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Seções — Cartas

Deus seja louvado
Folheio ansiosamente Ultimato para conhecer seu conteúdo, geralmente rico de reflexões e cultura religiosa, e apto para promover edificação. A revista edifica mesmo.
Pastor Elias Pitombeira de Toleto
Igreja Adventista da Promessa
São José dos Campos, SP

Ultimato me inspira a cada dia. Seus temas polêmicos, mas sempre atuais, fazem da Bíblia um livro atual, dinâmico e eficaz.
Rev. Márcio Borges Ribeiro
Londrina, PR

Artigos como Reinício do reinício — Pastorais 98 (Ultimato 3/98, p. 8) são verdadeiras injeções de ânimo, de fortaleza. Ultimato continua preparando os crentes para o ministério.
Pr. Ronaldo Moreth
Assembléia de Deus
Brasília, DF

Ultimato é uma ótima fonte de informação e ferramenta de pesquisa. Tenho sido muito abençoado pelos artigos de Robinson Cavalcanti, Valdir Steuernagel, Ricardo Gondim e Augustus Nicodemus. O sumário é muito organizado e facilita tanto a leitura como a pesquisa. Também o mineiro com cara de matuto é muito criativo, inteligente e desafiador. Suas viagens nos têm ensinado muito.
Marcelo Paulo de Souza
Londres, Inglaterra

Sempre apreciei muito o estilo claro e inteligente de Ultimato. Meu primeiro contato com a revista foi em 1989, quando eu estava escrevendo uma monografia sobre a questão indígena no Brasil e vocês me enviaram dois números que tratavam do assunto. Agora sou missionário brasileiro da Missão Amém aqui em Guiné Equatorial, onde estou há 4 anos. Leciono Efésios e Teologia da Salvação em nossa Escola Bíblica, em Bata, a maior cidade depois da capital, com 24.000 habitantes. Há poucos dias visitei três novos pastores, formados em nossa escola, e vi que suas igrejas, que não tinham mais de 20 pessoas, agora estão com mais de 150 membros firmes. O ano passado, a Igreja Batista Memorial de São Paulo me deu uma assinatura de Ultimato. Recebo alento e consolo em minha própria língua. É uma bênção enorme!
José Maurício da Silva
Bata, Guiné Equatorial

Frei Betto
Nas Advertências da edição de março, encontrei a declaração do frade dominicano Frei Betto de que o reino de Deus não é algo lá em cima, mas lá na frente. Creio que o reino de Deus não é algo lá em cima e, muito menos, lá na frente. Tenho motivos para afirmar isso. O reino da Inglaterra existe hoje porque a rainha vive lá. Leio no Evangelho segundo João as palavras de Jesus: "Ainda um pouco e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis. Porque eu vivo, vós também vivereis" (14.19). Nosso Rei está vivo e presente. Nós o vemos, embora o mundo não o veja.
Fabiana Cardoso Niemeyer
Imperatriz, MA

Ransos & rixas
Apesar de não ser assinante, recebo sempre a revista Ultimato, que admiro pelos artigos que tentam agradar a todos, por ter cunho ecumênico. Como sempre acontece, alguns leitores, que não refletem no todo, jogam por rerra o equilíbrio da equipe redatorial, colocando para fora ransos pessoais e rixas passadas. Manifestam assim pouca facilidade de abertura aos acontecimentos e demonstram que estão presos ao passado e distantes da capacidade de perdoar. O pior é que estão "cuspindo no prato que comeram", seja em relação ao judaísmo, mais velho que o cristianismo, seja com o catolicismo, que, há pouco menos de 500 anos, convive com os múltiplos ramos cristãos. Deve-se superar os obstáculos e provar que se cresce e se atinge a plenitude de Deus com a força do amor e da convivência entre irmãos. Refiro-me à carta intitulada Babilônia (Ultimato 3/98, p. 10). Padre Osmar Alves de Negreiros
Rio de Janeiro, RJ

— Apenas um pequeno reparo: Ultimato nunca pretendeu agradar a todos, o que é impossível. Mas é verdade que Ultimato tenta amar a todos e tratar a todos com respeito e educação, sem prejudicar suas convicções evangélicas.

