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Seções — Cartas

Cartas a redação

Justiça social

Fiquei muito satisfeito com os assuntos abordados na edição de julho/agosto. Nessa fase de triunfalismo das comunidades eclesiais brasileiras, em que Deus passou a ser visto como mero executor das ordens dos seus servos, é muito bom sermos catucados com a relevância das questões sociais, que muitas vezes não são abordadas em nossas igrejas. Continuem agindo como profetas, que denunciam os erros, mazelas e deturpações evangélicas. Bom seria se toda a liderança evangélica abraçasse o tema Quem leva a Bíblia a sério obriga-se a levar também a sério a justiça social.
Sergio Prates Lima
Rio de Janeiro, RJ




Além de Luther King, desconheço um grande nome negro no mundo dito cristão. Não conheço um papa negro nem um presidente do Supremo Concílio negro. Em minha igreja há um presbítero negro, mas pastor, só branco. A propósito: quantos articulistas negros Ultimato tem?
Sarah da Matta Machado
Belo Horizonte, MG




Desorganização socioeconômica

Questiono o texto que fala da Desorganização Socioeconômica (jul./ago. 2004, p. 32). Não creio que o grande combustível da criminalidade seja somente a desigualdade econômica. Tenho plena certeza de que, se houvesse o ensino da Palavra de Deus e de sua santa vontade no lar, na escola etc., não veríamos essa criminalidade em todo o país e no mundo. Não haverá mudança enquanto as famílias, as autoridades e os governos não atenderem o pedido do sábio: “Educa a criança no caminho em que deve andar e até o fim da vida não se desviará dele” (Pv 22.6, NTLH).
Rev. Aroldo Agner (IELB)
Santiago, RS




Clero

Sou assinante e assíduo leitor de Ultimato. Embora sua linha de pensar não seja correlata à minha, pois sou teólogo e escritor independente, embora tenha sido membro do clero romano, prezo-a muito. Possuo, já publicados, quatro volumosos livros sobre a história do cristianismo em sua trajetória histórica, filosófica e científica. Cada assunto é analisado sob este tríplice prisma. Confio muito na honestidade das citações da citada revista; por este fato, devo imensa gratidão pelo muito que me auxiliou e pelo muito que continua dando-me amparo, pois vivo burilando meus livros.
Leonildo Boff
Lages, SP




De vez em quando leio, por acaso, Ultimato. Quando vejo o teor de Cartas fico chocado com o grau de intolerância manifestado por alguns sacerdotes católicos. É lamentável. Também sou sacerdote católico e a minha formação teológica forneceu-me, graças a Deus, base sólida para ler de tudo sem preconceitos. Francamente não sei como explicar tanta agressividade com o diferente. Se os exemplares de Ultimato recusados pelos meus irmãos, sacerdotes católicos, fossem endereçados a mim, ficaria imensamente agradecido e enriquecido, e teria oportunidade de fazê-los circular entre outras pessoas sedentas e famintas de espiritualidade.
Pe. Antonio Joaquim Pereira Neto
Salvador, BA




Agradeço à Ultimato a linha de respeitoso ecumenismo com relação à Igreja Católica. A reflexão e busca da verdade, na caridade, a oração e a ação comum são exigências do Senhor Jesus.
Dom Amaury Castanho
Bispo Emérito de Jundiaí, SP




Sou católico com a vantagem de ter recebido a graça através de todos os 7 sacramentos! Quero parabenizar Alderi Matos pelo seu isento e excelente artigo Sola Scriptura e destacar a entrevista com Joseph Shulam sobre Israel. Gosto de ler a revista porque tem um linguajar e uma visão diferenciada daquilo com que estou acostumado no “meu” rebanho. Se quisermos ter um único rebanho, com lãs multicoloridas e atraentes, é necessário olhar para todos os rebanhos, destacando o que existe de bom em cada um e adotar o que enriquece, sem medo de ser infiel ao próprio rebanho. Como aderir ao que não se conhece? Só entendo o ecumenismo que exalta as qualidades dos irmãos na fé. Continuem com juízo!
Nelson De Nardi
Torres, RS




Encharcado de sangue

Favor me enviar outro exemplar da edição de julho/agosto. No dia em que recebi a revista (6 de julho), bati o carro na traseira de um caminhão carregado de cana e ela ficou imprestável, totalmente encharcada de sangue. Deus preservou a minha vida, mas a revista que estava ao meu lado perdeu-se.
Germanio Bender
Limeira, SP




Joseph Shulam

Como cristão, bispo e crente, sou levado, não por força, a crer nas palavras do judeu messiânico entrevistado por Ultimato (maio/jun., p. 54). Na verdade existe um grande problema nas relações entre missionários cristãos e suas denominações, não só em Israel, mas em todo o mundo. Missão já se tornou assunto denominacional faz tempo. E quanto ao fato da evangelização “sob pressão” — aos famintos, marginalizados e outros — é mais verdade ainda. Espero que a igreja cristã deixe de ser anti-semita e deixe que Deus faça o trabalho que é seu com o povo que Ele escolheu.
Dom Alexandre Pereira, Igreja Bíblica Rhena
Rio de Janeiro, RJ




Intrusa

Fiquei abismado com as cartas de alguns padres, mas nenhuma foi tão agressiva quanto a daquele que diz: “...sou tentado a sentir falta do tribunal da Santa Inquisição...” Esse senhor se esquece que essa Inquisição, que ele chama de santa, foi na verdade o assassinato de milhares de pessoas inocentes, punidas porque se posicionavam contra a fé católica. [...] Em que época ele pensa estar vivendo? O que um padre como ele pode ensinar de bom aos seus paroquianos? Será que ele sabe que o Brasil não tem religião oficial? É bem verdade que, segundo pude entender dessa leitura, Ultimato parece entrar onde não deveria e não foi chamada. Aí a coisa fica séria. É provocar o inimigo.
Claudio Jair Barone
São Paulo, SP


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