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Seções — Cartas

Zelo sem entendimento

Excelente o artigo Zelo sem entendimento, do pastor Alderi Souza de Matos. Pertenço à Congregação Cristã no Brasil, onde tenho visto o operar de Deus, almas serem salvas, curadas e transformadas pelo poder e a graça de Deus. Mas há um “zelo” mal-orientado que nos afasta dos demais irmãos queridos das denominações evangélicas. Lamento isso.
Alceu Alves Figueiredo
Marília, SP



Padres que já não são padres

Sou seminarista católico. Li a matéria de capa da edição anterior de Ultimato, com muito zelo e atenção, dada a profundidade e seriedade da revista. Concordo que os muitos desvios de uma educação rígida e ultrapassada fere não só o corpo, mas também a alma dos que a ela são submetidos. Concordo também que muitos fatores levam o padre a abrir mão do sacerdócio para, então, assumir o casamento. Mas não concordo com a parcialidade de vocês. Vocês mencionam os que desistem do ministério, mas não tocam em nenhum momento naqueles que permanecem padres (mais de 16 mil), muitos deles desempenhando o sacerdócio numa santidade digna de ser imitada. Ao contrário do pensamento corrente, o sacerdócio não é uma mutilação da natureza humana, mas o veículo de uma entrega total ao reino de Cristo.
Rodrigo César Ferreira



Este ano vou completar meu décimo primeiro ano de sacerdócio na Igreja Católica. Como os relatos da reportagem, também vivi em seminário, tendo de obedecer a um superior. Separei-me da família e dos meus círculos de amizade, e ao ordenar-me tive de fazer juramento de celibato e de eterna obediência aos meus superiores, de joelhos diante de meu bispo e com minhas mãos entre as suas; o mesmo gesto que os súditos faziam com os seus suseranos na Idade Média. Tudo isso foi só o começo. Temos um grande superior que mora a milhares de quilômetros e mesmo assim dita todas as regras, e não bastasse, um superior imediato que exige 24 horas por dia de inteira dedicação. E isso tudo sem ter o aconchego do lar, de mulher ou filhos. O mais estranho de tudo é que me sinto a pessoa mais feliz e realizada deste mundo! A instituição que poderia parecer, à primeira vista, uma prisão milenar intransponível, eu a amo como minha mãe e a quem devo toda a minha vida. O “chefão” todo de branco e que mora dentro dos muros de algo que também parece uma prisão (o Vaticano) é alguém a quem obedeço com filial apreço.

Digam-me: Será que sou louco ou apenas mais um profundo amante da Noiva de Jesus Cristo?
Padre Alfredo César da Veiga
Paróquia Santo Antonio do Caxingui, São Paulo, SP



Recuso categoricamente o envio para mim da revista Ultimato, presente de grego, a saber, cavalo de Tróia.
Witold Skwara
Recife, PE



Com relação ao celibato, Jesus Cristo deixa claro que é algo de foro íntimo e que envolve situações individuais (Mt 19.12). O assunto toma dimensões antibíblicas quando deixa de ser opcional para ser uma imposição, como faz a Igreja Católica (1 Tm 4.3). A propósito, por que não fazer uma reportagem envolvendo os padres que deixam a batina por convicção doutrinária?
José William de Souza

Crato, CE



Temos recebido a revista Ultimato. Consultei hoje o site de vocês. Por sinal, está muito bem preparado. Gostaria de pedir, com muito carinho, que vocês não nos enviassem mais a revista. Seria um sinal de carinho e respeito da parte de vocês pelas mais diferentes expressões do que buscamos viver como forma de missão e encontro do Senhor.
Paróquia São Vicente Mártir
São Vicente, SP



Engraçado! Vocês só me enviaram a revista quando publicou matérias sobre Padres sem castidade e Histórias fascinantes de padres que já não são padres! Coincidência? Aliás, acredito que haja necessidade de uma correção no último título, pois eles continuam sendo padres; apenas deixaram de exercer o ministério presbiteral. E não constitui novidade alguma o fato de existir um grande número de padres católicos nessa situação!
Pe. José Felippe Neto
Paróquia de São Joaquim, Santa Ernestina, SP