Cronologia nordestina
Ultimato
sobre o Nordeste (9/97) demorou chegar às minhas mãos. Antes chegou carta de um ministro presbiteriano pedindo-me que escrevesse à redação a fim de completar dados que teriam ficado esquecidos na Cronologia nordestina. Depois, alguns congregacionais fizeram o mesmo. Creio que isso ocorreu por eu ter sido, durante quase 20 anos, diretor de História e Estatística da União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil e por ser professor titular de História em várias universidades fluminenses. Tomo a liberdade de fazer algumas poucas indicações, que vão em anexo. Assim, os leirores terão a lacuna preenchida.
Domingos Pessoa da Silva Oliveira
Rio de Janeiro,RJ

— Os dados históricos omitidos por Ultimato e lembrados pelo Prof. Domingos Pessoa estão em Adendo à cronologia nordestina.

Maria e seus filhos
Li com atenção exegética o artigo do sr. Afonso Murad, intitulado Maria e seus filhos (Ultimato 3/98, p. 54). Sabe o que ele me fez lembrar? A conversa da serpente com Eva: "Deus disse... mas não é bem assim". No final do artigo, Murad chama os evangélicos de irmãos. Recuso-me a aceitar essa relação de irmão. Pois os verdadeiros Filhos de Deus são salvos pela fé no sacrifício de Jesus, adquirem nova vida, tornam-se templos do Espírito Santo e buscam uma vida de santificação. Não vejo essa evidência em nenhum católico. O dia em que o catolicismo tiver a Bíblia como única regra de fé e conduta, não haverá mais separação entre nós.
Josias Soares Ribeiro
São Paulo, SP

Com relação ao artigo Maria e seus filhos, os irmãos evangélicos deveriam voltar às fontes. Deveriam voltar novamente seus olhos para a Mãe de Jesus, considerando-a sua verdadeira mãe, conforme as palavras inspiradas do grande vulto da história moderna, Martinho Lutero, que disse: "Esta é a consolação e a transbordante bondade de Deus, que Maria seja sua verdadeira mãe, Cristo seu irmão, Deus seu Pai... Se acreditares assim, então estás de verdade no seio da Virgem Maria e és seu querido filho" (Lutero, kirchenpostille, ed. Weimar, 10.1, p. 546.). Em outras palavras, Lutero não queria ver seus filhos órfãos de mãe.
Padre AlfredoVeiga
Embu-Guaçu, SP

Com todo respeito devido ao Irmão Murad e ao Padre António Rômulo Zigotto, não posso concordar com a teoria deles. Leio na Bíblia do Padre Matos Soares que, após a ascensão de Jesus, todos os apóstolos, exceto Judas, que tinha se matado, perseveravam em oração em Jerusalém, com as mulheres e com Maria, mãe de Jesus, "e com os irmãos dele" (At 1.14). A não ser por motivos de preconceito teológico, não vejo razão para não aceitar essas palavras em seu sentido mais natural, isto é, os mencionados irmãos de Jesus eram filhos de José e Maria.
Pastor Pedro Siloto Palazzi
Igreja do Evangelho Quadrangular
São Paulo, SP

Através do artigo Maria e seus filhos ficou muito bem comprovada a distância entre a visão da Igreja Católica Romana e a visão dos cristãos que têm a Palavra de Deus como única verdade. Fico com as palavras de Miguel Cox Santos, no artigo Gerou Maria outros filhos? (Ultimato 11/ 97, p. 44): "Como esse ensino (a perpétua de de Maria) não tem suporte nos escritos do Novo Testamento, busca-se fazer um malabarismo hermenêutico para provar que os irmãos do Senhor não eram irmãos biológicos, filhos de José e Maria, mas primos ou parentes". E pergunto: qual o bjetivo de tudo isso? Não tenho dúvida, a Igreja Católica quer elevar Maria à posição de co-redentora e mediatriz de todas as graças para o povo de Deus. O Papa João Paulo II disse: "Voltemos novamente nossos olhos para a mãe do Salvador do mundo, a mulher da revelação secreta de João no Apocalipse, “a mulher vestida de sol"" (Ap 12.1). Sabemos que a mulher vestida de sol, que leva uma coroa de 12 estrelas em sua cabeça representa Israel e suas 12 tribos. Outra: o Papa, em sua última visita ao Brasil (outubro de 1997), dirigindo-se a Maria orou: "Sê tu mesma nosso caminho, porque tu, ó mãe bendita, conheces as vias e os atalhos que, por meio do teu amor, levam ao amor e à glória de Deus" (0 Estado de São Paulo, 5/10/97). Ora, Jesus se apresentou como o único caminho: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6).
Sérgio Mendes Segateli
São Paulo, SP

