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Seções — Cartas

Com a mesma liberdade que o autor da reportagem sobre Campina Grande usou, colocando a expressão pastor presbiteriano entre aspas, ao se referir a Nehemias Marien, meu marido, permita-me chamá-lo de Elben Ratzinger Lenz César.
Eglé Marien - Rio de Janeiro, RJ
>Clique aqui para ler esta carta na íntegra

Campina Grande e o “Deus Desconhecido”
Parabéns ao Mineiro com Cara de Matuto por ter saído são e salvo do “Areópago Babel” de Campina Grande.
Antônia Silva Vieira - São Paulo, SP

Todos os artigos sobre a salada religiosa de Campina Grande foram corajosos e cheios de sabedoria. As multidões estão “aflitas e exaustas, como ovelhas que não têm pastor” (Mt 9.36).
Pr. Roberto Bittencourt Júnior - Campinas, SP

A matéria de capa da edição anterior me faz lembrar que, em 1961, na mesma cidade de Campina Grande, foi realizada a campanha evangelística Cristo Esperança Nossa, cujo pregador foi meu esposo, pastor Antonio Elias. O evento reuniu todas as igrejas evangélicas num clima de muito amor, devoção, humildade, fé e respeito mútuo. A preparação se deu pelo espaço de um ano, culminando com uma semana de reuniões em um estádio de futebol, com resultados indiscutivelmente positivos para o reino de Deus.
Maria José de Almeida Elias - Niterói, RJ

Para não correr o risco de ser acusado de falsidade ideológica, esclareço que não sou professor da Universidade Federal do Ceará, como afirma a revista na reportagem sobre Campina Grande. Já lecionei lá no começo da carreira, porém hoje ensino em outras faculdades. Gostaria de explicar ainda que minha palestra não foi só sobre magia negra, mas também sobre a questão da homossexualidade.
Ricardo B. Marques - Fortaleza, CE

Deus é justiça
Meu coração se alegrou ao ler o artigo É preciso soletrar de novo: Deus é justiça (“Reflexão”, jan./fev.). Tenho 22 anos, mas a comodidade da minha geração me incomoda muito.
Andressa Mota - São Paulo, SP

Associação de Homens Casados que Querem Ser Padres
Gostaria de chamar a atenção não só para os padres casados que querem voltar a exercer o sacerdócio, mas também para outra classe de pessoas que têm o mesmo ideal, mas se vêem impedidas pela lei do celibato. Trata-se de homens casados como eu que aspiramos ao sacerdócio. Por muito tempo, pensei em ser padre, porém desejei também constituir uma família. Poderia me ordenar diácono, mas considero isso muito pouco e pífio. Meu desejo é me ordenar e ser padre. Mas como? Com o papa atual, nem quente nem frio, nem tradicionalista nem modernista? Que excomunga os lefevristas e depois os comunga de novo? Pedro era casado e os outros apóstolos também. Padres e religiosos se casavam até aquele infame concílio insuflado pelas idéias de São Paulo, este celibatário e propagador do celibato. Que o Espírito Santo inspire uma igreja como no tempo de Cristo, uma igreja cuja herança nossos irmãos ortodoxos souberam preservar. Sugiro que, além da Associação de Padres Casados, tenhamos também uma Associação de Homens Casados que Querem Ser Padres. Ora, sabe-se que existem no mundo atualmente cerca de 400 mil padres, sendo que, aproximadamente 100 mil se casaram ou se afastaram da igreja. Há 1 bilhão de homens casados, dos quais 170 milhões são católicos casados. Se apenas 1% tiverem vocação sacerdotal, teremos 1,7 milhão de candidatos à ordenação sacerdotal, isto é, mais de quatro vezes o número atual de padres. Sabe-se ainda que apenas 2% dos padres do mundo inteiro praticam o celibato. Daí eu pergunto: qual a idade deles em média? 70 anos.
Arthur Santos - Rio de Janeiro, RJ

Ultimato vai bem
Quando chegar o dia (espero que nunca aconteça) em que, ao receber meu exemplar de Ultimato, ler a seção “Cartas” e constatar que nenhum artigo causou polêmica, pedirei o cancelamento da minha assinatura. Parabéns pela linha editorial.
Pr. Darci Júnior Igreja Cristã Evangélica - Goiânia, GO

Confesso que li com tristeza a carta do leitor que acha a linha editorial de Ultimato “extremamente sisuda, mal-humorada, bolorenta, rançosa e sexista”. A ele digo: “Você pegou pesado”. Mas aos editores, colaboradores e articulistas da revista, digo: “Vocês todos, sem exceção, são bênçãos de Deus para o cristianismo no Brasil. O que vocês escrevem é sempre atual, nunca “bolorento”; é leve e simples, nunca “sisudo”; é alegre e cheio de vida, nunca “mal-humorado”; é imparcial, sem tons pejorativos e preconceituosos, nunca “rançoso” ou “sexista”.
Pr. José Paulo Moura Antunes - Rio de Janeiro, RJ

