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Seções — Cartas

Cartas à redação


O padrão de conduta é alto demais
O padrão de conduta é alto demais, muito elevado, inalcançável pelo homem. Dissimular esse padrão, rebaixando-o e tornando-o alcançável, é auto-engano. Para um padrão elevado, uma resposta elevada: a graça. Somente ela afirmará perante Deus que somos adequados. O santo nada mais é do que o pecador justificado. O resto é balela.
Fernando Gruppelli
Curitiba, PR

Parabéns a toda a equipe de Ultimato pela seriedade e competência. A edição de setembro/outubro superou positivamente as expectativas.
Silvia Kivitz
São Paulo, SP

Sobre O drama do pecado residente na versão religiosa (set./out., p. 25), quero dar minha ressonância em forma de poesia!
Márcio Cardoso
Curitiba, PR
— Veja a poesia Dialética, do músico e compositor Márcio Cardoso, da Igreja Betesda, em Curitiba.

Imoralidade sexual
Escrevo para expressar minha profunda apreciação pela edição de setembro/outubro. O artigo Imoralidade sexual: existe tal coisa? (p. 26) contém explicações muito necessárias. Para mim foi uma revelação saber que Freud se conservou virgem até se casar, em idade madura, e, depois de casado, teve relações exclusivamente com a esposa o resto da vida. É impossível reverter a orientação de psicólogos descomprometidos com as Sagradas Escrituras, mas como é bom que a verdade, tão desprezada na prática, seja declarada em alto e bom som!
Henry Bacon
Meaípe, ES

O último Adão
A matéria de capa da edição de setembro/outubro refere-se a Jesus como o segundo Adão (p. 24). Seria melhor chamá-lo de “último Adão”, como está em 1 Coríntios 15.45. É importante distinguir os termos para que não haja interpretações de que um terceiro Adão estaria por vir, pois Jesus, o Messias, já veio e morreu na cruz por nós.
Gláucia de Laia Nascimento
Vitória, ES

Igreja invisível
A propósito da carta de Jacob Ignácio, de Passo Fundo, RS, publicada na edição de setembro/outubro, gostaria de declarar que eu creio na igreja invisível, que está inserida na igreja visível. Creio que a igreja invisível é oriunda de todas as tribos, povos, nações e etnias. Ela é constituída de todas as igrejas e religiões; de reformados, católicos, ortodoxos etc. Creio nas ovelhas de outros apriscos. Creio na salvação por meio de Cristo unicamente. Creio na obra da cruz e no Credo, como referencial de doutrina.
Jorge Vasconcelos
Governador Valadares, MG

Bispo e presbítero
O bispo Robinson Cavalcanti, no artigo Episcopado: honra ou martírio (set./out., p. 40), declarou que “a forma episcopal de governo da igreja, com sua evolução, é a mais antiga e disseminada do cristianismo”. Esqueceu-se o douto articulista que durante os 150 primeiros anos do cristianismo, bispo e presbítero eram títulos intercambiáveis para o mesmo oficial, como se vê no Novo Testamento (Tt 1.5-7) e na patrística. O episcopado monárquico só surgiu na segunda metade do segundo século.
Rev. Sandro Bussinger Sampaio
Coronel Fabriciano, MG

Ferreira Gullar
Fiquei indignada por Ultimato ter colocado uma frase de Ferreira Gullar na seção “Denúncias” (jul./ago., p. 20). Quando a revista IstoÉ (17/08/2005) perguntou ao poeta se ele cria em Deus, Gullar respondeu: “Nós inventamos Deus. [Ele] não existe. Talvez a maior criação do ser humano seja Deus”.
Roseli de Oliveira dos Santos
Igreja Presbiteriana Conservadora
Campinas, SP

Acorda, Vaticano, acorda!
Gostaria de ver publicado nesta revista, que assino há anos e admiro, o meu artigo Acorda, Vaticano, acorda! Sou católica, mas admiro a abertura de Ultimato e a seriedade com que trata todos os assuntos. Sou professora aposentada. Tenho 75 anos (idade da sabedoria).
Maria Eneida Nogueira Guimarães
Belo Horizonte, MG
Leia o artigo da professora Maria Eneida: Acorda, Vaticano, Acorda!

Testemunho
Sou médico, 42 anos, e congrego no ministério Cristo é a Resposta, em Santos, SP. Tomei minha decisão por Jesus em 1977, numa Igreja Batista. Foi em 1980, quando morava em Ouro Branco, MG, que encontrei um exemplar de Ultimato no gabinete do pastor da Igreja Metodista de Conselheiro Lafaiete, MG. Eu estava com 17 anos e não deixei de ler a revista desde então. Em todos esses anos como assinante tirei muito proveito e aprendi muito. Admiro a linha editorial da revista e a respeito como uma ilha de sabedoria e coerência dentro do movimento evangélico brasileiro... Gosto muito dos artigos de Robinson Cavalcanti, Ricardo Gondim e Valdir Steuernagel. Aprecio demais a seção “Cartas”. Tenho sentido falta do Mineiro com Cara de Matuto.
Waldir Nascimento Carlos Filho
Santos, SP

