Cachaça Se
Ultimato é órgão de propaganda evangélica destinado à evangelização e edificação, o anúncio da página 67, no qual aparece propaganda do vídeo
Cachaça — Produção Artesanal de Qualidade, não coaduna com a declaração acima. O contraste entre essa página e a página seguinte é enorme. Numa aparece a publicidade da cachaça, a aguardente, que mata o corpo e castiga a alma; na outra, a publicidade da Bíblia Online, que fala de Jesus Cristo, fonte de água viva, que salva o corpo, alma e espírito.
Ultimato não pode mostrar discurso e prática incoerentes. Quero crer que houve um descuido na seleção do material para propaganda.
Pr. Waldir Fabrício dos Santos
Igreja Evangélica Livre
Toledo, PR
Leio
Ultimato de capa a capa. Todos os elogios à revista seriam poucos, pois a considero a melhor literatura evangélica do momento. Contudo, tive a incômoda surpresa ao encontrar na contracapa uma propaganda sobre como fazer cachaça.
Daniel Mattos Cavalieri
São Paulo, SP
A edição de jan./fev. está muito boa, mantendo o nível abençoador deste periódico. Porém, muito me espantei ao ver o anúncio do vídeocurso sobre a produção de cachaça. Creio que, como essa edição trata do trigo e do joio, esta cachaça foi equivocadamente incluída entre os anúncios. Nem o dinheiro justifica tal comportamento. Cuidado com o joio!
Celcino Neves Moura
Aimorés, MG
A propósito deste lamentável equívoco,
Ultimato recebeu cartas, fax, e-mails e telefonemas. Pedimos desculpas por esse grave descuido na seleção da publicidade e na revisão final. Os leitores estão com toda a razão. Por dinheiro algum publicamos anúncios que contrariam a ética cristã. Temos sido rigorosos quanto a isto. Dessa vez não reparamos o aludido vídeocurso na publicidade do Centro de Produções Técnicas. O próprio CPT também lamentou o fato.
Lutero Tenho insistido com as classes de iniciação em teologia e com as pessoas com quem trabalho na necessidade da precisão nos dados e fontes históricas. Portanto é com pesar que encontrei na notícia histórica
Ex-freira casa-se com padre (
Ultimato jan./fev., p. 21) a menção de que Lutero era frade dominicano. Os registros históricos afirmam que ele era frei agostiniano, ou, mais precisamente, da Ordem Agostiniana, cuja teologia difere-se da teologia da Ordem Monástica Dominicana, que liderou a chamada Santa Inquisição.
Eloísa Moura
Rio de Janeiro, RJ
Lutero era agostiniano e, não, dominicano, como está em
Ultimato. Aliás, boa parte da teologia da Reforma se baseia nos escritos de Santo Agostinho. Por favor, consertem essa falha.
Márcio de Paula e Luís Eduardo
São Paulo, SP
Grécia Nasci na Grécia, mas fui criada no Brasil, para onde minha família emigrou em 1955. Atualmente moro em Perth, na Austrália, e sou cristã há dez anos. Aceitei Jesus em março de 1989. Foi uma experiência maravilhosa. Recentemente estivemos na Grécia, eu, meu marido e minha filha, que também são cristãos. Meus familiares ali ouviram nosso testemunho e se converteram. As portas se abriram para o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Agathi Pessanha
South Perth, Austrália
Cirurgião Sou aluno do Colégio Pan-africano para Formação de Cirurgiões Cristãos, na Missão Evangélica de Bongolo, no Gabão. A razão pela qual vos escrevo deve-se ao artigo
Filhos de Belial, publicado na edição de set./out. de 1996 da revista
Ultimato, que me foi dado por um pastor de Lubango, Angola, em cujo hospital realizei várias cirurgias. Estou fora da lista lamentavelmente numerosa dos “filhos de Belial”. Meu sonho é ser cirurgião-missionário para ajudar meus compatriotas que vivem os horrores de uma guerra aparentemente infinda. Por viver num país francofone, receber cartas em português é muito agradável.