Todas as palavras, todos os sentimentos transmitidos na matéria Histórias fascinantes de padres que já não são padres refletem a veracidade do espírito do autor do texto e a solidariedade com as experiências alheias, ainda que estejam fora das linhas da sua crença, da sua fé e da sua esperança. Desejo, porém, salientar que sou uma pessoa de fé. Creio nas pessoas, na essência das pessoas, isto é, na liberdade que distingue a pessoa do animal. É verdade, não sinto necessidade de crer em dogmas, em verdades reveladas, em igrejas. Mas tenho fé na vida e em tantas coisas, embora não coincidam, muitas vezes, com a fé religiosa. Conquistei a liberdade de espírito e de pensamento, a maior riqueza que o homem recebeu em sua própria natureza.
Eugênio Giovenardi
Brasília, DF



Obrigado pelo acerto e carinho com que tratou a nossa pequena história (Padre redentorista sai da trincheira e se casa com freira teóloga). Li os livros de Carlos Pereira e Eugênio Giovenardi, e penso que aconteceu o mesmo com a história deles. A do Herman J. Hegger tocou-me de modo especial. Na época do seu êxodo, isso constituía acontecimento excessivamente dramático. Conheci um caso desses nos meus primeiros anos de seminário.
Luís Guerreiro
Brasília, DF



Acabo de ver em Ultimato a reportagem sobre infelizes padres. É verdade, mas é também semi-verdade, pois há mão e contramão. Daí a pergunta que faço: Teria Ultimato coragem e nobreza de publicar ao menos dois casos de conversão de pastor para o catolicismo? Estaria oferecendo aos seus leitores um quadro completo dessa realidade — o que muito valorizaria a revista. Mostraria que ela não precisa dissimular os fatos para montar sua lista de assinaturas. Obter aplausos ocultando a verdade plena não é glorioso nem cristão. Em vista do proposto, envio o livro Por que Estes Ex-protestantes se Tornaram Católicos.
Pe. Estêvão T. Bittencourt
Mosteiro de São Bento, Rio de Janeiro, RJ



Quantas pessoas — até mesmo parentes, amigos, vizinhos, padres etc. — estão caminhando para o inferno. Tenham coragem. Divulguem o artigo 15 razões por que não sou católico romano, que envio em anexo. Façam isso em nome de Jesus! Mandem brasa!
Mariana Lousada Éler
Carmo do Parnaíba, MG



— O autor do livro enviado pelo padre Estêvão é Jaime Francisco de Moura, 43 anos, residente em Brasilândia, no Distrito Federal. Pode ser adquirido na Editora Com Deus (Av. São João, 921 – 12209-720 – São José dos Campos, SP). O prefácio é de Dom João Evangelista Martins Terra, bispo auxiliar de Brasília. Contém a história de 45 protestantes (anglicanos, assembleianos, batistas, luteranos e presbiterianos), brasileiros e de outros países, que se converteram ao catolicismo. O primeiro relato tem o pomposo título 150 razões por que me tornei católico.



Zé Doca

Eu e meu marido somos assinantes de Ultimato e gostamos de presentear amigos com a revista. Ao recebermos a edição anterior, fiquei muito satisfeita ao ver a foto do batismo nas águas realizado por padres da Diocese de Zé Doca, que é a minha cidade natal.
Edna de Deus e Silva
Ceilândia, DF



Erros e acertos da cristandade

Tenho grande prazer em divulgar Ultimato não apenas na minha igreja (Segunda Congregacional de Campo Grande, no Rio), como também com colegas e professores da faculdade. Os artigos são de excepcional qualidade e profundidade teológica. Fico imaginando como é que vocês conseguem melhorar a revista a cada edição. Numa época de tanta superficialidade, crendices e falta de compromisso ético, Ultimato sempre aponta erros e acertos da cristandade.
Sérgio Prates Lima
Rio de Janeiro, RJ



Agradeço Ultimato por ser um veículo para que eu ouça a voz do Senhor. Os assuntos abordados muitas vezes são temas “esquecidos” ou “guardados no fundo da gaveta”. De uma forma clara e sincera, a revista tem falado de questões relevantes para o dia-a-dia do cristão.
Daniel Amaral Pereira
São Paulo, SP



Estou encantada com Ultimato, que conheci pela edição de novembro/dezembro.

