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Sexo solto

Segundo pesquisa do Datafolha com 2.300 jovens das classes A, B e C, entre 15 e 30 anos, em sete capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Salvador e Recife), 76% ficaram com pessoas que conheceram no mesmo dia. Destes, mais da metade (53%) ficaram com mais de uma pessoa na mesma noite (Gol, 7/05/2005, p. 92).

Em Porto Alegre, médico anestesista abusou de uma paciente de 50 anos no momento de uma cirurgia.

Na África do Sul, uma menininha recém-nascida, de apenas uma semana de idade, foi estuprada.

No Sri Lanka, uma adolescente de 18 anos que sobreviveu ao tsunami, foi violentada pelo homem que a salvou das ondas gigantes.

Em dezembro de 2004, a Polícia Federal apreendeu 166 CD’s e dois computadores, que continham mais de 560 mil fotos de pornografia infantil, na casa de um professor de artes marciais, em Volta Redonda, RJ. Ele é acusado de ter abusado sexualmente de pelo menos vinte crianças e de ter produzido, divulgado e trocado fotos e vídeos de menores no Brasil e no exterior.

No início de 2005, foi ao ar nos Estados Unidos o espisódio da série Os Simpsons no qual um dos personagens se declara gay e tem seu “casamento” homossexual celebrado por Homer Simpson.

Em Mossoró, RN, a juíza da Vara da Infância e Juventude precisou proibir que numa festa de aniversário de adolescentes se oferecessem doces eróticos (em forma de partes íntimas da mulher e do homem).

Na Inglaterra e no País de Gales, 754 mil mulheres já foram estupradas nos últimos anos. De acordo com o Ministério do Interior britânico, 167 mulheres são violentadas por dia nessas duas regiões do Reino Unido (uma delas, de 28 anos, foi estuprada por um aluno de 16, em Londres). A maior parte das vítimas são adolescentes de 16 a 19 anos e mulheres mais pobres. Mais da metade das agressões sexuais são cometidas por parceiros ou ex-parceiros estáveis, e não por parceiros eventuais nem por desconhecidos (dados de 2002).

O sexo está tão solto que, nas palavras da sexóloga Regina Navarro Lins, muitas mulheres “gostam de manter relações com homens bissexuais, pois na cama eles são mais liberais, estão dispostos a fazer mais variações, entendem melhor os desejos da mulher”. Tais esposas ou companheiras, ensina Regina, não devem se “contaminar por moralismos e preconceitos”, mas não podem se esquecer de um detalhe fundamental: “Jamais fazer sexo sem camisinha” (Caderno Vida, Jornal do Brasil, 6/05/2005, p. 5).

Segundo a ONG italiana Telefono Arcobalino, de 2002 a 2003, houve um aumento de 70,35% no número de sites com material erótico infantil. Os quatro países mais comprometidos são a Rússia, Coréia do Sul, Estados Unidos e Brasil.

No Brasil, segundo informações da Secretaria Nacional de Segurança Pública, quase treze mulheres são estupradas por dia nas capitais brasileiras e no Distrito Federal. São Paulo registra o maior número de casos (1.261 em 2001). Mas as maiores taxas de estupros por 100 mil habitantes acontecem no Norte do país: Porto Velho (com 40,9%), Macapá (39,9%) e Boa Vista (34,1%).

O Ministério da Saúde informa que um em cada seis brasileiros está infectado com alguma doença sexualmente transmissível (DST). Há três anos eram 30 milhões de pessoas, sem incluir a aids. Deste total, 75% eram do sexo feminino (23 milhões).

Segundo pesquisas realizadas em vários países pela universidade John Moores em Liverpool na Inglaterra, um em cada 100 pais cria filhos de outro homem com o qual sua mulher se relacionou (Estado de Minas, 16/08/05, pg 20).

Apesar de solto, o sexo parece não satisfazer seus famintos e sedentos. É como explica ironicamente o jornalista Fernando de Castro: “Hoje, virou rotina os anúncios de novas descobertas e técnicas capazes de melhorar o prazer sexual da humanidade. A coisa chegou a tal ponto de imposição que, para que um casal sinta prazer, tem de decorar antes uma cartilha do tamanho das páginas amarelas. A libido espontânea virou uma coisa tão obsoleta quanto o videocassete” (JB, 9/06/2005, p. B8).

