressão “fim do mundo” comumente usada para descrever o fim da história (humana) não é apropriada. Ela é ampla demais e ninguém espera que o mundo todo seja destruído.

Precisamos tomar conhecimento do tamanho do universo ou, pelo menos, confessar honestamente nossa incapacidade de avaliar a sua imensidão. Talvez o astrofísico brasileiro Marcelo Gleiser, possa nos ajudar: “Vivemos num cosmo de dimensões que são difíceis de digerir. Nossa galáxia, com centenas de bilhões de estrelas, é apenas uma entre centenas de bilhões de outras.”

Com base na Segunda Epístola de Pedro, poderíamos usar uma expressão mais modesta e acertada: “fim dos céus e da terra” (2 Pe 3.7).

Chama-se de escatologia a parte da teologia sistemática que trata das “últimas coisas”. Nesse terreno, mais importante que o fim dos céus e da terra atuais é aquilo que se chama de parusia, palavra grega que aponta para a segunda vinda de Jesus, desta vez não como o servo sofredor (Is 53), mas como o Rei dos reis e o Senhor dos senhores (Mt 24.30).

Vários eventos circundam o segundo advento. Alguns acontecerão antes da parusia; outros, depois. Não é fácil (nem de suma importância) colocar em ordem esses acontecimentos. O mais discutido de todos é o chamado milênio — o período de tempo não definitivo caracterizado pela predominância do reino de Deus na terra. É aí que os cristãos se dividem entre pré-milenistas, pós-milenistas e amilenistas. O francês Henri Desroche, conhecido como “o sociólogo da esperança”, resume as duas primeiras correntes de modo simples e esclarecedor: “O que o pré-milenismo espera de uma descida de cima para baixo no espaço o pós-milenismo aguarda de uma progressão de baixo para cima no tempo”. Já o amilenismo acredita que o reino de Deus está presente no mundo agora, mas não em sua plenitude, o que deve acontecer depois de tudo, por ocasião do novos céus e nova terra.

A matéria de capa desta edição de Ultimato quer passar ao leitor a certeza de que a terra e os céus que os envolvem vão mesmo acabar – para dar lugar aos novos céus e nova terra “onde habita a justiça” (2 Pe 3.13). Boa leitura!

E. César

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