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Notícias — Internacionais

China — templo cheio uma hora antes do culto

Um casal de missionários americanos que trabalhou a vida inteira no Brasil fez uma viagem de turismo à China em fevereiro de 2003. Na cidade de Chengdu, província de Sichuan, marido e mulher foram assistir ao culto numa igreja protestante, marcado para 10 horas da manhã. Eles chegaram com uma hora de antecedência, mas o templo, bem como os três salões contíguos, já estavam repletos. Eram cerca de mil pessoas. Durante esse período de espera, uma senhora solfejava e ensinava os três hinos que seriam cantados no culto. Um deles era uma composição chinesa e os outros, hinos tradicionais, traduzidos do inglês. A igreja tem três cultos aos domingos (pela manhã, à tarde e à noite) e vários pastores. O pregador daquela manhã era uma pastora, cujo sermão versou sobre a pergunta que Saulo dirigiu a Jesus no dia de sua conversão nas proximidades de Damasco: “Que devo fazer, Senhor?” (At 22.10). É claro que não se tratava de uma das muitas igrejas clandestinas (também chamadas subterrâneas) do país mais populoso do mundo (mais de 1,3 bilhão de habitantes). Era uma igreja reconhecida pelo governo, bem evangélica e entusiasta.



João Batista está fazendo falta

As coisas estão ficando tão fáceis e a profanação está ficando tão agressiva que qualquer turista pode ser batizado no rio Jordão, no provável lugar onde Jesus foi batizado, por apenas 29 shekels (moeda israelense), que equivalem a 19 reais e 40 centavos. O preço inclui o aluguel de um robe e o certificado de batismo. Segundo o repórter da Folha de São Paulo que pagou para ser batizado, o ritual é realizado por evangélicos. No caso dele, foi um judeu que “passou a acreditar em Cristo”, casado com uma filipina evangélica, que o batizou. Ele exigiu que o repórter afirmasse crer em Cristo e, então, o imergiu três vezes seguidas. Se o mais célebre batizador do rio Jordão — João Batista — estivesse vivo, ele se oporia ao batismo turístico e exigiria dos candidatos ao solene batismo cristão arrependimento comprovado por meio de frutos visíveis (Lc 3.7-14).

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