O procurador Paulo Leão, presidente da União dos Juristas Católicos, afirmou que “se o sexo é colocado como comer pipoca, é claro que vai ser tudo banalizado e vai propiciar uma disseminação da AIDS e das doenças sexualmente transmissíveis” (Folha de São Paulo, 17/03/2005, p. C4).

Em suas aulas no Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o professor Luiz Felipe Pondé esclarece que o relativismo moral de fato seduz e encanta, mas “é algo que surge como uma peste e a geração dos liberais o coloca em prática como um avanço na sociedade” (Crítica e Profecia, p. 243).

A fixação e o empanturramento do sexo solto, seja hetero ou homossexual, é reponsável por uma multidão de pessoas frustradas. Depois de assistir ao desfile de uma modelo brasileira famosa e olhado “para tudo aquilo que não era roupa”, Vitor Paiva escreveu: “Então as mulheres da platéia — frustradas por não serem ela [a tal modelo] — deram os braços com seus homens — também frustrados por suas mulheres não serem Gisele — e todos fomos embora” (JB, 2/06/2005, B6).

O que prevalece hoje, afirma o jurista Ives Gandra Martins, “é o hedonismo elevado à enésima potência”, o que não significa avanço nenhum: “Nesta ‘era’ em que o homem atingiu sua máxima liberdade e independência, é para ele a ‘era’ em que conseguiu sua maior insegurança interior, vivendo angústias e incertezas, e povoando os bancos de psicólogos e psiquiatras, ao ponto de, nos Estados Unidos, terem descoberto que, no início do século 20, havia apenas 3% de pessoas que sofriam de problemas psicológicos, hoje chegando a 30% dos americanos” (JB, 11/08/2005, p. A11).

Cristão que se preza prefere permanecer sob normas e não sob ímpetos. À semelhança de Moisés, prefere sofrer com o povo de Deus o desprezo por causa de Jesus “em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado” (Hb 11.25, NTLH)!





Foi Freud quem disse...

“Uma [...] comunidade está perfeitamente justificada, psicologicamente”, a proibir o comportamento sexual de crianças, “pois não haverá perspectiva de refrear os apetites sexuais dos adultos, se a base para tanto não tiver sido preparada na infância.”



“Obrigações morais” com relação à sexualidade devem ser aprendidas “no período da confirmação [religiosa].”



“Achar que a psicanálise busca qualquer cura para as desordens neuróticas, dando livre vazão à sexualidade, é um equívoco sério, que só pode ser desculpado a partir da ignorância. Quando conscientizamos as pessoas dos seus desejos sexuais reprimidos, por meio da análise, isso, pelo contrário, lhes permite ter domínio sobre eles mesmos, coisa que a repressão prévia era incapaz de conseguir. Seria mais certeiro dizer que a análise liberta o neurótico das cadeias da sexualidade.”

“No declínio das civilizações antigas, o amor ficou destituído de valor e a vida, vazia.”



Essas citações do famoso médico austríaco Sigmund Freud (1856-1939), o pai da psicanálise, estão no capítulo “Sexo: a busca de prazer seria o nosso único propósito?”, do livro Deus em Questão — C. S. Lewis e Freud debatem Deus, amor, sexo e o sentido da vida (p. 139), escrito pelo psiquiatra Armand M. Nicholi Jr., professor da Escola de Medicina de Harvard (288 páginas, Editora Ultimato, agosto de 2005). São tão desconhecidas e surpreendentes que o autor faz o seguinte comentário: “Muitas vezes é difícil imaginar como Freud tenha se tornado símbolo internacional da liberdade sexual” (p. 262). A maioria dos biógrafos de Freud concorda que ele não teve experiências sexuais antes de se casar, aos 30 anos. Um deles, Ernest Jones, “descrevia Freud como ‘peculiarmente monogâmico’, argumentando que ele permaneceu fiel por todo o seu casamento” (p. 160).

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