O trabalho de vocês tem sido edificante para a Igreja de Cristo. Encorajo-os a não desanimarem diante das provações. O Senhor precisa de vocês!
Ierguen Seibert - Novo Hamburgo, RJ

Ultimato tem uma especialidade que me chama muito a atenção. Ela consegue manter a qualidade de suas publicações há anos, publicando artigos com uma proposta reflexiva pertinente para o evangélico brasileiro.
Pr. Anderson Clayton - São Leopoldo, RJ

O grande sucesso de Ultimato está justamente na singeleza e simplicidade que vem do Mestre. Embora seja um meio de comunicação moderno, transparente e comprometido com a verdade, a revista fica limitada por barreiras impostas pelas próprias organizações religiosas.
Rogério Ferreira - Belo Horizonte, MG

Somos igreja e não empresa
Somos a Igreja de Cristo no mundo. Cristo é o cabeça e nós, os seus membros. A Igreja é a esposa de Cristo. Por isso precisa ser submissa a Cristo. Como? Submetendo-nos uns aos outros no amor de Cristo. A esposa de Cristo somos nós. Temos que ser fiéis a Jesus Cristo, nosso cabeça. Não somos uma empresa capitalista, que procura a prosperidade material e que desaparece com o tempo. O que procuramos com fé é um novo céu e uma nova terra, onde habita a justiça. Que Deus nos abençoe hoje e sempre! Amém!
Pe. Antonio Gualberto Monteiro - Santana dos Montes, MG

Ecumenismo
Espero que publiquem opiniões contrárias ao posicionamento ecumênico desta abençoada revista, que, infelizmente, gosta de bajular os padres e a Roma papal. Ecumenismo é traição. Quando os que acreditam que Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens se ajoelham para adorar junto com os que acreditam na intercessão dos santos e na mediação de Maria — eles estão traindo seu povo e sua crença. Foi o que os jornais noticiaram recentemente: “Católicos romanos e luteranos relembram a salvação pela graça”.
Alceu Alves Figueiredo - Marília, SP

Alguém precisa dar um calmante ao leitor Marcelo Marinho (“Cartas”, mar./abr. 2005). O “nervosinho” escreveu: “Desde quando se pode confiar em católicos romanos?”; “Falem mal dos católicos, das testemunhas de Jeová ou dos mórmons, mas nunca de uma igreja evangélica”; “Nosso Deus está fazendo grandes coisas e os evangélicos estão se tornando a maioria” etc. Essa mania de grandeza e esse desprezo pelos irmãos de outras denominações, especialmente os católicos romanos, já não o tornam candidato ao inferno?
Pe. José Felippe Netto Santa - Ernestina, SP

A intolerância está tão arraigada em nós que, ao criticarmos os intolerantes, expressamos a nossa intolerância.
Pr. Fábio - Cambará, PR

Sou evangélico há mais de vinte anos e leitor de Ultimato há pelo menos dez. Percebo que a igreja evangélica brasileira é extremamente anticatólica. Contudo, a revista sempre se refere aos católicos como possíveis irmãos, coisa que não vejo nos púlpitos e salas de escola dominical. Em seu artigo na edição anterior, Ricardo Gondim elogia padres e freiras e até cita Madre Teresa (Também sou sobrevivente). Tenho dificuldade em achar que só os crentes estão certos, mas confesso que acho no mínimo admirável que um pastor da Assembléia de Deus tenha essa postura. Não me levem a mal, mas deixem-me perguntar de forma direta se isso é pura demagogia.
Andrassy Celeste - Juiz de Fora, MG

O fuzuê d’O Código Da Vinci
Surpreendi-me com o artigo de Mark Carpenter, O fuzuê d’O Código da Vinci. [É] uma ficção de sucesso, mas que trabalha com o sagrado feminino, atira no cânon, diz que a fé é universal e o cristianismo é arbitrário, defende evangelhos gnósticos e tantas outras heresias. Tal ficção não deve “entreter” nem envolver com “prazer” os cristãos. Não é preciso negociar nossa ética cristã em nome da arte ou cultura.
David Livingstone A. Figueiredo - Guarapuava, PR