Paulo Baltazar
A/C Dr. David Thompson
BP 49, M.E. Bongolo
Lébamba, Gabão
O sopro do Espírito
Gostaria de expressar minha apreciação pelo artigo do pastor Valdir Steuernagel,
É tudo pela fé... nessa loucura de Deus (
Ultimato nov./dez., p. 48). Alegrei-me com a graça de Deus e refleti sobre a minha resposta de fé, que possivelmente fuja à minha compreensão, mas esvazia bondosamente as minhas pretensões. Agradeço ainda o relatório sobre a XIII Conferência de Lambeth, contido no artigo do bispo anglicano Robinson Cavalcanti. Como é gostoso perceber o soprar do Espírito Santo de Deus, histórica e geograficamente falando, que nem sempre é de acordo com nossas preferências, mas segundo os seus propósitos.
Rev. Zwínglio de Andrade Costa
Natal, RN
Formol Fiquei deveras indignado com a carta de Hélio Mairata, de Belém, PA, publicada na edição de jan./fev. (p. 10). Ele afirma que
Ultimato é alienação e conservadorismo puro e cheira a formol. Gostaria de informar a este senhor que leio
Ultimato desde 1989 e desde então deixei de ser um cristão alienado, conservantista, sem sintonia com a realidade do mundo e alheio ao projeto de Deus. Este fato, creio, aconteceu também na vida de muitos outros leitores. Robinson Cavalcanti, Paul Freston, Ricardo Gondim, Valdir Steuernagel e os editoriais de
Ultimato enriqueceram sobremaneira minha vida e ampliaram minha cosmovisão. Peço ao sr. Hélio que leia mais a revista, que leia as edições anteriores.
Cícero J. R. da Silva
Joinville, SC
Se eu fosse cristã Esta semana fui ver o filme
La vie du Jesus no Espaço Unibanco e fiquei pasmada. Não tem nada a ver com Jesus. Não entendi nada. Ou queriam mesmo pichar a igreja e Jesus, ou eu sou burra. O filme mostra a vida pacata de um rapaz epiléptico, numa cidadezinha da França, que, em companhia de outros quatro motoqueiros, estupram uma menina e matam um rapaz árabe, por suspeita de que ele queria namorar a amante do rapaz epiléptico. Devo ser muito burra, mas seu eu fosse cristã, protestaria veementemente contra o fato de terem dado este nome ao filme.
Dra. Bella Herson
São Paulo, SP
Universal Recebi a edição de jan./fev. Interessei-me especialmente por dois artigos:
O compromisso da Universal com a Teologia da Prosperidade e
O rebanho que mais cresce no Brasil (p. 15). Muito oportunos. Peço licença para transcrevê-los em
Pergunte e Responderemos.
Dom Estêvão Bettencourt
Rio de Janeiro, RJ
A Igreja Universal do Reino de Deus é a única que eu conheço que tem três reuniões diárias. (Não sou membro da Universal.)
Rute de Oliveira
São Sebastião do Paraíso, MG
Temo que o artigo sobre a Universal cause mais problemas que benefícios no meio evangélico. Isso porque a matéria causa uma indisposição contra uma igreja. Apesar de eu não concordar com seus erros, não acredito que seja saudável e produtivo fomentar animosidade contra ela. Vejo, por exemplo, que
Ultimato tem fugido de gerar polêmica com os católicos, muitos dos quais são leitores da revista. Como eu poderia dar a revista a um descrente ou mesmo a alguém da Universal?
Osmar Klauberg
Lages, SC
Ultimato — tem a esperança de que a Igreja Universal do Reino de Deus reveja à luz das Escrituras Sagradas algumas de suas doutrinas e práticas e se aproxime bem mais do evangelho de Jesus. O começo é sempre difícil, para qualquer nova denominação, seja pentecostal ou histórica (tradicional).
Certeza da Salvação Sou católico e aprecio muitos os artigos desta revista. Li o artigo
Salvação com certeza (
Ultimato nov./dez., p. 23). Não concordo com alguns cristãos que afirmam estarem certos de sua própria salvação. Abro minha Bíblia e ouço o Divino Mestre: “Aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt 24.13). Em outro lugar leio: “Portanto quem pensa estar de pé, veja que não caia” (1 Co 10.17). Mesmo quando vivemos em comunhão plena com Cristo, cair da graça é uma possibilidade enquanto vivemos no tempo.
Jacobus Beza
Peabiru, PR
Até os evangélicos estão divididos quanto a esta questão.