Faço parte da Aliança Bíblica Universitária na Faculdade de Educação da Unicamp, onde curso pedagogia. Fomos presenteados com duas edições da revista pelo assessor da ABU, e estamos nos revezando na leitura.

Comecei a folhear a revista no ônibus na volta para casa e não consegui parar de ler; todos os assuntos e artigos me prendiam. A abrangência dos temas e a forma crítica de colocá-los é fascinante. Tenho 22 anos e cresci no meio evangélico, mas estou me descobrindo e formando meus conceitos do que é ser cristão agora. Tenho questionado muitos posicionamentos a mim impostos e tentado encontrar a verdadeira razão da minha fé. A leitura da revista me proporcionou diversos novos caminhos pelos quais posso orientar minha busca. Foi gratificante descobrir uma publicação tão rica em conteúdo, o que é raro no meio evangélico. Li todas as palavras impressas em cada página e folheei várias vezes para ter certeza de que havia lido tudo.
Cláudia Oliveira Souza
Campinas, SP



Política e religião

Sou estudante de direito e tenho 18 anos. Uma amiga me deu a Ultimato de setembro/outubro 2002, e fiquei encantado com a maneira como vocês trataram o catolicismo. Foi essa elegância que fez despertar em mim a vontade de me tornar leitor da revista. Essa edição será uma das fontes de minha monografia sobre política e religião.
Douglas Rafael
Recife, PE



As parteiras do Egito e os pilotos de Israel

Ultimato faz bonito na faculdade onde curso história. Vários artigos são multiplicados para serem estudados. O artigo sobre os pilotos israelenses que se negaram a atacar alvos civis em território palestino foi compartilhado com uma professora judia. Duas semanas antes ela dera um seminário sobre o Oriente Médio e conflitos. Na ocasião, afirmou que existem partidos políticos e outros segmentos da sociedade israelense que não compartilham com Sharon e ainda militam contra.
Mauro Pitanga
Rio de Janeiro, RJ



World Revival Church

Estive nos Estados unidos duas vezes em 2001. Eu estava lá quando as torres gêmeas caíram. Fico hospedado na casa de irmãos que moram próximo a Boston e que são membros da World Revival Church. Conheci essa igreja antes de se tornar o que é hoje e posso testemunhar como tudo começou. Foi naquele 11 de setembro. O pânico foi geral e um grande êxodo de volta ao Brasil começou a ser fomentado pelos imigrantes, pois ninguém acreditava que os ataques aos Estados Unidos ficariam somente naqueles ocorridos. Parecia mesmo que o fim do mundo ou pelo menos o fim do Eldorado Americano havia começado. Foi em meio a esse clima de terror que saiu uma notícia de que o Pr. Ouriel de Jesus estava orando e jejuando pedindo a Deus esclarecimentos sobre aquele acontecimento, e que o Senhor havia lhe revelado que a queda das Torres Gêmeas não era outra coisa senão o sinal de que um grande avivamento estava começando e que todo grande avivamento começa com uma grande tragédia. Pasmei! E isso parecia evidente, pois não se tem notícia na história recente americana de tão grande corrida para os templos em busca de conforto espiritual ou mesmo um momento de oração. Era comovente ver o povo à noite nas ruas fazendo correntes de oração e se mobilizando em solidariedade. A declaração de Ouriel de Jesus sobre o dito avivamento caiu como uma luva. A revoada dos brasileiros não poderia acontecer; seria o fim de seu ministério. Os dias que se seguiram foram marcados por novas e novas “revelações”. Pude vê-lo, pessoalmente, usar o texto de Zacarias 6.8 para afirmar que o Espírito de Deus escolhera a terra do Norte (os Estados Unidos, mais especificamente Boston) para ali repousar e abençoar toda a Terra. Em julho de 2002, estive na World Revival Church e pude ver a insanidade instaurada naquele lugar. Fiquei penalizado com a credulidade do povo, enojado com a megalomania de seu líder (lembrei-me de Calígula, Nero, Hitler e outros) e revoltado com a atitude covarde de alguns de seus cooperadores, que mesmo conhecendo a sã doutrina, estão dando seu aval àquilo que chamam de “avivamento”. Sei que nem todos os pastores ligados a Ouriel de Jesus concordam com os seus desvarios, mas não sabem ou não podem enfrentá-lo por medo de represálias e retaliações prometidas e sofridas. Parabenizo Ultimato pelo compromisso que tem com a verdade e a coragem de denunciar os abusos dessa e de outras naturezas.
Sinfrônio de Andrade Filho
Ipanema, MG