Não achei nada “divertido” o artigo de Mark Carpenter, sobre o livro O Código Da Vinci. Entendo muito bem que o texto de Dan Brown é uma obra de ficção. Mas a pergunta que teima em não calar é: “Será que os mais de 18 milhões de leitores do livro sabem disso?” Como pai e pastor, procuro ajudar, proteger e informar a todos os que estão à minha volta contra os vários “venenos” que a nossa sociedade joga na mídia, seja ela escrita ou eletrônica. No que diz respeito ao livro O Código Da Vinci, fiquei muito preocupado quando meu filho de apenas 7 anos, que cursa a segunda série do ensino fundamental, chegou em casa fazendo duas perguntas: “Pai, Jesus foi casado com Maria Madalena?” e “Pai, Jesus teve filhos com essa mulher?” Quando perguntei a ele por que me falava aquilo, ele respondeu: “O pai de um dos meus colegas leu um livro que conta essa história sobre Jesus e contou para ele, e ele, para mim e outros colegas”. Não é para ficar preocupado?
Pr. Marco Antônio de Sales Nascimento - Rio de Janeiro, RJ

A Bíblia diz para não tomar o nome do Senhor em vão (Êx 20.7). Diz também que Deus exaltou Jesus sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome (Fp 2.9). Como, então, podemos aceitar que se escarneça do santo nome de Jesus? Será que Mark Carpenter aceitaria que seu nome fosse lançado na lama, que se levantasse contra ele palavras difamatórias, que jogassem no chão a sua reputação? Ainda que fosse assim, Mark é humano, mas Jesus é o Santo Filho de Deus.
Zulandir Serede -Campo Grande, MS

— Em O fuzuê d’O Código da Vinci, minha intenção foi simplesmente argumentar que há uma enorme diferença entre uma inconseqüente obra de fantasia feita com intuito de entreter (por mais absurda que seja a trama) e um tratado de não-ficção que se propõe a discorrer sobre a história ou a verdade. Por exemplo, o livro O Santo Graal e a Linhagem Sagrada (de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln, Nova Fronteira, 1993) apresenta as mesmas distorções e heresias presentes na obra de Brown, mas faz isso numa tese de não-ficção. Esse livro representou o início de uma ameaça, pois fora lançado como proposta “séria”. Na época, foi imediatamente execrado pela crítica e pelos historiadores — cristãos e não-cristãos — e sua influência foi minimizada. Para mim, é claro que O Código da Vinci deve ser encarado e esquecido apenas como um romance menor, de caráter derivativo. O fato de que as pessoas estão levando a sério as suas pseudo-premissas é frustrante e apenas reforça a idéia de que ainda não sabemos o que fazer com ficção. Como editor, uma das minhas responsabilidades é defender a fé cristã. Porém, gostaria que resguardássemos o nosso poder de fogo para aquilo que realmente nos ameaça. Se, no entanto, entendermos como igreja que precisamos proclamar vociferantemente que essa ficção não é verdadeira, podemos até fazê-lo, mas estaremos apenas definindo o que é a ficção: criação imaginária.
Mark Carpenter

Socorro!
Aproveito para pedir oração, pois estou passando por um momento de grande fraqueza espiritual e preciso ser restaurado pelo Senhor. Urgentemente, senão vou morrer!
P.J.

— Ultimato coloca à disposição dos leitores o texto intitulado Prática da Restauração, enviado ao missivista acima. Trata-se de uma análise bíblica do processo de restauração que pode levantar outra vez o crente que se afasta do Senhor.

Bush
Nossa querida irmã Deborah Gill, de Curitiba, PR (“Cartas”, mar./abr. 2005), precisa saber que não serão necessários dez anos para termos certeza de que a guerra do Iraque não só foi um erro, como também um dos planos mais maquiavélicos que a história já relatou. Também não dá para ler o que nossa querida irmã Ana Tirza, de Teresina, PI, escreveu. Segundo ela, o presidente dos Estados Unidos “tem sido uma bênção no mundo”.
Zoer Assuero A. G. dos Santos- Aracaju, SE

Fiquei perplexo com o tom de revolta contido na carta de Ana Tirza, quando ela rotula de antiamericanismo nefasto a serviço de Satanás o equilibrado artigo de Paul Freston sobre a reeleição de Bush. Quando ela chega ao extremo de afirmar que os Estados Unidos e Bush são bênçãos no mundo, confesso que foi-me impossível reprimir o desconforto e o mal-estar causado pelo absurdo de tal declaração. Ultimato não está a serviço de Satanás, como Ana diz (a acusação é muito séria), mas a serviço do reino de Deus, discutindo questões sérias, oferecendo sempre uma visão bíblica, equilibrada, consciente e coerente com a Palavra. Isso, sim, é bênção para mim.
Antonio Paulo Alves - Americana, SP

Amor e casamento
Gostaria que vocês me enviassem o artigo que descreve o amor, publicado numa das edições de 2001. No dia em que começamos a namorar, meu noivo o recitou para mim, mas acabei perdendo o recorte. Vamos nos casar no dia 5 de novembro e quero fazer uma surpresa para ele. Amamo-nos muito, e o artigo foi muito importante para nós, porque descreve tudo o que sentimos um pelo outro. Por favor, me mandem essa relíquia!
Ana Carolina Tobias Silva

Veja mais em:
Prática da restauração



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