Ultimato acredita que nada nos separará do amor de Deus (Rm 8.31-39), quando se trata de uma verdadeira conversão a Jesus. O pecador que realmente nasceu de novo há de perseverar até o fim e tomará todo o cuidado para não cair. Ele foi selado com o Espírito Santo da promessa (Ef 1.13) para o dia da redenção (Ef 4.30). A salvação é um bloco completo, que inclui escolha, chamada, justificação e glorificação (Rm 8.28-30). Deus não pára no meio do caminho. Entendemos que se alguém abandona definitivamente o evangelho é porque nunca o aceitou de fato.
Comunicação Quanto à declaração de Aletusya Benevides de que “em São Paulo, ninguém se toca, se comunica, ninguém quase conhece ninguém” (
Ultimato jan./fev., p. 24), devo dizer: Não bene-vides. Morei 12 anos em São Paulo e nunca me senti solitário. Para ter privacidade era preciso programar-me a respeito. Basta a pessoa integrar-se de fato na vida e obra de uma igreja que mereça o nome, para ter comunhão, confraternização, companheirismo e participação.
Rev. Odayr Olivetti
Águas de Prata, SP
Preocupação Por que a preocupação tão grande da revista em agradar os romanos?
Fernando Costa
Niterói, RJ
A Palavra prevaleceu
Fui criado no evangelho desde a idade de 8 anos, mas só me decidi aos 60 anos, depois de tentar ser ateu. A Palavra que me foi posta no coração na infância prevaleceu. Faço a renovação de minha assinatura por mais 1 ano e meio, sem saber se vou chegar até lá, pois estou com 84 anos e meio.
João Tinoco Lannes
Itaperuna, RJ
A dádiva da salvação Prouvera Deus que todos os cristãos concordassem com os quinze teólogos católicos e dezoito teólogos protestantes reunidos em Nova York em 7/10/97: Não devemos permitir que nosso testemunho como cristãos seja comprometido com disputas desnecessariamente criadoras de discórdia.
Pe. Mário Zuchatto
Campinas, SP
Até que enfim... uma luz de esperança no final do obscuro túnel de intolerância. Refiro-me ao artigo
A dádiva da salvação (
Ultimato nov./dez., p. 20). Até que enfim teólogos evangélicos e católicos assinam a mesma declaração: “não assumimos que todos os católicos nominais seja crentes verdadeiros nem que todos os evangélicos nominais sejam seguidores genuínos do Senhor”. Não se pode negar que o conflito existente na Irlanda de alguma forma se faz presente em outros países. Que o nefasto ódio (religioso) possa ser banido da vida de todos os que se têm por cristãos. Uma vez compreendida a verdade que os apóstolos falaram em Jerusalém — “Não há sob o céu outro nome dado aos homens pelo qual devemos ser salvos” (At 4.12) —, estaremos todos em águas mais tranqüilas.
Pr. Helmuth Matschulat
Guaratuba, PR
A edição nº 255 (
A dádiva da salvação) está estupenda, cativante, rica e mui profunda.
Reynaldo Coelho
Goiânia, GO
Mineiro com Cara de Matuto Recebo com freqüência a revista
Ultimato e leio com interesse alguns artigos incontestáveis. Parabéns por tão bom trabalho. Não consigo, porém, ler a coluna Mineiro com Cara de Matuto, que de matuto não tem nada e de fariseu tem em excesso. Esses artigos parecem desmanchar com os pés o que as mãos tentam fazer com habilidade. É incrível como os defensores da sola scriptura não se deparam com tantos textos segundo os quais Jesus acolhe e perdoa prostitutas e publicanos, e rejeita fariseus e prepotentes. Ou não seria mais coerente acrescentar: “Só as Escrituras que nos convêm”?
Pe. Antonio Rafael do Nascimento
Vitória da Conquista, BA
O Mineiro com Cara de Matuto é uma leitura extremamente agradável.
Silas Henrique A. Anchieta
São Paulo, SP
Homossexualismo A cronologia do movimento gay apresentada na edição de set./out. da revista
Ultimato é fantástica. No entanto, falta a resolução da Conferência de Lambeth, realizada em agosto de 1998.
Rev. Jorge Aquino
Natal, RN
Ultimato — Veja
Lambeth faz surpreendentes declarações sobre a sexualidade humana, em Internacionais
Internet “Adoro” a revista
Ultimato. Estou em Viena e consegui achar pela primeira vez a página dela na Internet. Foi ótimo. Sou missionário na Áustria.
Roger Brandão Ferreira
Viena, Áustria