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Seções — Abertura

“O homem de Deus”


Eliseu é a versão vétero-testamentária das duas duplas de irmãos André e Pedro, Tiago e João, e de Levi, aqueles que “deixaram tudo” para atender o chamado de Jesus (Mt 4.13-22; Lc 5.27-28). 


Por volta do ano 850 antes de Cristo, Eliseu estava arando a terra com doze parelhas de bois. Elias o alcançou e o chamou para ser o seu auxiliar. O rapaz pediu licença apenas para dar “um beijo de despedida” no pai e na mãe. Em seguida, matou os bois e, com a madeira do arado, cozinhou a carne e a ofereceu ao povo. Então, partiu para outro estilo de vida e outros afazeres. Assim, de modo impactante, iniciou o seu notável ministério, a princípio como ajudante de Elias e, depois, como sucessor dele (1 Rs 19.19-21).

O nome de Eliseu aparece mais de quarenta vezes no segundo livro de Reis. A partir de certo momento, o narrador e alguns personagens da história passam a se referir a ele pelo apelido “o homem de Deus”. É possível encontrar essa designação 29 vezes no mesmo livro. O “discípulo dos profetas” (2 Rs 4.40), a sunamita (2 Rs 4.9, 16, 22) e até Ben-Hadade, rei da Síria (2 Rs 8.8), referem-se a Eliseu como o “homem de Deus”.
Qual seria a origem desse apelido tão sugestivo? Tudo começou com a observação do estilo de vida de Eliseu. O profeta sempre passava por Suném, ao Norte da Galiléia, e ali tomava uma refeição na casa de uma senhora rica, cheia de iniciativa. Por admirar a conduta daquele profeta andarilho, a sunamita comentou com o marido: “Sei que esse homem que sempre vem aqui é um santo homem de Deus”. E propôs: “Vamos construir lá em cima um quarto de tijolos para colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina” (2 Rs 4.8-10). Naquele dia, Eliseu ganhou o apelido de “o homem de Deus” e uma pequena suíte para se hospedar.

Profeta que não vive o que prega não é legítimo portador da Palavra de Deus. Títulos e vestes litúrgicas, mestrados e doutorados, cultura e sabedoria, gesticulação e oratória, poder eclesiástico e nome famoso têm valor relativo. O mais importante, o que convence, o que agrada a Deus, o que imprime autoridade é a vida particular e pública do profeta, do pregador, do sacerdote, do pastor, do bispo, seja homem ou mulher.

O Brasil precisa de sunamitas não-pagas que comentem com seus maridos, suas filhas e suas vizinhas: “Sabemos que fulano de tal, que sempre prega em nossas igrejas ou na televisão, é um santo homem de Deus”!

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