— Embora Ultimato acredite, à luz de vários textos, que Maria teve filhos de José, seu esposo, depois do nascimento de Jesus, não é este o maior problema da Mariologia. Podemos, sem prejuízo algum para a fé evangélica, abrir mão da convicção de que Jesus teve meio-irmãos (irmãos só da parte de Maria). O grande problema é a insistente e progressiva elevação de Maria no seio da Igreja Católica, que danifica seriamente a centralidade e a suficiência da pessoa e da obra vicária de Jesus. Não se pode repartir com ninguém, nem com a "muito favorecida" Maria (Lc 1.28), parte alguma do louvor atribuído unicamente ao seu Filho primogênito (Lc 2.7). O movimento iniciado na década de 60, com o Concílio Vaticano II, que procura "ver a figura de Maria a partir da Bíblia e da pessoa de Jesus Cristo" (citação do teólogo católico Afonso Murad, no início de seu artigo na edição de março de Ultimato, p. 54), precisa ganhar mais força e mais aderentes dentro da própria Igreja Católica. Veja mais sobre os irmãos de Jesus no testemunho do Padre Ênio Fazolo, sob o título Pedrlnha no sapato.

As brigas de Jesus
Sou missionária em Moçambique. Recebi Ultimato de novembro de 1997 por uma amiga que veio do Brasil. Excelente a matéria As brigas de Jesus por causa das crianças. Alguém precisa defender esses rostinhos indefesos que muitas vezes encontramos pelas ruas das grandes e pequenas cidades. São pessoas pelas quais Jesus morreu. Elas precisam ouvir desse amor. Trabalho com um grupo de crianças em um bairro na periferia da Beira, a terceira maior cidade de Moçambique, com quase 300.000 habitantes. Deus continue a fazer de vocês um canal de bênçãos para os mais variados grupos da sociedade.
Maria Pires da Costa
Beira, Moçambique

Filho e servo
Parabéns pela pastoral Filho e servo ao mesmo tempo (Ultimato 3/98, p. 8). Estamos precisando revalorizar urgentemente a posição de servos. Na confusão religiosa da pós-modernidade tem havido uma inversão de papéis: o ser humano se tornou senhor e faz Deus de servo. Estranho, não?
Rev. WalterRohrScherrer
Igreja Presbiteriana Independente
Poços de Caldas, MG

O trem da história
Desejo que Ultimato continue com esse elevado padrão, proporcionando a todos aqueles que refletem uma leitura agradável, interessante e informativa, e que nos proteja para, no devido tempo, dá seu fruto.

Efetivamente, quem não se abrir e não se adequar às novas exigências que o final do milénio nos "impõe" agora, vai perder o trem da história e não vai ser fácil alcançá-lo depois, quando o novo milênio começar.
Gilson Batista
Curitiba, PR

Internet
Parabéns pela página de Ultimato na Internet. Dá para colocar mais alguma coisa? Enquanto outros publicam o que não presta, Ultimato pode dar um banho de coisas que vale a pena ler na internet. Continuem firmes!
Barbosa Oliveira
Hellerkruin, África do Sul

As matérias da revista Ultimato são verdadeiro alimento espiritual.
Júlio César Quirino Lopes
Londres, Inglaterra

Presidiário
Sou presidiário e cumpro pena de 7 anos e meio, e estou preso há 8 meses, aguardando o recurso de apelação. Evangélico, batizado há 17 anos, creio que a provação pela qual estou passando é de minha inteira responsabilidade, por ter me afastado do caminho estreito. Há muitos anos, tive contato com um exemplar da revista Ultimato e me senti bastante abençoado pelo conteúdo dela. Recebi de minha tia a fotocópia do artigo Teologia do aperto, publicado na edição de março de 1992, p. 10. Pareceu-me que o texto todo era dirigido a mim. Gostaria de receber Ultimato regularmente, pois preciso muito de edificação e estruturação para prosseguir até o fim da carreira.
Hélio Márcio Ferreira da Silva
Cadeia Pública de Reginópolis
17190-000 Reginópolis, SP

Sou ex-detetive da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, ora preso e recolhido na Penitenciária Pedrolino Werling de Oliveira, destinado à guarda de policiais civis, militares e federais. Converti-me ao evangelho do Senhor Jesus e procuro, no cárcere, estudar sempre as Escrituras Sagradas, a fim de testemunhar, no tempo certo de Deus e em liberdade, o quanto Deus fez e está fazendo por mim e meus familiares. Foi através de Ultimato que conheci o ministério do pastor Ricardo Gondim, de quem recebi quatro fitas com mensagens e um livro de sua autoria. Eu e um grupo de irmãos nos maravilhamos com o conteúdo da revista Ultimato.
Luiz Eduardo Sato
Rua Frei Caneca, 457 F
20211-000 Rio de Janeiro, RJ

Opinião do leitor

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