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Notícias — Nacionais

Voz Missionária nasceu um mês antes da quebra da bolsa de Nova York

O que há de comum entre Martin Luther King, Anne Frank, Itamar Franco, Fernanda Montenegro e Grace Kelly e a revista Voz Missionária? Nada de grande importância, senão o fato de que todos nasceram em 1929.

Foi no dia 18 de setembro de 1929 que um pequeno grupo de mulheres metodistas se reuniu na Igreja Metodista Central de São Paulo para tomar uma iniciativa corajosa, especialmente porque a situação financeira do país e do mundo era a mais instável possível. Falava-se até numa quebra da bolsa de Nova York, o que de fato aconteceu no mês seguinte. Com o caos da bolsa e mais uma safra recorde de café, o preço do produto despencou no mercado internacional. Em vez de fixar os olhos na instabilidade econômica e social do país, aquelas poucas damas fundaram naquele dia a primeira revista evangélica destinada ao público feminino. As outras revistas do mesmo cunho — Vida Cristã, Revista da SAF e Alvorada — começaram a circular muito depois de Voz Missionária.

Entre as fundadoras da Voz Missionária estão Eula Kennedy Long, filha mais velha do missionário James Kennedy, um dos homens que mais ganhou almas para Cristo aqui no Brasil, e Ottília de Oliveira Chaves.

A revista chama-se Voz Missionária para dar vazão ao “ideal missionário da mulher metodista, tendo por missão a propagação do evangelho, a divulgação de conhecimentos, de orientação, de educação, levando a todos mensagens edificantes”. Desde o início, a revista tem o seguinte lema: “Informação conduz à inspiração”.

Voz Missionária surgiu 28 anos depois do Metodista Catholico, hoje Expositor Cristão, órgão oficial da Igreja Metodista do Brasil. Em seu período de maior sucesso, sob o comando de Ottília Chaves, a revista chegou a ter o número recorde de assinaturas — 80 mil. Para comemorar o 75º aniversário de Voz Missionária, realizou-se no dia 18 de setembro de 2004 um culto de ação de graças na Igreja Metodista de Rudge Ramos, SP. www.vozmissionaria.org.br; voz@vozmissionaria.org.br.



Católicos romanos e evangélicos de confissão luterana relembram a salvação pela graça mediante a fé

No último domingo de outubro, dia 31 (487º aniversário da Reforma), em vários templos católicos e luteranos do Brasil, foi solenemente lido o seguinte pronunciamento: “Confessamos juntos: somente por graça, na fé na obra salvífica de Cristo, e não por causa de nosso mérito, somos aceitos por Deus e recebemos o Espírito Santo, que nos renova os corações e nos capacita e chama para boas obras”.

Padres católicos (nas missas) e pastores luteranos (nos cultos) fizeram essa leitura para celebrar o quinto aniversário da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, assinada no dia 31 de outubro de 1999 em Augsburgo, na Alemanha, entre a Federação Luterana Mundial e a Igreja Católica Romana. Foram conclamados a isso por uma carta assinada pelo cardeal Geraldo Magella Agnelo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e pelo pastor Walter Altmann, presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil (IECLB).



Viçosa faz agrônomo e missionário

Além de fazer agrônomos e veterinários para mexer com a terra, as plantas e os animais, Viçosa faz missionários para mexer com a alma daqueles que sofrem o peso da culpa e não reconhecem o perdão mediante o sacrifício vicário de Jesus Cristo.

A Universidade Federal de Viçosa (UFV) faz os agrônomos e o Centro Evangélico de Missões (CEM) faz os missionários. Não é à toa que as duas escolas são vizinhas e separadas apenas por uma cerca de arame. Desde o início de sua existência o CEM quer formar agrônomos missionários, veterinários missionários, médicos missionários, enfermeiros missionários, nutricionistas missionários etc. O CEM é comprometido com a missão integral.

Já passaram pela instituição mais de 450 homens e mulheres, jovens em sua maioria. Quase todos são brasileiros, mas há também angolanos, argentinos, bolivianos, chilenos, coreanos, equatorianos, ingleses, peruanos e portugueses. Em 21 anos de história, o CEM já fez 86 missionários, que estão desenvolvendo ministério transcultural no Brasil (20) e em 28 países de todos os continentes (63), exceto a Antártica.

Além de preparar missionários, o CEM prepara professores de missão e missiólogos. Nestes 21 anos de existência, já formou 21 mestres em missiologia. Também promove um encontro anual de restauração e atualização para missionários.

O 21º aniversário do CEM foi comemorado no dia 23 de outubro, véspera da viagem de dez estudantes para um estágio no Paraguai.



Bahia Tandem Tour

Seis bicicletas duplas saíram de Alagoinhas para Salvador, na Bahia, em cinco etapas de 30 quilômetros cada uma, de 30 de agosto a 3 de setembro. Um jovem surdo ocupava o lugar da frente e um cego, a parte de trás. Os jovens percorreram cerca de 150 quilômetros e passaram pelas cidades de Catu, Mata de São João, Camaçari e Itinga, e fizeram apresentações em cada uma delas. Eles participam da Fundação do Caminho, uma escola pioneira onde estudam gratuitamente 68 crianças e adolescentes surdos, 12 com baixa visão, 16 cegos, 4 surdo-cegos, 21 em situação de risco pessoal e 125 alunos regulares. Além do curso regular, estudam música, teatro, artesanato, computação e cursos profissionalizantes. Os Irmãos de Taizé, grupo ecumênico cristão, são o apoio da Fundação do Caminho. (.)



III Fórum Popular de Reflexão Teológica

“O liberalismo teológico, o fundamentalismo e o relativismo ético, incluída aí a questão da sexualidade, representam os grandes obstáculos para o cumprimento da missão da igreja e para a vivência adequada da espiritualidade hoje”. A avaliação foi feita pelo bispo episcopal Robinson Cavalcanti em sua mensagem de abertura do III Fórum Popular de Reflexão Teológica, realizado na Primeira Igreja Batista de Bultrins, na cidade de Olinda, PE, nos dias 16 a 18 de setembro. Os demais preletores foram a bispa metodista Marisa Coutinho, que falou sobre Afetividade, sexualidade e espiritualidade, o pastor batista Wellington Santos, a teóloga católica Ivone Gebara e o pastor Carlos Queiroz, da Igreja de Cristo. Participaram do fórum, cuja temática foi Igreja, Espiritualidade e Missões, membros de diversas igrejas evangélicas do Nordeste.



II Congresso de Teologia Vida Nova

“Precisamos saber se os neopentecostais estão pregando um Cristo Senhor ou um Cristo Servo”, destacou o teólogo batista Lourenço Stelio Rega, num dos debates promovidos no II Congresso de Teologia Vida Nova, realizado em Águas de Lindóia, SP, de 10 a 14 de agosto, sob o tema Os Desafios da Igreja Evangélica para o Século 21. O luterano Estevan Kirschner brincou: “Do meu ponto de vista, Lutero deve estar rolando na cova”, chamando a atenção para a presença de relicários e indulgências em algumas denominações. Já o metodista Luiz Wesley mostrou a importância de uma pesquisa acadêmica para evitar equívoco na análise do fenômeno neopentecostal. “É exatamente esse um dos principais objetivos do congresso” — replicou Donald Price, diretor das Edições Vida Nova, promotora do evento. O próximo Congresso de Teologia Vida Nova será realizado em setembro de 2005.

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