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Notícias — Mais do que notícias

Quem tem fome não consegue nem levantar a vara para pescar

O país precisa ler ou reler neste início de ano e de governo o artigo Mitos de combate à pobreza, de Obed Grajew, 57 anos, diretor-presidente do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, publicado na Folha de São Paulo em março do ano passado. Para demolir o mito de que a erradicação da pobreza é um processo lento, é preciso mapear os pobres e os miseráveis e “assegurar a cada um uma renda mínima (um direito que cada cidadão possui pela Constituição), que os tire imediatamente da pobreza”.

Para demolir o mito de que não se deve dar o peixe aos pobres, mas ensiná-los a pescar, “deve-se ‘dar o peixe’ e, concomitantemente, ensinar a pescar! Quem tem fome não consegue levantar a vara nem entender as instruções para a pesca”.

Para demolir o mito de que não há recursos para erradicar a pobreza no Brasil, “todos os estudos mostram que há recursos de sobra para acabar com essa tragédia”. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, R$ 15,00 mensais arrecadados dos não-pobres seriam suficientes para acabar com a fome dos 50 milhões de pobres brasileiros.

No final do artigo, Obed faz denúncias graves: “Os mitos que sustentam a idéia de que o combate à pobreza no Brasil é lento, complicado e inviável financeiramente reforçam a posição dos mal-intencionados, insensíveis e incompetentes”. Esses mitos “jogam no desespero e na marginalidade milhões de cidadãos brasileiros”.

O último dado fornecido pelo artigo é aterrador: “Aproximadamente 500 crianças abaixo de 5 anos morrem diariamente no Brasil, de pobreza”.



Richard Shaull – surpreendido pela graça

Uma pessoa está com 82 anos e sabe que vai morrer não tanto por causa da idade, mas por um câncer que tomou conta de seu corpo. Os seus haveres vão ficar com a esposa e com as duas filhas. E as tão queridas milhas que ele ajuntou para fazer outras viagens, agora impossíveis, para quem deveria transferir? Foi aí que o americano, ex-missionário no Brasil, lembrou-se de um mui chegado amigo brasileiro, com quem trabalhou em duas ocasiões, a primeira de 1952 a 1962 e a segunda mais recentemente, a partir de 1994. Nessa última oportunidade, o americano e o brasileiro fizeram uma pesquisa interdisciplinar (sociologia e teologia) sobre o crescimento do pentecostalismo no Brasil e produziram o livro Pentecostalismo e Futuro das Igrejas Cristãs, publicado em português (1999) e em inglês (2000). As milhas de Richard Shaull foram doadas a Waldo César, que voou para Filadélfia para estar com o velho amigo, dois anos mais velho, em seus últimos dias.

Nascido em 1920, aos 22 anos Richard Shaull já era missionário na Colômbia (1942-1950). Aos 32, veio para o Brasil (1952-1962). Ao mesmo tempo em que era professor no Seminário Presbiteriano de Campinas, SP, Shaull colaborou com o movimento estudantil cristão e com o Setor de Responsabilidade Social da Igreja na antiga Confederação Evangélica do Brasil. Nesse tempo ajudou a fundar o Seminário Presbiteriano do Centenário e foi vice-presidente do então Instituto Mackenzie, em São Paulo. Impedido de continuar no Brasil pelas autoridades militares, Shaull regressou aos Estados Unidos e assumiu a cátedra de ecumenismo no famoso Seminário de Princeton, onde A. G. Simonton, o pioneiro da evangelização do Brasil, se formou em 1858. As memórias de Richard Shaull, morto no dia 25 de outubro de 2002, serão publicadas neste ano sob o título Surpreendido pela Graça.



Pastor assembleiano diz que igreja não tem título de eleitor

Assustado com o apoio oficial de algumas denominações evangélicas a este ou aquele candidato, o pastor assembleiano João Moreno de Souza Filho, professor do Instituto Bíblico das Assembléias de Deus, em Pindamonhangaba, SP, lembra que as igrejas evangélicas não têm título de eleitor, não podem votar. Quem vota são os seus membros, cada um de acordo com o seu próprio discernimento e sua própria escolha: “O envolvimento político-partidário não é saudável para a igreja”. João Moreno não entende como “muitas igrejas proíbem palmas nos cultos e, em época de campanha eleitoral, permitem que o templo se encha com faixas partidárias”. O professor do IBAD e estudante de jornalismo não descamba para o outro lado, segundo o qual a política é coisa do diabo. João Moreno é totalmente a favor da conscientização e ação política da parte dos fiéis, mas contrário à utilização da posição ministerial para induzir a igreja a apoiar determinado candidato. Em seu pronunciamento, o pastor da Assembléia de Deus cita o seu professor de antropologia: “A união da religião com a política é uma bomba de efeito retardado.”



Arquidiocese de Florianópolis condena banalização do domingo

O primeiro dia da semana não é feriado. É o dia do Senhor (dies Domini), que recorda a ressurreição de Jesus. Essa preciosa lembrança veio à tona e foi reforçada numa reunião de bispos, padres e diáconos da Arquidiocese de Florianópolis, na cidade de Tijucas, SC, no dia 17 de setembro. Desse encontro surgiu um documento contra a banalização do domingo, assinado pelo arcebispo Dom Murilo Krieger e pelo bispo auxiliar Dom Vito Schlickmann, e enviado às 60 paróquias e aos prefeitos dos 30 municípios que formam a Arquidiocese de Florianópolis, criada em 1927 pelo papa Pio XI. Aos católicos, o documento pede que não comprem aos domingos em shopping centers, supermercados e lojas; aos prefeitos, que façam observar o descanso semanal do domingo: “No feriado, cada um faz o que quer, e no domingo, deve-se fazer o que Deus quer”. Além de restringir a idolatria do lucro e do dinheiro, o texto explica que o primeiro dia da semana deve promover o convívio familiar, o culto, o contato com a natureza e a adoração do Criador de tudo.



AEVB tem nova diretoria

O conhecido e respeitável pastor brasileiro de origem nipônica Key Yuasa é o novo presidente da Associação Evangélica Brasileira (AEVB). Os demais membros da diretoria nacional são Carlos Bregantim, Aguinaldo Castanheira, Edilson V. da Silva, Disney Macedo, Naamã Mendes e Luiz Mattos. Com mandato de dois anos (2002-2004), a nova diretoria pretende sanar dívidas trabalhistas e déficits financeiros, manter e ampliar os vínculos e a representatividade nacional, e organizar pelo menos um Encontro Nacional da AEVB. Desde a presidência anterior, a cargo do igualmente conhecido e respeitado Ariovaldo Ramos, a entidade está procurando recuperar o entusiasmo e o apoio da igreja brasileira, enfraquecidos por circunstâncias contrárias. Daí o pedido de perdão pelos tropeços então havidos e o pedido de apoio para não deixar morrer a visão da unidade. A nova versão dos estatutos da AEVB pode ser solicitada pelo endereço eletrônico de Luiz Mattos, secretário-executivo e tesoureiro (executivo@aevb.com.br).

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