A Bíblia Sagrada condena expressamente a mentira, a injúria e a calúnia. É de causar espanto a maneira como pessoas que se dizem nossos irmãos estão usando e abusando dessas práticas para tecerem comentários depreciativos à World Revival Church. A Igreja de Boston não adora anjos, não está em desordem, não usa a “unção da capa de Elias” e não é uma nova seita.
Alda Virgilli



As Assembléias de Deus brasileiras nos EUA e no Brasil ficarão gratas a Ultimato pelo belo e laboroso trabalho feito a ela por meio da matéria publicada na edição anterior. Admira-me a falta de apologistas para reconhecer o perigo de absurdos como os que estão confiados no livro O Triunfo Eterno da Igreja. O avanço da ciência e o poder financeiro proporcionam a proliferação de heresias perigosíssimas e sutis como as do referido livro.
Davi Botelho
Missão Horizonte
Camanducaia, MG



Como pastor da Assembléia de Deus e conhecedor da imparcialidade e transparência de Ultimato, cabe a mim, não como responsável nacional da nossa denominação, mas como membro seu e por isso afetado indiretamente pelo que aconteceu em Boston, informar que o pastor Ouriel de Jesus já não é ministro da nossa igreja, o que pode ser visto no site da denominação: www.cgadb.com.br.
Pastor Enéias Alves dos Reis
Conselheiro Lafaiete, MG



Nós, da Assembléia de Deus, e todo o território americano, não aceitamos o que Ouriel de Jesus está fazendo. O que ele fez é uma aberração doutrinária. A igreja de Boston foi excluída da Convenção Mundial das Assembléias de Deus e da convenção brasileira.
Anderson da Silva
Tampa, FL, EUA



Como há muitas pessoas de Governador Valadares nos Estados Unidos, tenho interesse em divulgar a matéria sobre a Igreja de Boston aqui em minha igreja. Tive notícia de que o que Ultimato publicou sobre o assunto já chegou ao conhecimento de alguns irmãos naquele país, levando-os à reflexão.
Pastor Roberto Laranjo
Igreja Presbiteriana, Governador Valadares, MG



Parabéns a Ultimato pela matéria sobre os distúrbios bíblicos e teológicos da World Revival Church, em Somerville. Que Deus nos ajude aqui em Boston a continuar defendendo as verdades fundamentais das Escrituras Sagradas. O General Council of Assemblies of God (dos EUA) desligaram o pastor Ouriel do rol de membros.
Pastor Salmon Silva
Cambridge, MA, EUA



Por estar há cinco anos fora do Brasil, dos quais a metade como missionário em igreja brasileira aqui fora, entendo que a matéria sobre Boston é de extrema relevância para o nosso povo cristão (e principalmente emigrante brasileiro). Creio que esse é um ultimato não só àquela igreja de Boston, mas a muitos que têm tentado trocar a graça maravilhosa por um legalismo humano travestido de avivamento e espiritualidade.
Rogério Brandão Ferreira
Munique, Alemanha

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