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Especial ABUB — Missão 2006 — Mural de notícias

Estudantes submetem o trote à reflexão

O que deveria funcionar como instrumento de integração entre os estudantes veteranos e os calouros das universidades, muitas vezes, acaba tomando o caminho do desrespeito à individualidade humana e, em certos casos, chega às raias da selvageria. São comuns, no meio universitário, os relatos de agressões, físicas inclusive, cometidas pelos mais antigos contra os recém-chegados. Isso é o que vem ocorrendo com a prática do trote, a cada início de semestre letivo do ensino superior do país. E na Universidade Federal de Ouro Preto não tem sido diferente; pelo contrário, esses desvios são marcantes por aqui.

Inseridos nesse contexto e preocupados em resgatar os aspectos que consideram positivos no ritual de recepção dos calouros, um grupo de alunos ligados à Aliança Bíblica Universitária (ABU) resolveu promover, a partir de 1998, o “Trote do Abraço”. O evento consiste, basicamente, numa atividade de integração feita através de dinâmica de grupos e se estende a todos os calouros, sem discriminação.

Para a psicóloga da universidade, Kátia Valéria, que tem entre seus pacientes vários estudantes que a procuraram em conseqüência de conflitos surgidos desde que chegaram a Ouro Preto, a iniciativa da ABU cumpre também um papel importante de convidar a comunidade estudantil a refletir sobre o assunto. Segundo ela, é relevante que em casos como esse o questionamento surja do próprio meio. “De repente, os próprios estudantes começam a perceber que determinados comportamentos não combinam com um ambiente universitário, freqüentado por pessoas das quais se espera uma contribuição intelectual, inclusive, bem acima da média da sociedade”, analisa a psicóloga. E conclui: “É fundamental que o bom senso e o respeito sejam a tônica de todo relacionamento interpessoal”.

(Janete Jobim — Jornal da UFOP, nov./dez. 1998.)



Mães internadas no Hospital das Clínicas recebem flores e música

No último dia 6, a sexta-feira que antecedeu o Dia das Mães, as mamães internadas no Hospital das Clínicas receberam a visita da Aliança Bíblica Universitária, formada por alunos dos cursos de medicina e de enfermagem da Faculdade de Medicina de Marília (Famema). Botões de rosa foram oferecidos, além de apresentação musical com violão e coral de vozes. Conforme Anderson Funai, aluno do 4º ano de enfermagem, a idéia de se fazer esta homenagem às mães surgiu na semana passada. “Um toque no meu coração fez com que eu passasse esta possibilidade para os meus companheiros e eles gostaram da idéia”, explicou.

A compra das rosas foi feita com recurso próprio da ABU, grupo religioso que surgiu no século passado na Inglaterra. Na Famema, já são mais de seis anos de atuação. As reuniões são realizadas todas as quartas-feiras, às 18h30, na sala 17 do prédio da faculdade. A emoção sentida pelas mães é gratificante, segundo depoimento de todo o grupo presente. “Algumas vão às lágrimas, porque realmente é muito emocionante”, apontou Funai. Os encontros e visitas da ABU a casas de alunos têm servido como apoio para estudantes da Famema.

(Roberto Cezar — Notícias da Famema, 10 maio 2005.)



Expressões de fé no campus

Meio-dia. Uma grande fila se forma na entrada do Restaurante Universitário da Universidade Federal do Maranhão. Lá dentro, o barulho das conversas nas mesas lotadas de estudantes, alguns apressados para a próxima aula, e outros sem pressa alguma. Paralelo a essa grande movimentação, grupos se reúnem em algumas salas para orar. Estes movimentos surgem tímidos, com poucos integrantes, em corredores ou salas, durante os intervalos das aulas ou no final delas. Para participar dessas reuniões, os estudantes têm de abrir mão de um almoço demorado e tranqüilo ou de chegar mais cedo em casa. Apesar de parecer algo desconexo com a realidade acadêmica, esses grupos vêm crescendo cada vez mais. Em um espaço laico, onde predomina o estudo científico, grupos católicos, evangélicos e interdenominacionais estão espalhados pelo campus da universidade proporcionando momentos de vivência da fé.

