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O estranho caminho do suicídio

No Japão o suicídio é combinado pela internet e na Rússia, 78 militares cometeram suicídio em 2004. O que está acontecendo na Rússia? Enquanto todo mundo foge da morte, de janeiro a setembro de 2004, 78 militares russos, entre eles 24 oficiais, cometeram suicídio — em média nove militares por mês. De acordo com o relatório de uma ONG de defesa dos direitos humanos, quase todos os 800 mil russos que prestam 24 meses de serviço militar sofrem, em algum momento, abuso praticado pelos colegas mais velhos e até mesmo por oficiais.

O mesmo estranho fenômeno vem acontecendo no Japão, onde jovens e adolescentes estão se matando cada vez mais, provavelmente por causa do valor demasiado que a cultura japonesa dá ao preparo acadêmico. Os que não conseguem acompanhar o sistema educacional vigente se isolam dentro de casa. E muitos acabam cometendo suicídio na companhia de outros jovens na mesma situação. O suicídio é combinado pela internet e praticado por envenenamento por monóxido de carbono dentro de um carro. Dos 34 mil suicidas de 2003, 22% eram jovens de até 20 anos.



“O Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão”

Em nenhuma outra ocasião, o nome santo de Deus foi tão profanado

Na época de Paulo havia deuses demais em Atenas (At 17.16, 22-23). Em cada esquina via-se um altar. Hoje, há deuses demais em todo lugar. A denúncia não é da poderosa Conferência Nacional dos Bispos do Brasil nem da acanhada Aliança Evangélica do Brasil, mas do jornalista Fernando Bonassi (Folha de São Paulo, 22/3/05, p. E8):

“Há deuses demais na boca dos socialistas cristãos, dos ateus sem opção, dos terroristas de ocasião, dos fascistas de plantão e plantonistas da desinformação...”

“Há deuses demais no rádio, no jornal e na televisão.”

“Há deuses demais nos partidos, nos sindicatos, nas manifestações eleitorais.”

“Há deuses fornidos por empresas nacionais, capitais internacionais e aqueles sustentados por dízimos ocasionais, que os pobres demais não se esquecem de pagar.”

O mais grave, porém, é a explicação que o autor dá ao fenômeno da multiplicação dos deuses: “Nos bastidores dos tempos atuais voltamos a ter deuses demais para explicar todas as coisas evidentes e aceitar caladamente o inexplicável [...]. Assim há deuses demais onde parece haver homens e mulheres de menos, de menor coragem ou voragem de entender sua falta de sentido em meio a tudo isso.”

Provavelmente, em nenhuma outra ocasião, o nome santo de Deus foi tão profanado em escala mundial por chefes de governo e pela sociedade em geral. Basta lembrar que, no último Carnaval, o enredo da escola de samba da Casa Vermelha, em São Paulo, foi “Brasil, se Deus é por nós, quem está contra nós?” (uma profanação de Romanos 8.31). Muito mais revoltante, todavia, foram as irreverências proferidas pelo casal Valéria Valenssa (“Nasci com o sonho de ser chacrete e Papai do céu me deu muito mais”) e Hans Donner (“Achei que era injusto esconder um design de Deus [a Globeleza] dentro de casa”).

Em 2002, o então secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, o brasileiro Rubens Ricupero, ficou escandalizado com a oração que o ministro anglicano Jeremy Fletcher publicou no jornal Times de Londres, na véspera do jogo da Inglaterra contra o Brasil: “Oh, Senhor! Que tua mão se levante e aniquile a potência de Ronaldo e Rivaldo. Se necessário, conceda-nos um gol duvidoso de impedimento no último minuto para que o mundo inteiro reconheça que és o nosso Deus. Que o gol deles seja, para nós, tão espaçoso quanto um hangar de avião e que o seu goleiro não seja mais alto que uma formiga.”

É preciso recordar mais uma vez o terceiro mandamento e as palavras que vêm depois dele: “Não tomarás em vão o nome do Senhor, o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão” (Êx 20.7).



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