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Seções — Carta ao leitor

Flávio Josefo ou Lucas?

Por ocasião da Páscoa realizada em Jerusalém no ano 30 da era cristã, uma pequena comitiva de gregos prosélitos do judaísmo se aproximou de Filipe, um dos doze apóstolos, e lhe disse: “Queremos ver Jesus” (Jo 12.21).

Quem dera que esse interesse inicial por Jesus se espalhasse hoje por todos os cantos! Mas Jesus é tão estranho, tão imenso, tão glorioso, e o ser humano tão racional, tão preconceituoso e tão comprometido com o pecado, que o conhecimento do Jesus real é de fato uma conquista difícil.

A dificuldade desaparece por completo se o nosso interesse é conhecer o Jesus a que se refere o historiador judeu Flávio Josefo: “Havia um homem sábio chamado Jesus. Seu comportamento era bom e sabe-se que era uma pessoa de virtudes. Muitos dentre os judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à crucificação e à morte. E aqueles que haviam sido seus discípulos não deixaram de segui-lo.”

A dificuldade aumenta muito se nosso interesse é conhecer o Jesus a que se refere o historiador cristão Lucas, cujo propósito é descrever toda a trajetória do homem de Nazaré, desde sua concepção sobrenatural (Lc 1.34-35) até sua morte, ressurreição e ascensão (Lc 24.1-53).

O Jesus de Josefo é um homem comum que teria ressuscitado, segundo o relato de seus discípulos. O Jesus de Lucas é humano e divino ao mesmo tempo, veio para buscar e salvar o que estava perdido (Lc 19.10) e ressuscitou , com “muitas provas indiscutíveis” (At 1.3), depois de seu sofrimento.

O mundo precisa tanto do Jesus de Josefo como precisa de Gandhi, Luther King e Madre Tereza de Calcutá. Se fosse um contemporâneo nosso, certamente esse Jesus ganharia também o Prêmio Nobel da Paz e poderia até discursar na ONU.

Mas o Jesus de que o mundo realmente precisa é o Jesus dos Evangelhos de Lucas, Mateus, Marcos e João, das Epístolas de Paulo, Tiago, Pedro, João e Judas, do Apocalipse e de todo o Antigo Testamento.

Para conhecer esse Jesus, a cortina da incapacidade, da má vontade, da arrogância e da incredulidade precisa ser levantada ou rasgada. “Se o véu fosse tirado dos nossos olhos, se pudéssemos ver Jesus na plenitude de sua pessoa humana divina e na sua obra salvadora”, declarou John Stott no discurso de abertura do Primeiro Congresso Internacional sobre Discipulado, “então perceberíamos que ele é digno de toda nossa lealdade, nosso amor e nossa adoração”.

Que a matéria de capa de Ultimato que você tem diante de seus olhos o ajude a fazer a seguinte oração: “Ó Deus, tem misericórdia de mim e desvenda os meus olhos para eu ver o Jesus Impossível!”

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