A Aliança Bíblica Universitária é um desses movimentos. “É imprescindível dentro da universidade, um lugar de estudo racional, esse encontro com Deus. Essa é a nossa missão, de levar a Palavra de Deus democraticamente”, comenta Cecília Dutra, 4º período de Jornalismo que freqüenta o grupo há cerca de um mês.

Com o lema “Estudante alcançando estudante”, o grupo vem atraindo curiosos e novos integrantes para as reuniões, cuja programação abrange desde o estudo dos preceitos bíblicos até a demonstração prática da vivência cristã.

O movimento não se caracteriza como porta-voz de uma só igreja. Os participantes o definem como interdenominacional.

(Ana Carolina Aguiar, Bruna Castelo Branco, Sheily Noleto — Agência Campus Online. [10 ago. 2005]. www.col.ufma.br)



Programa resgata dívida com negros e índios

O perfil do público que freqüenta as universidades brasileiras deve mudar em breve, quando começarem a surgir os resultados do mais importante programa de inclusão social nas instituições superiores de ensino já visto no país. O Diversidade na Universidade, desenvolvido pela Secretaria de Educação Média e Tecnológica do Ministério da Educação, voltado essencialmente para afro-descendentes e indígenas, visa melhorar as condições de aprendizagem e permanência desses grupos, tradicionalmente excluídos do ensino superior.

Entre os Projetos Inovadores de Cursos (PIC) selecionados pelo MEC está o Curso Pré-Vestibular Comunitário Didaquê, parceria da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro com a Aliança Bíblica Universitária, criado em 1997. A Assessoria de Projetos Especiais da Reitoria executa o projeto, cabendo à ABU sua coordenação. A seleção dos alunos é feita com base em critérios socioeconômicos e a clientela é composta por jovens de baixa renda, a grande maioria afrodescendente. O índice de aprovação nos vestibulares está em torno de 22%.

(Heitor Menezes — Jornal do MEC, out. 2002, adaptado.)



Liderança feminina no terceiro setor

Há 25 anos, Sirlei Tarragô Urbani, 50 anos, colocou sua profissão como assistente social a serviço da sua comunidade, os moradores de Carapicuíba, cidade da região metropolitana de São Paulo. Ali, ela conquistou a amizade, o apoio e a cooperação para construir, com “passos de formiguinha”, como ela diz, algo melhor para todos. Garra, força e renúncia fizeram parte do seu trabalho diário. Sua dedicação e vontade de mudar a realidade local transformaram Sirlei em uma líder comunitária.

A liderança das mulheres no terceiro setor sempre se fez presente. “As mulheres têm uma garra e força. Elas sabem demonstrar afeto e emoções e têm um olhar diferenciado. É uma característica própria. Essa questão da sensibilidade é para todos, mas pela própria essência, a mulher é voltada para isso”, comenta Sirlei.

O primeiro trabalho Sirley em Carapicuíba se deu quando ela ainda era estagiária. Ela se envolveu em um movimento estudantil chamado Aliança Bíblica Universitária do Brasil, que trabalha a questão da sensibilização e da consciência social do estudante e do profissional no sentido de colocar sua profissão a serviço da comunidade.

O grupo, formado por 40 estudantes de diversas áreas, começou a desenvolver um trabalho na cidade com um grupo de mães. Em 1982, os jovens fundaram o Projeto Missionário Vila Capriotti, com o nome fantasia de Centro de Educação Cuca Legal, com uma verba conquistada junto ao movimento na Alemanha. “Era uma visão motivada pelo contexto político de 1980, com muitas greves e mobilização política. Queríamos mudar o mundo. A gente foi para lá achando que ia fazer tudo certinho, mas a estratégia de envolvimento com a comunidade no início não foi correta. Primeiro, compramos a sede e depois, aos poucos, é que fomos envolvendo o pessoal da comunidade. Depois precisamos resgatar esse contato. Foi muito difícil. Éramos muito idealistas. Quando você vai para a comunidade, vê que a realidade é bem diferente. Não precisa usar tanta técnica. Basta você se relacionar, se envolver e ter um trabalho coletivo. É necessário saber ouvir as pessoas, conhecer as suas necessidades e priorizá-las na comunidade”, afirma Sirley.

(Daniele Próspero — [8 set. 2004.] (www.setor3.com.br) Adaptado.)

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