Omissão histórica
A edição de setembro/outubro foi muito boa e relevante. Mesmo tendo de separar alguns “espinhos”, Ultimato tem-me edificado e me feito raciocinar acerca das bases da minha fé. Contudo, continuo tendo uma reclamação: Por que a revista ignora o “movimento dos irmãos” (Casa de Oração)? Ao lembrar o 150o aniversário da primeira escola dominical organizada no Brasil, mencionou os irmãos congregacionais. Tem feito o mesmo com os presbiterianos, metodistas, batistas etc. Sempre sonega informações sobre o nosso grupo. Por que não citar o início do trabalho dos irmãos? Foi em 1878, com a saída de um grupo de irmãos da Igreja Fluminense (embrião dos congregacionais), que organizamos nossa primeira congregação. O primeiro missionário dos irmãos a pisar neste país foi Stuart Edmund McNair. Isso aconteceu em 1896. Mas, então, o trabalho já existia e havia se expandido em três estados (Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo).
Jabesmar A. Guimarães
Vila Velha, ES

Estou lendo com muito interesse a revista Ultimato. Ela é muito pertinente para o nosso tempo. Peço autorização para traduzir alguns artigos para o espanhol. Sinto necessidade de repassá-los para meus irmãos de língua espanhola. Sou cristão, comunicador social e vim trabalhar no Brasil há pouco mais de um ano.
Pedro Arroyo Cuyubamba
Brasília, DF

O que está acontecendo com a igreja gloriosa?
Ultimato não poderia ter escolhido tema melhor: O que está acontecendo com a igreja gloriosa? Estou cansado de ver pessoas sendo vítimas de terapias de amor, caminhos de libertação e consagração de dizimistas fiéis com óleo da multiplicação! Recomendo que a edição de julho/agosto seja enviada aos empresários da fé. Espero que eles se sintam, no mínimo, alfinetados!
Jacqueline Emerich
Cuiabá, MT

Formidável o texto Dízimo transformado em dividendos (jul./ago., p. 26). Gostaria de transmiti-lo aos colegas de ministério aos quais escrevo mensalmente.
Pastor Luiz Carlos Leite
Igreja Metodista Wesleyana
Maringá, PR

Gostei de todas as matérias de Ultimato de julho/agosto. De fato, a igreja precisa voltar às origens, em Atos dos Apóstolos. Mas não gostei da capa. Olhando para aqueles senhores rosados e engravatados, tive a impressão de que a revista queria mostrar a diferença entre evangélicos históricos e neopentecostais. A religiosidade européia e a americana têm muito a nos ensinar, mas, ao mesmo tempo, deixam muito a desejar, com a discriminação racial, a liturgia enlatada, o ar de superioridade (basta lembrar o relacionamento dos Estados Unidos com o Iraque).
Joaquim Tiago
Comunidade Cristã Grito de Alerta
Ipatinga, MG

Sugiro que a Editora Ultimato transforme a matéria de capa de Ultimato de julho/agosto em livreto, para ser comprado e distribuído a milhares de crentes desavisados de nosso país. Talvez esse material consiga salvar alguma igreja de Jesus.
Pastor João Batista
Igreja Batista Bíblica
Caruaru, PE

Como neta, filha, esposa e mãe de presbiterianos, estou bem próxima da nova “denominação” em ascensão, a dos não-religiosos, que têm dificuldade de acreditar na igreja, afastados por decepções suficientes para fazê-los fugir dela. É como diz o artigo da página 44 da edição de julho/agosto: “Parece que a fábrica dos não-religiosos é a própria igreja”. Encorajamento me deu Valdir Steuernagel: “A igreja nunca perdeu sua beleza e seu encantamento... Ela é de Deus. Que a renova e sustenta no decorrer da história”.
Dorothéia Elias
Fortaleza, CE

Que bênção tem sido Ultimato para o povo evangélico, especialmente os dois últimos números! Infelizmente a igreja evangélica tem seguido por dois extremos: ou se afasta dos pontos fundamentais da fé reformada ou se fecha num academicismo tamanho que nos afasta do sobrenatural. Temos orado para que conheçamos realmente a Deus e nos ajoelhemos aos pés do Senhor para buscar a sua face.
David Livingstone Figueiredo
Igreja Presbiteriana
Guarapuava, PR

Ultimato não publica o que as pessoas querem ler, e sim o que elas precisam ler. Dou graças a Deus por essa intrepidez e ousadia que abençoam a muitos. Quanto ao artigo Sexualidade transformada em licenciosidade (jul./ago., p. 30), acho que houve algum erro nas citações bíblicas, quando se diz que “numa mesma página, em sua Epístola aos Coríntios, Paulo se refere à licenciosidade e à sexualidade”.
Carlos Alberto Brandão Júnior
Natal, RN
— A citação bíblica está incompleta. Deve-se ler “1 Co 6.12-20 e 7.1-5”. Na primeira passagem, o apóstolo proíbe a imoralidade sexual e, na segunda, proíbe a abstinência sexual prolongada entre esposos, sem anuência mútua e sem propósito justificável.

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